domingo, 7 de julho de 2013

Olhando o Universo

 Este blog sofreu danos em 2013 e foi recuperado. Já sofreu outros danos antes (exclusões). Agora está sofrendo correções. Foi recolocado com muita urgencia e possue erros.  Está sendo refeito, lentamente. A medida que aparecem evidencias que confirmam minhas suposições, elas vão sendo acrescentadas. Quem leu ha um mês atrás, deve ler novamente. Veja logo abaixo a data da ultima modificação. Até 31/12/2013, houve 35.600 visualizações em todo o mundo. Em 1/2/2014 eram 39.100. As evidências que apareceram recentemente e outras, só tem confirmado minhas suposições. Veja no final deste blog.


NESTE BLOG É DADA UMA SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS DA ENERGIA ESCURA, DA MATÉRIA ESCURA, DA MATÉRIA E ANTIMATÉRIA, DOS RAIOS CÓSMICOS, DO BOSON DE HIGGS, DA GRAVIDADE, DA SINGULARIDADE, DA NÃO EXPANSÃO DO UNIVERSO, DA INFLAÇÃO CÓSMICA, O NÃO BIG BANG, O QUE EXISTIA ANTES DO NASCIMENTO DO UNIVERSO E OUTROS MISTÉRIOS. 

O universo é uma ilusão de ótica.
Primeiro registro: 13/04/2007 n°: 401.117 - liv.747 fl. 227 último registro:  13/08/2012  no. 569.689 lvr. 1.087 fl. 257  



Experimento do satélite COBE, divulgado em abril de 1992 por George Fitzgerald Smoot III (1945 -), da universidade da Califórnia em Berkeley.

Idealizado em 10 de novembro de 2009

Última modificação: Março  de 2014

Este blog está sofrendo modificações mensalmente, a fim de ser corrigido e atualizado.

A principal finalidade deste blog é mostrar o nascimento do universo e o que existia antes de seu nascimento.   

Capítulo – 1

Frase de Einstein: todas as teorias físicas deveriam se prestar a uma descrição tão simples que até uma criança pudesse entender.

O universo deve ser mais simples do que se imagina. Alguma coisa está errada. Não é possível que não consigamos desvendar este mistério, que é o universo.
 O problema, a meu ver, está na teoria do big bang. Esta teoria tem prejudicado, em muito, o raciocínio lógico e levado a erros, impossibilitando desvendar muitos segredos do universo.  

Basta um pouco de imaginação para perceber, por exemplo, que o universo gira e não se expande. É tudo uma questão de ilusão de ótica. A primeira vista, parece um absurdo total, principalmente para quem está preso à antiga teoria. Observemos as evidencias: quanto ao movimento giratório a ciência não aprova esta possibilidade, porém as evidências são tão claras, que não podemos desprezar com facilidade. As teorias mudam, mas as evidências não. Podem apenas serem mal interpretadas. Como podemos observar, existem teorias que foram comprovadas matematicamente e que não foram aceitas por falta de evidências observáveis. A verdade é que o universo tem rotação, inclusive sua periferia, como nas galáxias. O universo pode ser comparado a uma gigantesca galáxia. Só que as galáxias são feitas de estrelas e o universo, de galáxias. Esta uniformidade pode ser percebida também em sistemas planetários, átomos, etc. Tudo gira e se atrai.
Devido à complexibilidade de entendermos o universo temos a tendência de atribuir sua existência ao sobre natural. Se o universo é criação de DEUS, então quem criou DEUS? Toda existencia material tem um início. Com este pensamento não chegaremos a lugar nenhum. Como a rotação do universo não tinha nenhuma relação com o big bang (se convencionou o absurdo de que o universo não tinha um centro), isto foi esquecido.
Existem três possibilidades de se provar que o universo não se expande. 

A primeira delas é provar que o universo gira, muito embora isto, na prática, não possa ser usado para provar a não expansão do universo. Esta rotação não pode ser percebida facilmente;  a segunda é provar que o universo se contrai. Falar nisto, seria um crime, na atual conjuntura (a crença da expansão do universo é muito sólida); a terceira e talvez a mais provável, é o problema da poeira cósmica, partículas como neutrinos gases e outras, que ofuscam o brilho dos corpos celestes. Esta poeira cósmica filtra os raios azuis e ultra violetas, impedindo a sua passagem e deixa passar o vermelho e o infra vermelho, com bastante facilidade, enganando o observador. Quanto mais distante está um brilho celeste, mais poeira cósmica encontra-se a sua frente e mais vermelho ele é visto. O universo está inundado de poeira cósmica. É como várias lâmpadas acesas, mergulhadas no mar. Quanto mais funda está, menos brilha para o observador.  A poeira cósmica é formada na periferia do universo (será visto mais adiante). Existe, portanto mais poeira cósmica nesta região. Quanto mais distante de nós, mais poeira existe e mais concentrada está esta poeira. Isto faz parecer que existe uma expansão acelerada. O sol, no horizonte, é visto com um brilho atenuado e um tom mais vermelho do que quando é visto ao meio dia, sem indicar que está mais longe de nós ou que está em expansão acelerada. Isto é devido à poluição do ar. Existe poeira cósmica sendo depositada constantemente em todos os corpos celestes. Para se basear em supernovas para medir distâncias, teremos que saber a que distância está a estrela que explodiu ou se foi realmente uma estrela. As explosões de raios gama, acontecem, quase  sempre à mesma distancia (na periferia do universo) e podem variar seu tempo de brilho e sua tonalidade dependendo do que for encontrada a sua frente. Veja o que foi publicado por newsletter sciendaily, em 27 de fevereiro de 2014: "Mais próximo, supernova mais brilhante em décadas também é um pouco estranho". A poeira cósmica dispersa no universo não pode ser detectada e sim, somente nos aglomerados. Se esta  informação não for verdadeira, existem dezenas de outros tipos de provas que confirmam minhas suspeitas, como mostrado a seguir.
Esta poeira aumenta a densidade do espaço e causa fenômenos  de ilusões de ótica, como o redshift, lentes gravitacionais, etc.  (será comentado mais adiante).
 “O universo é uma ilusão de ótica".   

Primeiramente tentaremos provar a rotação do universo, para mostrar que ele tem um centro   (a teoria padrão nega isto). Isto será útil para esclarecer o problema da matéria escura e do fluxo escuro (será mostrado adiante).  

1 – Observemos o formato elíptico do universo. Este formato é idêntico ao de uma galáxia e da terra (planeta água). Se não girasse, seu formato seria o esférico e quanto mais girar, mais se achatará (veja ilustração acima). Quando os corpos se aglutinam e se fundem, seu formato tende para o arredondado e quando não se fundem e ficam juntos pela força da gravidade eles tendem para o formato elíptico, de um aglomerado (redondo) ou de um disco, dependendo da rotação. Comportar-se-ia como se fosse um líquido. O formato do universo deve ser mesmo elíptico.

2 - As galáxias mais próximas do centro do universo fazem seu movimento de translação mais curto que as mais distantes e sendo observadas deste centro veremos, grosso modo, as galáxias mais distantes se afastando mais rápido, causando a ilusão da expansão do universo e quanto mais distante, mais acentuada será essa ilusão de ótica, porque giramos mais rápido. É como os planetas em torno do sol. A nossa galáxia está próxima deste centro. Infelizmente este argumento não é usado para indicar o afastamento das galáxias (será visto mais adiante).

3 - No universo tudo gira e se atrai. Verificamos isto, em partículas subatômicas, em átomos, em meteoros, em planetas, em estrelas, em sistemas planetários, em galáxias, em buracos negros e por suposição, no universo. O movimento giratório faz parte da natureza, como a gravidade faz parte dos corpos. Essa associação enche todo o espaço ocupado pela matéria. A rotação se opõe à gravidade e as duas se equilibram, mantendo esta harmonia que vemos. No espaço, onde existe gravidade existirá a rotação e quanto mais forte for à gravidade, maior será a rotação e consequentemente a força centrífuga e a força centrípeta. É como os opostos: positivo e negativo, norte e sul, matéria e antimatéria, etc. Não existe a força anti gravitacional ou anti gravidade que afastaria as galáxias para o infinito. Seria ilógico, inadequado, desconfortante, não científico, incompreensível, irracional e forçosamente imposto. 
Os escombros cósmicos se aglomeram para formar planetas e satélites que ficam girando em torno de um centro gravitacional (estrela). Uma galáxia também mantém suas estrelas girando em torno de um centro gravitacional (buraco negro). O universo, da mesma forma, funde seus aglomerados de galáxias e ficam girando em torno de um centro gravitacional (centro do universo). Isto parece ser uma condição natural e repetitiva do universo e ainda temos o universo atômico e subatômico.

Mesmo que a rotação do universo não seja confirmada, as evidencias são muito positivas para serem desprezadas com facilidade. Veja: “the universe" nasa's imagine (rotação do universo). Não estariam as leis físicas "distorcidas" dificultando esta compreensão?

Dizem que o universo não tem um centro. Isto é um absurdo, todo corpo tem um centro, que pode ser: o centro geométrico, centro gravitacional e até  mesmo centro virtual, como o caso de um corpo em forma de anel (rosquinha). O mesmo ocorre com um conjunto de corpos unidos pela força da gravidade (aglomerado de estrelas, galáxias, etc.). A gravidade total se concentra em um centro comum (centro do universo). "O universo pode ser comparado a uma gigantesca galáxia". Isto será entendido melhor com o decorrer deste relatório. É necessário que se comprove a rotação do universo, porque isto ajudará a explicar a matéria escura e o fluxo escuro.

4 - Por que não podemos ver a rotação do universo? A rotação do universo, talvez não possa ser notada, devido ao movimento de rotação e translação da via láctea. Se o sentido do movimento de rotação for ao sentido inverso da translação, o céu será visto como se não girasse, para um observador da terra, como acontece agora. Um movimento se opõe ao outro e se anulam. É tudo uma ilusão de ótica. Talvez seja aí que o astrônomo inglês, Paul Birch, possa  recuperar  sua credibilidade, com esta nova hipótese, pois ele afirmava  que "o universo, além de se expandir, girava em torno de seu eixo". Sua teoria foi descartada por falta de provas observáveis (na década de 80), muito embora tivesse comprovações matemáticas (em muitos casos as evidências superam as comprovações matemáticas). Este fenômeno só é percebido durante alguns milhares de anos, dependendo do ponto em que nosso planeta está ocupando na galáxia no momento. Acredito que a teoria padrão esteja errada e que o universo realmente gire. Se a rotação for confirmada está tudo resolvido. O universo não se expande, apenas gira e aumenta de tamanho por acreção de matéria em sua periferia, exatamente como uma galáxia (será visto mais adiante). Estas comprovações da rotação do universo e as 10 seguintes se opõem às duas evidências da não rotação. Os motivos para se negar a rotação, são:
1- Se girasse, induzira um tipo de mudança cósmica na temperatura da "microwave background", que não foi observado.
2- A presença da rotação implica que as localizações ao longo do eixo fossem de alguma forma "especial", o que viola a nossa compreensão da relatividade que o universo parece o mesmo, independente da localização do observador. Cabe agora julgarmos. 


5 - Se estas comprovações não forem  suficientes, partiremos para outra diferente e mais provável, a fim de mostrar que o universo não se expande. A poeira cósmica está presente em todo o universo e têm sua origem na periferia (será explicado mais adiante).
Esta poeira filtra os raios de luz azul e ultra violeta e deixam passar os vermelhos e infra vermelhos com bastante facilidade. É possível que galáxias próximas,  sejam vistas como galáxias distantes. Esta poeira dispersa, não pode ser detectada. Só pode ser percebida quando se aglomera. 
Todas as galáxias distantes têm uma camada de poeira mais acentuada a sua frente, que outra mais próxima, porque o espaço está cheio de poeira cósmica e outros corpúsculos, como neutrinos.   Isto aumenta a densidade do espaço (como foi dito acima) e confunde a percepção correta da galáxia e pode nos levar a erros de interpretação, interferindo no raciocínio e causar a impressão de que todas as galáxias estão se afastando por serem mais vermelhas e causar a sensação de expansão do universo (ex. O sol e a lua no horizonte). 
Foi publicado por newsletter sciendaily: "algumas galáxias possuem mais nuvens interestelares que outras" e "as galáxias jovens e distantes  têm mais poeira que uma galáxia antiga" (e mais próxima) e isto deve contribuir para que sejam vistas mais vermelhas, sem indicar que se afastam.  Sabemos que uma galáxia vista de cima, além de ser vista redonda é mais clara do que se tivesse sendo vista de perfil (elíptica). Assim, esta galáxia será vista mais vermelha, sem indicar que esteja se afastando. Observamos que alguns aglomerados de galáxias (em ritmo de colisão) apresentam galáxias com tons levemente diferentes de cores e veja que galáxias, principalmente em colisão, uma de perfil e outra frontal são de cores diferentes. Note também que uma foto do tipo ultra deep Field, tirada pelo satélite Hubble, mostra galáxias de várias cores, quando deveriam ser todas vermelhas, infra vermelhas, ou nem deveriam ser vistas devido à frequência ser inferior à luz visível nesta "suposta" distância. Outra coisa importante é o caso do espectro de luz que indica a composição dos minerais em uma estrela próxima ou distante.  Será que este espectro também não sofre efeitos do redshift?
Deveria sofrer estes efeitos, mas até agora não encontrei nenhum artigo que fale sobre isto.
Quero mostrar com isto que podemos estar vendo galáxias se afastando, sem que isto esteja realmente acontecendo. Esta hipótese, juntamente com as evidencias mostradas a seguir, eliminaria a tão discutida "energia escura". As galáxias podem não 
estarem se afastando. Um exemplo disto é a estrela "Zeta Ophiuchi", uma estrela azul cercada de poeira espacial e que é vista vermelha. Neste caso foi percebida esta anomalia. O redshift não seria confiável para medir distancias. Estar vermelho é sinal que pode estar distante, mas não é sinal que está se afastando (exemplo: o sol e a lua no horizonte).
Existem mais argumentos para provar  a não expansão do universo, como veremos mais adiante.
Uma leitura das distancias das galáxias, que poderia confirmar o redshift, seria medir algumas galáxias, anotar seus redshift e medi-las algum tempo depois e comparar as cores para saber se houve alguma variação nestas cores, a fim de comprovar seu afastamento (se for possível).
Frase de Einstein: nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser pode modificado até que seja enfrentado. 
                                                          
Caso a rotação do universo seja descartada e nenhuma das sugestões apresentada aqui seja aceita, partiremos para outra solução mais radical, porém muito provável de ter acontecido. Na formação do universo, houve uma "implosão" de energia, para gerar matéria (provando que a matéria é uma concentração de energia) e uma contração de partículas que deram origem a todos os astros (continua acontecendo até hoje) e isto não é um big crunch (será mostrado adiante).
Quanto à contração do universo parece um absurdo maior ainda, mas não custa especular. O importante é provar que não aconteceu o big bang e que o universo não se expande aceleradamente. Isto continuará sendo tentado agora.
Observemos as 10 evidências seguintes que contradizem uma expansão e comprovam uma rotação e ou uma contração do universo. Existiria uma espécie de contração que faz com que as galáxias fiquem cada vez mais distantes da periferia, pelo nascimento de outras galáxias nesta periferia (será mostrado adiante). Segundo Stephen Walking (para justificar a impossibilidade de um big crunh), somente o espaço pode retroceder, o tempo não. Neste caso o tempo estaria separado do espaço, cada um com sua função. Pergunto: Como retroceder um espaço infinito? Se o espaço tiver limites, somente os limites deste espaço podem se deslocar e ficaria o espaço deste deslocamento, porque o espaço não pode desaparecer. Conclusão: Não se pode mexer no espaço. Ele é infinito, sem limites como o tempo, energia etc. "Einstein elaborou suas teorias, supondo um universo em expansão".

1 - Se aconteceu o big bang, as galáxias da periferia deveriam ser as mais antigas, porque as matérias que lhe deram origem, seriam as primeiras a serem arremessadas para o espaço e as mais centrais, as mais novas, pois seriam as ultimas a serem arremessadas. Não é isto que vemos e sim justamente o contrário. As galáxias mais jovens são vistas mais distantes e deveriam ser vistas também, bem mais velhas que as mais centrais, devido ao tempo que elas levaram para chegar até lá e o tempo que sua luz levou para chegar até nós. O que vemos são galáxias jovens, com 13.7 bilhões de anos luz, tempo que sua luz levou para chegar até nós. Não está incluído o tempo de viajem até lá. Isto é, não viajaram até lá; apenas nasceram lá. Isto sugere que não aconteceu o big bang, que o universo não está em expansão, que as galáxias nascem na periferia e caminham para o centro por ação da gravidade do centro do universo numa espécie de contração, como acontece com as estrelas de uma galáxia (isto será explicado mais adiante).

2 – A via láctea é uma galáxia bem antiga e ocupa praticamente o centro do universo, ou seja, a cerca de 100.000 anos luz deste centro (há controvérsias na distância), onde existe um massivo aglomerado de estrelas antigas, denominado: “grande attractor vigor” (centro de gravidade do universo) e nossa galáxia parece ser atraída por ele (isto será visto mais adiante). Se isto é verdadeiro, há duas hipóteses: a nossa galáxia caminha no espaço, cada vez mais rápido à medida que se aproxima deste centro e veremos as outras galáxias se afastando cada vez mais rápido de nós, dando a ilusão de expansão acelerada do universo ou giraria mais rápido, também dando a ilusão de expansão. Se juntarmos as duas, o resultado final será bem acentuado, o efeito redshift, observado na expansão do universo, continua acontecendo na contração ou rotação. Imaginemos 3 pontos em uma reta: O, A e B. Se A se afasta de O e B se afasta mais rápido que A teremos uma expansão acelerada como é vista atualmente de A. Se A se aproxima de O mais rápido que B, teremos também uma expansão acelerada vista de A, mas neste caso elas caminham para o centro do universo (contração), ao contrário da anterior (expansão), que caminham para o infinito. No caso da contração ou rotação, após a galáxia B, nasce à galáxia C, a D, E etc., fazendo com que as galáxias existentes fiquem cada vez mais afastadas da periferia e isto não seria um big crunch. Este nascimento de galáxias será explicado a seguir. Isto sugere também um crescimento contínuo do universo e justificaria toda a matéria existente. A expansão acelerada do universo é mais bem explicada, na contração (e não um big crunch) ou na rotação e dispensa naturalmente a energia escura fazendo com ela não exista, pois não existiria a expansão do universo para o infinito. As galáxias distantes sofrem pouca influência e caminham mais lentamente e explicaria a expansão acelerada de uma maneira mais lógica e eliminaria a energia escura além de ajudar a comprovar a rotação do universo.  Infelizmente isto não pode ser usado para comprovar a expansão do universo, pois o tempo para observação seria muito longo, além de não podermos, por enquanto, ver a rotação do universo. A que tem mais probabilidade de explicar a energia escura, é a ideia da poeira cósmica. Veja na internet: "lado escuro do universo é posto em dúvida por astrônomos". Talvez com o descobrimento do que cause o efeito da energia escura, se descubra a interferência de uma sobre a outra (matéria escura). Veremos mais adiante que o campo magnético interfere no fóton e tem um campo magnético que  tem sua origem no centro do universo, como existe nos buracos negros, em todas as  galáxias, tornando este centro escuro, assim como as manchas escuras do sol são devidas aos campos magnéticos do sol.
Isto também poderia interferir na luz dos corpos celeste do universo e ser responsável pelo efeito da energia escura e do fluxo escuro.
O centro do universo é o centro de gravidade deste universo. Embora não se comente, é claro que o universo tem massa. Seria como o buraco negro de uma galáxia. "O universo seria como uma gigantesca galáxia". Só que uma galáxia é formada por estrelas e o universo é formado por galáxias. Como estamos girando em órbita ao redor do centro do universo e tudo ao nosso redor também gira, não percebemos esta rotação. No universo é tudo uma ilusão de ótica. Talvez a expansão do universo seja uma ilusão causada pela poeira cósmica ou por efeito de algum componente desta poeira (neutrinos, campos magnéticos, etc). 
O ruído de fundo detectado deveria ser todo da mesma cor, pois se trataria de micro-ondas, no entanto se apresenta nas cores: vermelho, amarelo verde e azul, como foi detectado pelo satélite WMPA ou na foto mostrada abaixo, dando a impressão que se trata de um plasma que vai se esfriando com o tempo e mais plasma surge, para substituir o anterior e vai assim eternamente (entraremos em detalhes mais adiante). A cor vermelha indicaria o momento da descarga de raios gama (será explicado mais adiante).




3 - Em uma explosão, ou big bang, o centro estaria praticamente vazio e toda a massa estaria na periferia, (como a super nova 1987 A). Quando existem matérias na parte central (excetuando-se o núcleo), estas matérias têm menos massa que as matérias da periferia. Isto também pode ser visto em nebulosas, granadas militares, em fogos de artifício, etc. Está tudo invertido; o universo tem muita matéria com muita massa em seu interior e poucas matérias com menos massa na periferia, semelhante a uma galáxia. Isto é uma contradição a regra de uma explosão e sugere que o universo não se expande e que não aconteceu um big bang. Uma galáxia não  é fruto de uma explosão e sim de uma aglomeração de estrelas, que adquirem um movimento de rotação e se achata, formando uma galáxia. Seguindo este caminho lógico, entendemos que está tudo invertido no universo.

4 - Sabemos que os corpos celestes se formam pela união de corpos menores, que por sua vez são formados por união de corpos menores ainda e assim sucessivamente, pela força da gravidade. Portanto, para haver união, é necessário que estes corpos se aglutinem e não pode haver aglutinação com expansão e sim com contração.  

Seria como o corpo humano, formado por centenas de quatrilhões de células vivas. Fala-se que as galáxias se afastam, mas o que se observa é que elas se aglomeram e se fundem desde os primórdios.
 “Descoberto aglomerado de galáxias mais distantes da terra”. Redação do site inovações tecnológicas – 23/10/2009.
 “Astrônomos observam colisão de aglomerados de galáxias”- junho de 2011 "Astrônomos descobrem aglomerado de galáxias gordo e distantes" - 13/01/12. Os aglomerados existentes não eram aglomerados nos primórdios. Como chegou a esta condição? Com afastamentos? Isto em meu entender está muito mal explicado. O que se observa no universo é que tudo se atrai, se choca e se funde. Ver na internet: "O universo pode não estar em ritmo acelerado de expansão".


 5 – Com o big bang, as galáxias jamais se chocariam ou se aglomerariam.  Viajariam do centro para a periferia em linha reta, afastando-se cada vez mais umas das outras, como em todas as explosões no espaço. Deveriam se espalhar uniformemente pelo espaço. Não existe esta uniformidade no universo; há espaços vazios e espaços repletos de galáxias. Dizem que o universo está em expansão acelerada. Por que tudo se choca o tempo todo? Isto não deveria acontecer em uma expansão acelerada.

6 - A concentração maciça de estrelas no centro do universo pode ser restos de galáxias que chegaram ao seu destino final. Isto também provaria a contração do universo. O centro do universo é pouco estudado; ninguém tem interesse nisso por que ainda não perceberam a possibilidade deste centro ser o centro de gravidade do universo (se convencionou o absurdo de que o universo não tem um centro). Talvez o grande attractor vigor, nem seja o cluster que puxe todas as galáxias e nem é preciso que ele exista, mas alguma coisa puxa conforme ficou comprovado pelos "sete samurais" (astrônomos americanos encarregados de estudar este assunto em 1989). Isto seria o centro de gravidade do universo. Este centro não precisa ter massa em seu interior (seria como uma roda de carroça). Como o buraco negro é o centro gravitacional de uma galáxia, o universo (uma gigantesca galáxia), pelo mesmo motivo também tem um centro gravitacional. Ver na internet:
http//super.abril.com.br/universo/mistério-grande-atrator-438728.shtml


7 - Se tivesse acontecido o big bang, o centro seria a parte mais quente e a periferia, a parte mais fria, como acontece em todas as explosões. Não existe este centro quente e a periferia emite uma radiação térmica, a bem mais de 13 bilhões de anos. Como é possível? Isto é atribuído erradamente, a meu ver, à radiação de fundo ou eco do big bang (isto será visto mais adiante). A idade do universo é bem superior ao estimado, isto é: cerca de centenas de bilhões de anos (isto será explicado a seguir). Com a idade tão elevada, o ruído de fundo não deveria ser mais percebido. Tudo isto foi uma adaptação para justificar o big bang, como muitas outras. Esperavam encontrar uma coisa e se encontrou outra, igualmente satisfatória, que nos enganou por décadas (entraremos em detalhes mais adiante).

 8 - A maior concentração de galáxias se encontra no centro do universo e se tornando mais rarefeitas na periferia, exatamente como as estrelas de uma galáxia (ver imagem abaixo). Esta característica se opõe a um big bang, que é justamente o contrário. Isto parece ser repetitivo no universo. Podemos concluir que isto não é expansão e reforça a suspeita de contração e ou rotação do universo (veja ilustração abaixo).                                                                  


                                                     
9 – Pelo exposto, as galáxias nascem na periferia e caminham para o centro, em um processo de contração contínua do universo, exatamente como as estrelas de uma galáxia. Como é possível? Isto será explicado mais adiante. A via láctea tem cerca de 12 bilhões de anos de existência e está localizada no centro do universo como várias outras galáxias antigas. Na periferia só existem galáxias novas e o tempo que sua luz levou para chegar até nós é cerca de 13.7 bilhões de anos e é assim que a vemos. Não vemos galáxias antigas na periferia.

10 - O universo é gigantesco, ele tem mais de 170 bilhões de galáxias. Sabemos hoje, que o tamanho do universo é de 78 bilhões de anos luz, de ponta a ponta. Ver:
http://www.youtube.com/watch?v=nyzntsftz5w .

Ou veja na internet: Hubble Ultra Deep Field

                                 


Se houve o big bang e se as galáxias caminhassem na velocidade da luz (coisa aparentemente impossível de acontecer), elas levariam cerca de 40 bilhões de anos luz para chegarem onde estão e neste caso deveriam ser vistas bem mais velhas e ainda temos que acrescentar o tempo que sua luz levou para chegar até nós. Se isto tivesse acontecido, as galáxias estariam tão afastadas que dificilmente as veríamos. A idade do universo seria bem superior a centenas de bilhões de anos e o ruído de fundo não estaria mais presente, para ser detectado ou não aconteceu o big bang. A inflação cósmica nunca existiu (este absurdo será visto mais adiante). Veja na internet: "o ponto zero - por Jomar Morais repórter (há quanto tempo o cosmo explodiu?)".
As fotografias acima tirada pelo satélite "COBE" ou "WMPA", não é uma foto do universo primitivo (primordial), como se supõe e sim do universo mais atual possível, visto após bilhões de anos (tempo que a luz levou para chegar até nós) e se mostra com centenas de bilhões de anos de idade. Ela mostra o universo com um tamanho de 78 bilhões de anos luz de ponta a ponta. Isto não é um universo primordial e sim atual (grande). O que é antigo é pequeno, é claro. Ele nasceu pequeno e foi crescendo com o tempo (será mostrado a seguir). Esta interpretação está invertida. A inflação cósmica, nunca aconteceu. Realmente, a comprovação de que o universo não se expande, é o caso da "poeira cósmica", gases, partículas subatômicas, efeitos magnéticos etc.
Existem mais evidências, porém estas já são suficientes para provar minhas suspeitas. Veja mais evidencias em: www.bigbangneverhappened.org  (será mostrado no final deste relatório).
As evidências mostradas acima, foram escolhidas de modo que não coincidissem com as desse blog.
Veja também: -- erros do big bang --- problemas com o big bang ----a questão controversa da cosmologia moderna, etc.
Como podemos notar, existem muitas comprovações do não big bang e da não expansão do universo. Temos, portanto que pensar nesta possibilidade, principalmente para provar que a energia escura não existe e seria, portanto uma ilusão de ótica. Veja na internet: "the universe does not expand".
 Veja também: "universo pode não estar se expandindo de forma acelerada", diz pesquisa da USP. 
Até agora se acreditava que só um big bang, seria a única maneira de explicar o início de tudo, mas existe alternativa, como veremos a seguir. Quando se nega o big bang, temos que ter outra explicação para o início de tudo. Aqui é apresentada uma proposta para tentar explicar este problema.
Frase de Einstein: há duas coisas infinitas: o universo e a tolice dos homens.
São muitas as evidências da não expansão do universo. Temos que dar mais atenção para este raciocínio lógico.



Distribuição de galáxias medidas pelo 2df galaxy redshiffht pesquisa, cobrindo 6 bilhões de anos luz.
Esta explanação será feita de maneira bem fácil, a fim de abranger as pessoas com menos conhecimentos de cosmologia. Não serão usados cálculos matemáticos para comprovar nada. Apenas comentários. A intenção é mostrar que o universo é mais simples do que se imagina. Não necessita de cálculos matemáticos complexos, nem de dimensões extras, assim como leis físicas desconhecidas, distorcidas e adaptadas e nem recorrer à teoria quântica.  Veja: “teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida".   Por  Erik Andrulis, professor de biologia molecular e microbiologia da universidade Case Western, nos Estados Unidos.  Assim como eu (em 2007) e  o  “Dr.Andrulis” (em 2012), concordamos que a solução é simples, não matemática, e experimentalmente verificável).
Até agora foi usado muita matemática, com uma física caótica a troco de nada.
 Agora, se usa  muitas evidências, com muitas fontes de consultas, outra física mais lógica e parece resolver os grandes mistérios. Veja na internet:
 “equívocos sobre o big bang”. 
 Ver também: "teorema da incompletude de Gödel”. 


A teoria do big bang complicou demais a compreensão do universo e precisa ser descartada. Antes de ler todo este relatório é muito importante que se veja na internet o vídeo: "Um tour por todas as galáxias que conhecemos até hoje". Ele mostra de uma maneira não proposital, como surgiu o universo (de fora para dentro, sem o big bang e não, de dentro para fora, com o big bang). Como é possível? será explicado a seguir.


Veja o que foi publicado em 24 de agosto de 2011,  02h05min = da redação de Brasília acessos: 1169: “Astrônomos dizem que o universo gira como um carrossel desde o big bang”. (procure este título na internet). 
Se ele gira, tem um eixo e se tem um eixo, tem um centro. Se o universo gira, a força centrifuga deveria jogar todas as galáxias para fora (isto poderia ser a energia escura). Isto não acontece, porque existe uma força gravitacional puxando tudo para dentro, como no caso das estrelas de uma galáxia. Esta força seria a matéria escura (será mostrada no capítulo 10).
A principal intenção deste blog é mostrar outra proposta para a criação do universo, sem o big bang.
Eu aproveitei a oportunidade para mostrar as modificações que achei mais necessárias para um melhor entendimento do universo.

Frase de Einstein: nenhum cientista pensa com fórmulas.

Na época anterior a Einstein, o universo era considerado estático e era limitado apenas a nossa galáxia. Quando Edwin Hubble (um advogado) e Lamattre (um padre), ambos com bons conhecimentos de matemática e astronomia, estudaram as galáxias e descobriram que elas se afastavam, que tudo se originou num big bang e mais tarde se descobriu a radiação cósmica de fundo, causando  uma euforia total. Tinha sido descoberta uma nova teoria, desmentindo tudo o que existia antes. Ninguém supunha que tudo isto era apenas uma tremenda coincidência que nos enganou por décadas. Quando apareceram as primeiras dificuldades para se entender alguns fenômenos da natureza, Einstein estava lá para solucionar, inventando novas leis que se moldavam perfeitamente e aparentemente resolvia a questão. Ele era realmente um gênio e estava convencido da nova teoria do big bang e até reconheceu seu erro da força cosmológica. Não se opôs a nada. Só que ele faleceu e agora temos um monte de mistérios que precisam ser solucionados e ele não está mais aqui para resolver. Ninguém se acha capaz de contrariar o grande mestre. Os cientistas temem colocar sua reputação em jogo e não podemos continuar nesta situação. Foi necessário usar aceleradores de partículas para tentar desvendar os mistérios, ainda baseados na antiga teoria do big bang, que muitos insistem em não se opor. Só agora umas poucas pessoas inovadoras começaram a contestar estas ideias, como a do tecido espaço tempo, da relatividade, da singularidade, da inflação cósmica, etc. Já se fala em separar o tempo do espaço. Veja a revista "scientific american, de janeiro de 2010, pag. 12” (é o que diz o físico Petr. Horava sobre o espaço-tempo).  Ou veja na internet.
Talvez alguns destes itens sejam descartados.
Se não adotarmos outra física, não resolveremos nada. Temos que admitir que a física cosmológica atual, esteja errada. Enfim temos que modificar a teoria do big bang. Quem se atreve? Poucas pessoas têm esta intenção. As teorias físicas em uso estão baseadas no big bang e na expansão do universo. Se não existiu o big bang e se o universo não se expande, tudo terá que ser repensado.
Alguns artigos expostos aqui contrariam a teoria padrão, mas foi necessário para ser possível pensar diferente, em caso contrário não sairemos da mesmice de sempre. Além do mais, sabemos que a teoria padrão, também não esclarece muitas dúvidas e está sendo reavaliada. Veja em inovações tecnológicas ou na internet: "Dimensões evaporam-se na gravidade quântica".
Sabemos que os modelos cosmológicos atualmente aceitos, dependem da gravitação de "Newton". Mas há um erro que põe em dúvida esta teoria da gravitação ou a teoria padrão, por exemplo: diz respeito ao número de galáxias orbitando a via láctea e uma das duas tem que ser modificada. Talvez esta proposta de teoria apresentada aqui, ajude a solucionar este impasse.
Veja na internet:"7 perguntas que tiram o sono dos físicos".
O que os homens realmente querem não são conhecimentos, mas certezas".
“Bertrand Russell”.

Capitulo - 2
A origem do universo

Eletro magnetismo

Frase de Einstein: Todo homem que lê demais e usa o cérebro de menos, adquire a preguiça de pensar.

Definições e novas propostas.

Existem várias interpretações para o nada, para o vácuo e para o espaço. O nada o vácuo e o espaço, podem até serem sinônimos. Uma explicação mais detalhada do nada está escrita no capitulo 12.
Serão propostas agora algumas modificações na teoria padrão, que vão interferir no modelo da criação do universo apresentada aqui. São apenas meus protestos quanto aos pensamentos a respeito da teoria padrão. Não acredite em tudo o que lhe ensinaram na escola.
As leis da física não surgiram com o big bang. Elas sempre existiram. Para que acontecesse o surgimento do universo, as leis físicas tiveram que ser respeitadas.
Para começar, vamos afirmar que a energia elétrica potencial sempre existiu, pois ela não pode ser criada nem destruída, apenas transformada (diz a física). Esta energia não poderia ser criada no big bang (ela sempre existiu) e poderia fazer o papel do "éter", isto é: serviria de meio condutor da luz, no vácuo (isto se a luz for considerada como partícula e viajar como onda). Vamos admitir também que o universo tenha um centro (a teoria padrão nega isto). Todo corpo tem um centro. Que o espaço e o tempo (absolutos), sempre existiram (não foram criados no big bang) como sugere também Petr. Horava, físico da University of Califórnia, em Berkeley. O espaço é ilimitado; se existisse limites, depois dos limites deste espaço, sempre existe alguma coisa, que é mais espaço. Uma explosão ou expansão do espaço só pode ocorrer se houver espaço para isso. O espaço não se cria; ele já existe. Energia, espaço e tempo são condições naturais, como a escuridão, o frio intenso, o vácuo, etc.

Vamos admitir também que não aconteceu o big bang, a inexistência da singularidade, da inflação cósmica, etc. A teoria do espaço tempo, em meu entender, só poderá ser usada em determinados casos. Será que existe outra explicação para isto? 
Veja: "Espaço tempo e além". Seria o mesmo que dizer: antes de eu nascer, o tempo não existia (Veja mais adiante).
Uma equipe de astrofísicos na Austrália e na Inglaterra descobriu recentemente, evidências de que as leis da física são diferentes em diferentes partes do universo. Veja na internet: "leis da física podem variar ao longo do universo". As leis físicas cosmológicas foram elaboradas, imaginando-se um universo em expansão. Se o universo não se expande, tudo terá que ser repensado.
Existem casos em que usamos quatro dimensões para nos localizarmos (ex: encontre-me às duas horas no quarto andar do prédio de esquina das ruas W com Y). Em outros usamos apenas uma (ex: eu moro na ultima casa desta rua) e no caso da localização de um corpo no espaço infinito, não usamos nenhuma, pois não existe nenhum ponto de referência.
Nada pode ser mais rápido que a luz, dizia Einstein. Como se explica velocidades superior a da luz, em galáxias distantes (como no caso da inflação cósmica)? Para explicar isto foi usada a teoria do espaço tempo, como se fosse possível explicar que o tecido espaço tempo pode se expandir em velocidades superior a da luz e as galáxias não.
Está sendo estudada a possibilidade de se separar o tempo do espaço e o caso da órbita de mercúrio é mais bem explicada pela mecânica quântica, segundo o cientista "Petr. Horava". Assim como a origem do campo magnético de mercurio é matéria para muitas teorias, acredito que as órbitas de mercurio encontrará outra explicação mais lógica.  
Por que não foi possível reconciliar a teoria da relatividade de Einstein, com a teoria quântica? Porque alguma coisa está errada, é claro. A interpretação do tecido espaço-tempo para demonstrar que a gravidade é a deformação causada por uma massa colocado em cima de um tecido imaginário. Uma força de "gravidade" vinda de baixo causa a deformação deste tecido imaginário (que não é feito de matéria). É preciso uma força gravitacional para demonstrar que a gravidade é uma curvatura do espaço (isto é uma aberração). Somente matéria possui gravidade. Gravidade agindo sobre o espaço é totalmente errado. Matéria atrai matéria ou será que a interpretação não é bem assim? Como será então? Em forma de elipse? Neste caso pode ser um arrasto de partículas do espaço ao redor deste corpo. Veja: "E=MC2 pode falhar no espaço" (17/01/13). As órbitas dos planetas em torno do sol são explicadas pela deformação do tecido espaço-tempo de modo razoável, mas como explicar as órbitas dos cometas por este processo? 
A deformação atribuída pelo espaço-tempo, não explica porque a lua se afasta da terra uns poucos centímetros por ano. Esta deformação tem rotação? Provavelmente não. Acredito que a aceleração da velocidade da lua seja provocada pela rotação entre os dois corpos celestes (horário e ou anti-horário). Isto provaria, talvez, um atrito por poeira cósmica ou poderia ser também devido a posição da lua, recebendo uma atração maior do sol quando entre o sol e a terra, que quando tivesse a terra a sua frente.
 Minha oposição à relatividade de Einstein é principalmente a esta deformação do tecido espaço-tempo. Por que o espaço tempo não pode explicar o esmagamento periódico sofrido por uma das luas de jupter pela força de gravidade deste planeta? Este esmagamento causa um aquecimento interno que provoca vulcões nesta lua. Como o espaço tempo explica este esmagamento.
 A teoria quântica não se combina ao espaço-tempo e com o big bang. "Se não existiu o big bang, tudo terá que ser repensado".
 Veja o que foi publicado em 25/10/13: "Físicos propõem que espaço é formado por átomos do espaço" (observe os quatros últimos parágrafos deste site). Talvez nem sejam átomos e sim infinitesimais grãos de energia que estariam tão unidos, que qualquer vibração elétrica (informação) em um deles se transmitiria quase que instantaneamente para todos os outros. Isto poderia ser o éter reverenciado no passado. Estes grãos não sairiam do lugar, apenas a informação passariam de um grão para todos os outro, como ondas. Isto explicaria a viagem das partículas (fóton) como onda, o fenômeno da fenda dupla (que seria como se uma  se transformasse em duas fontes separadas e sincronizadas). As ondas são uma repetição e por isto parecem estar em vários lugares ao mesmo tempo. Esta explicação responderia às diversas esquisitices quânticas.
Neste caso os grãos de energia não influenciariam as partículas (matéria). Seria como peixes movimentando-se no aquário. Portanto não provocaria a deformação espaço-tempo. Seria como se não existisse estes grãos de energia (seria o vácuo), ou uma possível explicação para a mecânica quântica. Não é meu interesse explicar a mecânica quântica aqui. Isto pode ser deixado para o futuro. Está sendo escrito um artigo sobre mecânica quântica, no final deste blog, para o futuro.
Vai ser difícil provar que espaço-tempo não existe ou existe em casos especiais. A ciência admite a existência de átomos do espaço tempo (como é possível?). Sem a opinião do cientista Petr. Horava, eu nunca teria coragem de escrever o que estou escrevendo. Isto me incentivou a escrever aqui, as minhas ideias encubadas por vários anos.
A demonstração das órbitas dos planetas pela deformação do tecido espaço-tempo, indica que os planetas, ao perder velocidade, se encaminhariam para um dos pólos do corpo do qual orbita (cairia na deformação), o que não acontece na realidade. Ele simplesmente cai da órbita sem perder a direção e um corpo celeste que passasse próximo a um planeta se desviaria para baixo ao entrar na deformação (depressão) e depois subiria novamente ao sair e isto também não é observado, além de que este corpo ao passar próximo ao planeta deveria apresentar uma trajetória abaulada para fora, seguindo a deformação espaço tempo, mas se apresenta puxado para dentro, devido a atração do planeta. A deformação do tecido espaço-tempo explica de maneira razoável as órbitas dos planetas, mas não explica as órbitas dos asteróides e cometas, como foi dito acima.  Como explicar, usando-se o espaço-tempo, galáxias sendo atraídas por outras galáxias (andrômeda e via láctea) e outras se repelindo (galáxias distantes). Simplesmente não explica. As órbitas do planetas, usando-se o espaço tempo, são diferentes do que se observa na realidade. Os planetas que tem as óbitas mais curtas, deveriam ficar na região polar e as que tem órbitas maiores ficariam na região do equador do corpo o qual orbitam e não é assim. O mesmo seria o buraco negro galáctico. O disco galáctico deveria formar um cone ao redor do buraco negro.  
A gravitação quântica tem uma comprovação dificil de ser aceita. Ver: "Espaco-tempo não é o mesmo para todos" (Com informaões da Universidade de Varsóvia - 31/07/2013).  
O desvio da luz das estrelas por um corpo no espaço é devido à densidade da atmosfera deste corpo. Tudo isto indicaria que um buraco de minhoca seria impossível de existir. Este espaço tempo está me cheirando muito mal.
Sem saber o que Petr Horava idealizou sobre o espaço tempo, esta parte do comentário ainda está muito incerta. Ainda não li toda a teoria de Petr Horava (uma teoria que ainda não foi aceita). Será que existem dois tipos de espaços? Realmente, quando falamos de espaço, imaginamos este espaço infinito nas três dimensões. Por outro lado, dizemos que um corpo ocupa um pequeno espaço, isto é um espaço (limitado) dentro de um espaço (infinito). Deve ser aí que esta o segredo de tudo. Se o espaço é um problema, o tempo é um problema bem maior. Como isto não tem nada haver com o foco deste assunto, não entraremos em mais detalhes.
Procure na internet por  Petr. Horava. (dividindo o tempo do espaço, a teoria da gravidade de Petr. Horava) ou “as gotas quânticas do tempo”. Seu modelo mata a noção de big bang e o nascimento do universo. É muito importante que se leia:  
 http://www.gallup.unm.edu/~smarandache/UnsolvedProblemsRelativity.pdf
Observem as semelhanças de ideias entre os dois blogs. Foi uma tremenda coincidencia que aparentemente aconteceu quase que simultaneamente. Este blog só foi detectado, por mim, em fevereiro de 2014 e parece que foi publicado em 2013. Não se sabe o mês. 

Capitulo - 3

Velocidade da luz. 
A luz se transmite no vácuo da Via Láctea, a uma velocidade aproximada de 300.000 km/s, na água seria de 225.000km/s, no vidro de 200.000km/s e no diamante de 125.000km/s, etc. Sabemos que o vácuo perfeito ou absoluto não existe em nosso universo. O vácuo é relativo, isto é: existem matérias em baixa pressão e em muito baixa pressão no universo e o fóton sofre influencia da densidade. A gravidade influencia na densidade, pois pode concentrar partículas em um meio, com mais ou menos densidade (leis físicas podem variar ao longo do universo).
Outra explicação para este fenômeno.
A energia eletro magnética ou uma centelha salta de um ponto a outro, mais facilmente se estiver em baixa pressão. Isto quer dizer que os fótons podem viajar mais devagar nas altas pressões ou densidades mais elevadas e mais rápidas nas baixas pressões ou baixas densidades (no vácuo).
No centro do universo o vácuo tem uma densidade máxima, enquanto na periferia tem uma densidade mínima. No centro do universo, existe mais matéria e mais gravidade, ao contrário da periferia. Portanto a velocidade da luz na periferia seria mais rápida que no centro do universo. Isto explicaria a "velocidade da luz das galáxias distantes", de maneira mais simples e sem usar o artifício do espaço tempo, neste caso. A velocidade da luz varia de acordo com a distância do centro do universo. Sendo assim, é possível que longe do centro, onde a densidade e a gravidade tendem para zero, a velocidade da luz seja superior a 300.000 km/s (isto precisa ser comprovado) “Leis físicas podem variar ao longo do universo". Com isto, as medições feitas utilizando-se a 
velocidade da luz, podem estar erradas.
Foi publicado no dia 18/08/2011, em inovação tecnológica: "luz supera velocidade máxima da luz - duas vezes". É claro que isto pode não ser verdade, mas há muitas polêmicas com relação á luz (veja a seguir).
O desvio da luz das estrelas pela gravidade do sol, que contribuiu para confirmar a teoria da relatividade geral de Einstein, em minha opinião, não prova que foi só a gravidade do sol que desviou a luz. O fóton não tem, ou praticamente não tem massa e não deveria sofrer influencia da gravidade. Pode apenas sofrer deflexão ao atravessar um ambiente com densidade diferente (isto já foi provado).  Sabemos que a superfície do sol é mais quente que o ambiente do universo a sua volta, tem matérias muito densas sendo ejetadas de sua superfície, uma grande força magnética e uma forte força gravitacional. Enfim, é um ambiente com uma densidade elevada e podem desviar a luz e não a gravidade que não deveria afetar os fótons (embora não pareça, ainda não sabemos o suficiente sobre a luz e pode ter novidades; sobre a densidade não temos dúvidas). Exemplo de novidades da luz: "brasileiros criam técnica para medir a rotação da luz", "cientistas dão nó na luz", "NASA anuncia plano de enviar sonda para estudar atmosfera do sol, "redução da velocidade da luz é obtida dentro de um chip de silício”, "paradoxo da massa do fóton (centro de deduções lógicas)". Veja também na internet: "magnetismo da luz é medido diretamente pela primeira vez" "luz supera velocidade máxima da luz, duas vezes".
O campo magnético pode ter influência no fóton e ser responsável pelo escuro do buraco negro, como é pelas manchas negras do sol. O campo magnético pode desviar a luz (fóton) e ser responsável pela ilusão da energia escura.
As galáxias têm uma nuvem de poeira e gás à sua volta e sua gravidade somada à gravidade imposta pela "suposta" matéria escura, influi nesta densidade. O mesmo ocorre nos aglomerados de galáxias. Tudo isto poderia produzir o efeito de "lentes gravitacionais” (não comprovado ainda).
O Dr. Peter Hayes, defende que a teoria da relatividade não é ciência, mas uma ideologia, como o marxismo. 

Conservapédia, a enciclopédia on line criada pelo advogado conservador Andrew Schlafly, sugere que a teoria da relatividade de Einstein faz parte de um complô liberal (ver na revista Scientific American de nov. de 2010 pag. 14).
O astrônomo dinamarquês Willem de 
Sitter, analisou a relatividade geral e enviou a Einstein um relato detalhado, em que resumia o problema e propunha uma solução radical: "A relatividade geral funcionaria apenas se todo o universo estivesse explodindo em todas as direções a partir de um ponto central". “Se não aconteceu o big bang e se o universo não se expande tudo terá que ser repensado”.
Não estou apoiando este pensamento. Apenas citando o que encontrei por aí. Também não entendo o excesso de testes que fazem até hoje para comprovar esta teoria. Será que ainda existem dúvidas? Por que Einstein não ganhou o premio Nobel por isto?  Tem-se a impressão que a relatividade de Einstein prejudica mais do que ajuda. Veja na internet: “erros da relatividade” e http://www.gallup.unm.edu/~smarandache/UnsolvedProblemsRelativity.pdf
 A teoria de Petr. Horava  diz que: um dos princípios físicos no centro da relatividade geral pode ser violado. O princípio é chamado de Lorentz simetria (ou invariância de Lorentz). Veja na internet: "outra nova teoria da gravidade por Andrew Zimmerman Jones". Para um melhor entendimento sobre o assunto sugiro ler este 
artigo na internet (com a corda no pescoço). 
Como a relatividade não é a principal intenção deste blog e sim, a criação do Universo, deixaremos esta discussão em aberto, para discussões futuras.

Capitulo - 4

- GRAVIDADE:


Se uma partícula tem um "spin" (rotação), ela terá uma força centrífuga equilibrada por outra força centrípeta. Se a força centrífuga superar a força centrípeta, a partícula ou o corpo explodirá. Estas forças estando equilibradas (as matérias deste corpo se mantendo unidas, principalmente pela força forte), este corpo tem o poder de atrair outros corpos e isto é a gravidade (força centrípeta). Neste caso a gravidade seria da matéria e não do espaço.
 A força forte deve ter uma forte influencia na gravidade (nada disto foi comprovado ainda). Se não concordar, é só desconsidera-la.
Segundo o modelo de "Donoghue", pode haver uma chance de que a velocidade da gravidade seja maior do que a velocidade da luz.
O que dá massa as partículas?
“O modelo padrão tem um enorme poder explicativo. Toda a nossa ciência e a nossa tecnologia foram criadas a partir dele. Mas os cientistas sabem de suas deficiências. Essa teoria cobre apenas o que chamamos de "matéria ordinária", essa matéria da qual somos feitos e que pode ser detectada por nossos sentidos. O modelo padrão também não explica a gravidade”.
Mas, se essa teoria não explica porque temos massa, fica claro que o modelo padrão consegue dar boas respostas sobre como "a coisa funciona", mas ainda se cala quando a pergunta é "o que é a coisa". O modelo padrão também não explica a gravidade. E não pretende dar conta dos restantes 95% do nosso universo, presumivelmente preenchidos por outras duas "coisas" que não sabemos o que são: a energia escura e a matéria escura “(parágrafo copiado de um artigo do instituto universitário de pesquisas e educação por Eduardo Geraque)”.
“velocidade da gravidade pode ser maior que velocidade da luz?” (veja na internet).

(baseado em texto de Graeme Stemp-Morlock - FQXI - 12/10/2011) - John D
onoghue, um físico da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos.
Dizer que a gravidade pertence ao espaço e não a matéria, pode não ser verdade. A gravidade surgiu, quando surgiu a matéria. Matéria atrai matéria. Se você raciocinar com a teoria padrão, não vai ser possível entender o que foi dito. Esta teoria pode estar errada e teremos que repensar todo o universo. É temeroso dizer que Einstein errou, mas se errou, todos nos estamos errados (Veja artigo publicado em 2013, no final deste blog).
A energia gravitacional não é como a luz, isto é: não viaja a 300.000 km/s. Sua ação deve ser instantânea, contínua e não por ondas. Em minha opinião, não existem os grávitons e nem as ondas gravitacionais que não foram e nem serão detectadas. Seria como uma corda unindo dois corpos que giram um em torno do outro, mantendo a corda esticada pela força centrífuga. A corda seria como a força de gravidade (força centrípeta).  Se esta corda se partir ou for cortada, os dois corpos serão lançados para o espaço instantaneamente, independente do
ponto em que a corda foi cortada ou da distância entre os corpos (seria como se faltasse a gravidade). Se você estivesse próximo a um 
destes corpos, veria o outro ser arremessado para o espaço algum tempo depois. Isto seria motivado pela velocidade da luz. 
Esta ação instantânea da gravidade poderia, talvez, explicar o caso das partículas separadas por bilhões de anos luz, uma da outra e responder instantaneamente a estímulos (entrelaçamento quântico, ação fantasmagórica à distância, etc.). Se isto for verdadeiro, a luz não mais será a mais veloz do universo.
Especulando um pouco mais e estudando melhor a gravidade, talvez pudesse ser usada para uma comunicação mais rápida, assim como as viagens bem mais rápidas no universo (não viagem no tempo).
A força centrífuga pode ainda ser usada para criar uma gravidade e ou eliminar o efeito da gravidade, isto é: criar uma anti-gravidade.
 Esta "suposta" experiência feita recentemente para comprovar a deformação do tecido espaço tempo, com o giroscópio, pode ter sido mal interpretada. Ver na internet: " Einstein o espaço tempo" e "O fracasso de um épico"). Acredito que ainda não se conseguiu provar nada.
A gravidade atrai gases e poeira cósmica e causam a deformação percebida, dando a impressão de que a terra está mergulhada no mel (o espaço do nosso universo não é vazio).
Não existe a deformação do tecido espaço tempo, não existe buraco de minhoca nem viajem no tempo por este processo, veja: "Todos a bordo: expresso buraco de minhoca vai partir". Se fosse possível viajar no tempo, teríamos pessoas do futuro voltando ao passado, para ter uma vida eterna e com todas as vantagens de conhecer esse passado.   
Dizer também que a gravidade curva o espaço a sua volta é o mesmo que dizer que o espaço tem gravidade e isto é fantasioso. O certo é: a gravidade de um corpo, curva as matérias (inclusive gases) a sua volta, ou seja: a gravidade só interage entre matérias. O espaço parece curvo, porque o universo não é plano e sim arredondado. Por que a gravidade é uma incógnita até hoje? Por que a teoria padrão não tem uma explicação para isto? Podemos aumentar a massa de um corpo, apenas aumentando sua rotação ou sua velocidade.
A gravidade (ou força centrípeta) é o inverso da rotação (força centrífuga). Onde existe uma, a outra está sempre presente. No universo tudo gira e tudo se atrai. Em um corpo ou uma partícula, quanto maior sua velocidade ou rotação, mais energia tem. Se o boson de higgs fosse uma partícula que daria massa às outras partículas, o que daria massa a este boson?
O boson de higgs não pode ser detectado, como a matéria escura e os imaginários grávitons dos buracos negros. A gravidade das estrelas da galáxia dá gravidade a seu centro oco, iludindo a percepção e aparentando ser um corpo maciço sem ter massa. Isto também causa a rotação da galáxia.
O mesmo acontece com o centro do universo.  Suas galáxias em rotação dão massa (gravidade) ao seu centro oco, dando a ilusão da matéria escura (será visto adiante). O bóson de higgs é uma energia gravitacional e não uma partícula.  Bóson de higgs, buraco negro, matéria escura. Três efeitos iguais, em escala de tamanhos diferentes.
Devem existir muitas coisas estranhas escritas aqui neste blog, mas existem muitas coisas estranhas escritas por aí, incluindo leis físicas atuais.
Dizem que este blog não é confiável. Pergunto: existe alguma coisa confiável em cosmologia? Muito pelo contrário, já se fala em outra física. Muita coisa falada aqui contraria a atual teoria, mas você deve eliminar tudo o que não concorda, porque isto não deve interferir na nova proposta do surgimento do universo, que é a principal intenção deste blog.
 “O universo não é apenas mais estranho do que supomos; ele é mais estranho do que somos capazes de supor” (John Haldane, biólogo Inglês, 1892-1964).
Veja na internet: "Sete perguntas sobre o big bang". Muitas adaptações foram feitas para justificar o big bang, conforme podemos observar.                          
Neste atual conceito da criação do universo, o que seria a gravidade? A gravidade de um corpo seria o somatório das gravidades de todos os átomos que compõe este corpo, que por sua vez são dependentes da gravidade de todas as partículas e sub partículas que fazem parte deste todo.

Resultado: a gravidade seria dependente da gravidade quântica, isto é: do bóson de higgs. A rotação daria uma massa e uma resistência extra a esta partícula, como um disco de cobre em alta rotação corta um diamante. Se você usasse uma faca de cobre para cortar um vidro, nunca conseguiria.
Isto quer dizer que existe um componente rotacional na gravidade. No caso de uma partícula, estamos falando de velocidade próxima a da luz. Velocidades desta ordem nem podemos pensar em desprezar. Já a rotação de um corpo celeste como: estrelas de nêutrons, magnetáris, buracos negros e outros, quanto maior a rotação, maior será a gravidade deste corpo. Se esta rotação for superior a força centrípeta, o corpo explodirá. Nota: nada disto foi comprovado ainda. Veja na internet:                                http://www.gallup.unm.edu/~smarandache/UnsolvedProblemsRelativity.pdf
Frase de Einstein: todas as coisas devem ser feitas de forma mais simples possível, porém não mais simples que o possível.

Capítulo 5

COMO SURGIU O UNIVERSO.

O universo surgiu do nada. O nada será explicado melhor no capitulo 12. Este nada não seria o nada absoluto ou teórico e sim o cosmológico ou prático, ou seja: um espaço infinito com características extremas: Um vácuo total ou absoluto, uma temperatura de zero graus, também absoluto, ausência total de luz, com tempo e espaço infinitos, etc. Vácuo absoluto é como o zero absoluto, impossível de se obter em nosso universo.
O tempo e o espaço são coisas que também são infinitas e tanto o espaço quanto o tempo não foram criados no big bang. Eles sempre existiram, como a energia elétrica potencial que se originou nestas condições extremas. Talvez esta energia seja manifestações de micros universos inferiores (teoria quântica). 
Existem três exigências para a criação do universo: ENERGIA, ESPAÇO E TEMPO (infinitos). Esta ideia não é pior do que o dito abaixo:
Veja o que diz a teoria do big bang: O big bang não foi uma explosão e sim uma expansão de um conteúdo que se inchou junto com o espaço criado na hora, surgindo também o tempo. Isto não faz nenhum sentido. Qualquer que seja o conteúdo, ele ocupa um espaço que por menor que seja, é um espaço. Se não existir espaço, nada pode existir. Depois dos limites deste espaço, sempre existe alguma coisa, que é mais espaço ou nada, que também é espaço. O espaço não pode desaparecer. O espaço sempre existe, como o tempo (que é como a numeração). 
O tempo pode ser apenas uma referência (ex: Antes de Cristo e depois de Cristo). Assim a energia, o espaço e o tempo sempre existiram como a escuridão, o frio intenso, etc. (são condições naturais). O tempo começou a ser contado a partir deste momento (nascimento do universo), em ordem crescente que vai ao infinito, mas também em ordem decrescente que também vai ao infinito.
Tendo espaço e tempo infinitos a energia acaba se transformando em matéria (M=E/C2). Neste caso basta uma centelha elétrica para iniciar todo o processo (como no início da vida). Como aconteceu? Isto será visto mais adiante.
Três condições infinitas para gerar um universo com um início e sem um fim. 
De acordo com Einstein e a primeira lei da termodinâmica, existia uma quantidade fixa de energia e matéria (no átomo primordial). Isto pode não ser verdade. O que deve existir é uma quantidade infinita de energia (no espaço extra universo) que vai sendo convertida em matéria, a todo instante. A teoria padrão foi concebida, admitindo-se o big bang. “Se não aconteceu o big bang, tudo terá que ser modificado”. A matéria está sendo criada a cada instante. Não existia uma quantidade determinada de matéria no universo. Antes de surgir o universo, não existia matéria.  O universo é a criação da matéria (M=E/C²). O universo não surgiu de dentro para fora e sim de fora para dentro.
Muita atenção para não se empregar as regras da teoria padrão quando julgar esta explanação feita aqui. 
Quanto tempo levou para ser criada a matéria (o nascimento do universo)? O "espaço" e a "energia" sempre estiveram lá, por um "tempo" infinito a espera deste acontecimento. O início do nascimento do universo é apenas uma referencia para se começar a contar o tempo, como no caso do nascimento de Cristo. Apenas uma referencia. O tempo não deve ser uma dimensão. Não há lógica nem necessidade de se saber quanto tempo levou para dar início ao nascimento do universo (apenas um tempo infinito). O nascimento do universo seria o instante zero. Existe um tempo infinito de um lado em ordem negativa e um tempo positivo e também infinito de outro.
Este é o espaço sideral, onde nada existe nem mesmo o fóton. Talvez, devido às condições extremas e propícias, favoreceu o aparecimento da energia elétrica potencial, que se transformou em energia eletro magnética, quando ocorreram as descargas de raios gama. Esta seria a primeira das quatro forças básicas da natureza, de onde se originaram as outras três (isto será explicado mais adiante). Entendemos com isto, que o nada absoluto não existe, pois ele estaria saturado de energia. Portanto, seria o nada só de matéria. Na natureza, nada se cria nada se perde; tudo se transforma.
Usando-se a ideia de que o espaço tempo nasceu com o big bang, não seria possível a pré-existência da energia eletro magnética (a energia responsável pelo tudo m=e/c2) e não existiria absolutamente nada. Tudo teria que ser criado do nada absoluto e isto seria impossível de acontecer. Não existiria o átomo primordial, o espaço e o tempo, a singularidade, as quatro forças básicas da natureza, etc. A força eletro magnética teria que ser criada, como aparentemente foi, junto com as outras três (a super força), assim como o átomo primordial (na teoria do big bang). Teríamos também que admitir o artifício da singularidade, onde as leis da física falham. A teoria do espaço tempo já está sob suspeita e uma série de outras incoerências. Tudo isto quer dizer que fora do universo existe um espaço infinito. O universo está localizado em um ponto sem referencias e que não pode ser localizado por alguém neste espaço infinito. Neste caso não se usará nenhuma dimensão para localizá-lo. Veja na revista scientific american (especial) n° 41 (fev.-mar. de 2011): "o tempo é uma ilusão" e "o tempo pode acabar". Veja também a edição especial numero 46 (abril de 2012): mistérios profundo do tempo e na revista de junho de 2012, “enigma do começo e fim do tempo (edição especial física 2). Veja também na internet.
Diz a física: a energia não pode ser criada nem destruída, apenas transformada. Logo, não poderia ser criada no big bang; ela teria que sempre existir. A energia eletro magnética seria o “Deus” da ciência, criador de todas as coisas e que não precisa ser adorado nem exige sacrifícios de ninguém ( uma incógnita a ser desvendada).
Energia eletro magnética é uma existência imaterial capaz de produzir mudanças e, como tal, pode produzir matéria ou vice-versa (e=mc² ou m=e/c²). Esta energia é a energia primordial, substituta do átomo primordial da ilógica teoria do big bang. 
 A energia é uma incógnita para os cientistas, a começar pela definição.
Desta suposta energia elétrica potencial do espaço extra-universo, pouco ou nada sabemos: como ela é (carga, radiação, spin, fóton, energia monopolo, cordas, etc.), como surgiu? Como se comporta no espaço extra-universo infinito, onde esta energia também é infinita? Isto parece uma coisa impossível, mas não é. Todo espaço vazio é ocupado por energia eletro magnética e pela energia gravitacional, se existir matéria. A energia é eterna. Tudo depende, talvez, de uma nova teoria: a teoria do espaço extra-universo, como a lei da teoria quântica para o universo atômico e as leis de Newton (ou Einstein) para a mecânica do nosso universo (três leis básicas universais, no mínimo).
Três leis básicas universais, três cores fundamentais, quatro sabores básicos, quatro forças básicas da natureza, quatro aminoácidos para a formação do DNA, etc. A natureza faz combinações de 3 ou 4 coisas, para obter uma infinidade de efeitos diferentes. A natureza é simples assim.
Assim ela usa dois quarks up e um quark down para obter um próton e um quark up e dois downs para obter um nêutron e a união dos dois originam o núcleo de um átomo e os átomos, compõem toda a matéria do nosso universo. Observemos os três enigmas da natureza: a origem do universo, da vida e da inteligência e os três itens abstratos: a energia, o espaço e o tempo para a criação do universo, que em minha opinião talvez, sempre existiram. Veja também os três casos para obtenção de vida: 
Aminoácidos, energia e água (ou outro líquido). Estes três itens são aplicados em vários outros casos.
Note que nestes casos, a pre existência da energia e ou do tempo e ou do espaço estão sempre presentes em qualquer dos eventos, pelo menos uma vez nos três itens abaixo:

Energia espaço e tempo = universo.
Energia aminoácidos e água = vida
Vida evolução e tempo = inteligência.

Capitulo - 6

-COMO SURGIU A MATÉRIA?


Teoria do tudo.

Como surgiu toda essa matéria do universo, se no início não existia nada? De acordo com a teoria do big bang, o átomo primordial sempre existiu (do nada) e este pequenino átomo continha toda a energia e toda a matéria do universo. Este átomo se
desintegrou (não se sabe como), transformou-se em energia que se transformou novamente em matéria e encheu todo o universo e tendo que se levar em conta, a matéria e a antimatéria que se aniquilaram por ocasião do big bang e uma quantidade extra de matéria que sobrou desta explosão (não se sabe como) e que encheu todo o universo de uma maneira milagrosa. Ainda temos a matéria escura que esta teoria quer também acrescentar neste evento, além das quatro forças básicas da natureza (a super força). Como pode caber tanta matéria em um pequeno átomo primordial? Que força esmagadora seria necessária para comprimir ao máximo tanta matéria? O universo é extremamente gigantesco (cerca de 78 bilhões de anos luz). De onde surgiu esta força? Que tipo de força é esta e qual o seu nome? Sabemos que, se eliminássemos todo o espaço inter atômico de uma pessoa, teríamos o equivalente a um grão de areia pesando cerca de 80 quilos; toda a população do mundo seria menor que uma bola de boliche, com   mais de 270 milhões de toneladas; todo o universo seria como um planeta muito maior do que júpiter. Eliminar todo este espaço inter atômico é uma coisa praticamente impossível. De onde surgiu tanta força para fazer este serviço? Além do mais, desintegrar um átomo é muito complicado para ocorrer casualmente. Como surgiu o átomo primordial? Milagre ou magia? Não há como aceitar tal justificativa. Para passar do nada para o tudo só há uma explicação: a energia elétrica potencial (eletro magnética) do espaço extra-universo (o nada é energia, o tudo é matéria). "A teoria do big bang é limitada para justificar a massa do universo e o seu equilíbrio térmico", diz Hugo Carneiro Reis, doutor em física de partículas da universidade de campinas (SP) e autor de um estudo sobre a produção de matéria no universo primordial. "Seria necessário um ajuste fino nas equações que demonstram a teoria, a fim de conciliá-la com o que é observado hoje no cosmo" (mais uma adaptação). Veja mais detalhes em: "o ponto zero - Jomar Morais".
Ainda temos baseado na primeira lei da termo dinâmica que sugere que toda a matéria e toda a energia do universo estavam contidas no átomo primordial. 
De acordo com a fórmula de Albert Einstein  E=MC², donde M=E/C²; para obtermos energia da matéria (E=MC²) como no caso do big bang, teremos que desintegrar o átomo e isto cria matéria e antimatéria que se aniquilam e gera uma explosão de energia, que é a finalidade do big bang (e do LHC). Isso é destruição da matéria e não criação. Na fórmula M=E/C² não temos explosão; mas, talvez sim, uma implosão. C² significa uma centelha elétrica. Sabemos que tendo energia elétrica potencial em um vácuo, logicamente haverá centelha e, após uma centelha, desencadeia-se uma série infinita delas - uma mega “implosão” eletro magnética (provando que a matéria é uma concentração de energia). Isto seria o verdadeiro big bang, transformando energia (E) em matéria (M), isto é: M=E/C². Veja na internet: "Cientistas transformam energia em matéria" e "Cientistas usam luz para criar partículas" (infelizmente, estes artigos não estão mais disponíveis na internet). Neste experimento, chocaram-se fotos de raios gama com luz lazer verde de alta potencia, usaram-se campos magnéticos extremamente fortes, numa atmosfera de um vácuo extremo, etc. Foi aproximadamente naquelas condições citadas acima (espaço extra universo).
Essas super descargas eletro magnéticas (raios gama) vieram de todas as direções, inicialmente em torno de um ponto de polaridade supostamente oposta (mutante), que logo se transformou em uma esfera de plasma, que continuou aumentando lentamente e infinitamente de diâmetro, se expandindo por acreção de matéria, muito rápido no início e se tornando cada vez mais lenta à medida que crescia, quando as descargas eletro magnéticas se tornaram mais espaçadas e a bola de plasma atingiu um tamanho descomunal (seria como uma estrela criando matérias complexas em seu interior). À medida que o universo crescia, a parte central foi se esfriando (veja como exemplo o vídeo do satélite WMPA), transformando-se em gases e micro partículas que foram se aglutinando pela força da gravidade e deu-se início às partículas subatômicas como as que formaram os quarks. Estes devem ser formados por sub partículas diferentes, tanto que existem 6 tipos de quarks. Daí surgiram os átomos que formaram os gases e a poeira cósmica, estrelas, os aglomerados de estrelas, os quasares as galáxias etc. (entropia). Hoje este plasma está presente na periferia do universo e é confundido com o eco do big bang (veja vídeo no início deste blog). Portanto não existe a singularidade, a expansão do universo, a inflação cósmica, além de outras incoerências.
De acordo com a fotografia em micro-ondas tirada pelo satélite COBE (vide figura), a periferia do universo apresenta uma série de manchas vermelhas e azuis. A cor vermelha é a parte mais quente e a cor azul a parte mais fria. Esta temperatura, talvez, não possa ser medida corretamente por que tudo é rarefeito na periferia do universo, como nas galáxias. O mesmo pode ser visto com mais detalhes na foto do satélite WMPA (ver vídeo). 
A matéria é formada na periferia do universo. Existe portanto mais concentração de poeira cósmica nesta região e mais vermelho o objeto é visto.

Teoria do tudo
Uma teoria do tudo, conforme sugere o nome, é qualquer teoria que unifique todos os fenômenos físicos do universo sob um único padrão matemático.
Com este novo enfoque, acredito que a “teoria do tudo” está explicada, quando se afirma aqui, que “tudo se originou do nada”(energia eletro magnética).

Capitulo - 7

 - RAIOS GAMA, RAIOS CÓSMICOS, SUPERNOVAS, NEUTRINOS, ÓVIN's, e COMBUSTÃO ESPONTÂNEA. 


Os raios gama geram os raios cósmicos que formam matérias pesadas que abastecem as galáxias da periferia. Veja na internet: “Observações VTL de explosões de raios gama revelam ingredientes”...
Veja também: veja o que foi publicado em 2/1/2011: "Galáxias distantes na era da reionização".
Estas descargas eletro magnéticas (raios gama) são responsáveis pelos clarões nos confins do universo. Estes raios estão na faixa mais superior do espectro eletro magnético e portanto fora da luz visível. Torna-se visível, quando atingem a matéria. São cerca 30.000.000 por ano, ou aproximadamente uma descarga a cada segundo, com uma energia variável, sendo as mais potentes, equivalente a cerca de mais de 200 bilhões de estrelas para cada descarga. Estas descargas (em minha opinião), estão se tornando cada vez mais intermitentes com o tempo (no início seriam contínuas) e são o que existe de mais energético na natureza. Acredito que, como não se sabia exatamente a sua origem, foram atribuídos a vários fatores como: explosões de super novas, de buracos negros super massivos, por choques entre estrelas de nêutrons, etc. Isto está acontecendo a cerca de bem mais de 13 bilhões de anos (idade não corrigida do universo) e se fosse verdade, não restaria mais nenhum corpo celeste para ser destruído atualmente e não teríamos tantas descargas registradas e tantos astros no céu. Isto acontece desde o início do universo e são essas descargas que dão origem as explosões de estrelas, transformando-as em nebulosas. Afinal não nascia uma estrela a cada segundo (principalmente supernova), cada estrela leva bilhões de anos para se formar. Em um berçário estelar, as estrelas não se formam ao mesmo tempo, embora se formem muitas estrelas, há um intervalo muito grande de nascimento entre elas. Além do mais, leva bilhões de anos para que ela atinja uma idade certa para explodir (na atual teoria padrão). O universo começou pequeno, é claro. Tudo começa pequeno e no início, destruir uma estrela por segundo era mais do que a quantidade que nascia. Isto seria destruidor para o universo. Ele não teria crescido, não teríamos tantas estrelas no céu e não estaríamos aqui. É bem verdade que os astros podem explodir e emitir raios gama, porém são de mais baixa intensidade e com menor frequência. Sabe-se que uma estrela não tem energia suficiente para explodir e esta energia foi atribuída aos neutrinos, devido a sua detecção, em um experimento feito na época da explosão da supernova 1987 A. Será que não foi um alarme falso? “Estes neutrinos chegaram meses depois de quando se esperava, lembra "Ronald Shellard".  
 A ultima pesquisa a esse respeito, atribui as explosões a efeitos sonoros (revista scientific american -especial- via láctea, out.nov. de 2010, pag. 36). Veja na internet: "Cientistas descobrem novo estado físico da matéria".
 A minha proposta  aqui apresentada, de serem os raios gama, responsável pelas explosões, não está fora das conjecturas e parece mais lógica. Talvez seja mais de uma causa. Veja na internet:  “Cientistas propõem mecanismo para explosão de supernovas” e veja também: “5 esquisitices da nossa via láctea  - V838 monocerotis” ou seja: em fevereiro de 2002, uma estrela ainda não reconhecida, (talvez encoberta pela poeira cósmica) há cerca de 20 mil anos-luz de nós, atingiu uma luminosidade um milhão de vezes maior do que o sol. No mês seguinte, o evento aconteceu de novo. E depois, em abril, pensou-se que era uma estrela do tipo nova, explosão que aumenta o brilho de uma estrela. Mas as novas não acontecem três vezes seguidas e depois param. Porém podem coincidir descargas de raios gama surgirem do mesmo local, como os raios atmosféricos. Esta justificativa validaria a minha sugestão das explosões serem causadas pelas descargas de raios gama extra universo. Estes raios gama podem conter também antimatéria, que seria explosivo, em contato com a matéria. Pode acontecer, que uma descarga de raios gama, sobrecarregue a estrela com muita energia extra, aumente sua rotação e cause sua explosão. Uma força centrifuga maior que a força centrípeta provocaria a explosão da estrela. São muitos os motivos que podem provocar uma explosão. Se não causar sua explosão total, pode transforma-la em um magnetar, estrela de neutrons, etc.  
Veja na internet: “simulação 3D mostra explosão de supernova”, onde diz: é muito raro se observar uma supernova de verdade - foi só uma em 380 anos. Toda vez que houver transformações, haverá emissão de raios gama, raios cósmicos, antimatéria, neutrinos, etc. E= mc²(desintegração de matéria), m=e/c² (explosão de raios gama) e c²=e/m (ação de buracos negros). Esta parte do comentário é a mais polemica, mas não poderia ser diferente. Nada está totalmente explicado ainda. Existem muitas dúvidas sobre supernovas que ainda não foram esclarecidas. Segundo "Avishay Gay-Yam", nós realmente não sabemos muito sobre supernovas. Veja na internet: Fermi detects chocking surprise from supernova´s "little cousin".
Por que as nebulosas são diferentes umas das outras? Toda explosão tem um padrão próprio. Isso, em meu entender, se deve ao ponto em que os raios gama atingem as estrelas (polar ou meridional), sua rotação, sua idade, tamanho, etc. Veja na internet: "Confirmada explosão cósmica mais brilhante já vista".
As descargas de raios gama, são o que existe de mais energético no universo e isto seria o que conhecemos por big bang. Portanto, existe uma infinidade de "bigs bangs" responsáveis pela criação e manutenção do crescimento do universo. Cada descarga de altíssima energia (com trilhões de graus centígrados) transforma-se em plasma e depois em micro partículas de matéria que se aglomeram, enquanto outras descargas iniciam outros processos semelhantes e interferem uns nos outros e seguem a entropia normal do universo, isto é, formam-se estrelas, aglomerados de estrelas, quasares, galáxias, etc.
Estas descargas eletro magnéticas, com grandes quantidades de raios gama e talvez antimatéria (a confirmar), geram campos de energia sob intenso calor (alguns poucos trilhões de graus centígrados), emite muitos fótons e campos magnéticos muito intensos que provocam uma interação capaz de transformar energia em matéria. Talvez seja capaz também, de esterilizar galáxias próximas, impossibilitando a vida nestas regiões, desintegrar corpos celestes próximos, explodir estrelas, novas ou velhas (super novas), transformando-as em nebulosas e ainda provocar pequenas explosões solares, a distancia como provavelmente acontece com nosso sol (tormentas, tsunami solares, super flash, etc.) E é bem possível que sejam responsáveis por algumas extinções em massa, ocorridas no passado do planeta terra, assim como pela explosão mal explicada de tungusca, na Sibéria central em 1908. Não foram encontrados meteoritos nem cratera que comprovassem explosão do meteoro. Seria também responsável pelos sprits, Elvis, etc. (raios superiores às nuvens), pelos fenômenos lunares transitórios (clarões
lunares), criar magnetáris, pelas rochas magnetizadas da lua, que é atualmente um mistério, chamados de "dynamo lunar". Seriam também responsáveis pelas indecifráveis bolas de fogo (ou bolas de luz) ou relâmpagos globulares. Estas bolas de luz são sensíveis a campos magnéticos.
Existem fotografias de queda de raios, em que aparece, por frações de segundos, dezenas de bolas de luz no ambiente. Só que, com raios gama a permanência destas bolas é bem maior. Isto, às vezes, é confundido com OVIN's. Veja também os casos registrados na bíblia e em lendas antigas. Veja o artigo que fala sobre bolas de fogo ou bolas de luz. 

Seria responsável também, pela "explosão da baleia (cachalote), em Taiwan", OVIN  (ufo), nevoeiro eletrônico (apelido dado a uma energia misteriosa e muito forte que foi detectado, quando um piloto atravessou o triangulo das bermudas), aconteceu também em "Caneto na Itália", acidentes aeronáuticos misteriosos não explicados convenientemente, danificando bussolas, computadores e instrumentos, causando descontrole das aeronaves (ex: talvez o voo da aeronave 447 da air France em 2009 e outros). Acidentes de transmissão de energia elétrica (apagões), acidentes ocorridos no triangulo do dragão, terremotos, o caso da morte mal explicada de Jeannie Saffin, que sofreu combustão espontânea em frente a testemunhas. Neste e em outros casos parecidos, a combustão espontânea se deu de dentro para fora do corpo, preferencialmente nas gorduras corporais. Isto sugere que se trata provavelmente de micro-ondas, provenientes de raios gama e talvez antimatéria (o que provocaria uma explosão de energia). 
Atravessa paredes sem deixar vestígios, são feixes concentrados, de diâmetro e intensidade variados e não fazem barulho como os raios atmosféricos. Veja na internet: “combustão espontânea”.

Veja também o caso que apareceu no dia 4 de maio de 2007 na aldeia de kurmagram, no estado indiano de bengala ocidental. Foram encontrados cinco elefantes mortos de maneira misteriosa, agrupados em uma clareira, próximo de um rio. Eles estavam com os corpos chamuscados pelo calor, olhos congestionados, sem marcas de raios pelo corpo e não foram envenenados. Veja na internet: "misteriosa morte de cinco elefantes em bengala ocidental".
O caso da “Morte de peixes no rio acre”, não deixa dúvidas. Abriram um ainda vivo, agonizando e descobriram queimaduras internas. Isto só pode acontecer com micro-ondas. Enviado por "Altoacre notícias em 26/07/2010". Aconteceu também com pássaros, rebanho de ovelhas, etc. Veja também o caso do "terremoto do céu" nome dado (impropriamente) ao ar aquecido, acima de 400 graus centígrados, que aparecem por poucos segundos. 

Estes gases quentes causam uma região com baixa densidade do ar e isto pode provocar turbulências em aeronaves, mesmo com tempo claro e sem nuvens, como aconteceu com o avião da TAM, em setembro de 2013, num voo entre o Brasil e Madri. Talvez seja responsável também pelo caso do lago nyos, em Camarões, na Africa, sobre a eliminação de CO2 do fundo do lago, pois muitas pessoas apareceram com queimaduras na pele. Também a eliminação de hidreto de metano do fundo do mar no triângulo das bermudas, provocados, talvez, pelas descargas de raios gama ou vulcão, provocando bolhas na água, diminuindo sua densidade e ser responsável por afundamentos de navios, abandono de embarcações e de barracas em acampamento, devido a queimaduras no corpo e interferência na mente das pessoas.
Deve ser responsável também pelos ruídos sonoros (explosões esporádicas na atmosfera sem motivos aparentes), apelidados de "Canhão Leucênico".  
Tem muitos mais casos não catalogados. Várias pessoas relatam que sofreram queimaduras por luzes estranhas vinda do céu. Veja na internet: "mistério na ilha de colares, Amazônia".  Neste caso parece que foi varrida por feixes de raios gama, provenientes de quasares, galáxias, magnetáris, etc. Talvez raios gama de mais baixa intensidade, provocando morte em duas pessoas. Infelizmente não consta que foram feitas autópsias e não se sabe o estado de saúde das pessoas (principalmente a saúde mental), pois os raios gama podem afetar o cérebro e causar ilusões de abdução, viagens no tempo, etc. Sabe-se apenas que o capitão Holanda (comandante da operação "prato"), apresentou problemas mentais em 1997 e apareceu morto (suicídio?). É necessário que se analise este caso sobre este novo aspecto científico. Caso semelhante aconteceu em "Caneto", na Itália. O caso de encalhes de baleias, golfinhos e outros, nas praias, podem ser atribuídas a estes raios cósmicos (afetam o cérebro).
Uma câmara de segurança fez um  vídeo na indonésia, que poderia ser uma descarga de raios gama. Veja: “suposto anjo aparece em praça na indonésia”. 
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=BT0BeGtJZwc 





Anjo não provoca rachaduras no solo 

Se você quiser, poderá encontrar mais detalhes em outros vídeos, como rachaduras no piso, filmagem com câmara térmica etc.
Pode ser que seja responsável também pela aparição de vida na terra e pelas transformações nos seres vivos (modificações no DNA), etc. Especulando um pouco mais, podemos dizer que também seria capaz de ter explodido o nosso sol, parcialmente, lançando no espaço um anel de matéria que mais tarde daria origem aos planetas.
Dizem que estrelas velhas e supermassivas entram em colapso, explodem e geram buracos negros. Como foi dito, isto seria destruidor para o universo. Quando uma explosão deixa como consequência uma nebulosa, acredita-se que foi uma estrela que explodiu e quando não, foi um buraco negro. Além do mais, existem estrelas velhas e monstruosas que não desabaram sobre si, ao passo que estrelas menores e mais jovens já desapareceram. Isto não faz sentido. Veja na internet: "estrela magnética desafia teoria dos buracos negros", ou seja:
em 18/08/2010, foi publicado que os astrônomos europeus mostraram, pela primeira vez, que uma estrela magnética se formou a partir de uma estrela com pelo menos 40 vezes a massa do sol. O resultado desafia as atuais teorias da evolução estelar. Até então se acreditava que uma estrela com massa desta magnitude deveria virar um buraco negro. Veja o caso de uma estrela que se transformou em um diamante de 10 bilhões de trilhões de quilates. É isso que deveria acontecer com uma estrela que desabasse sobre si e não se transformar em um buraco negro ou explodir. Não vejo lógica nisto.
É provável que quando uma estrela jovem ou velha seja atingida por raios gama, ela exploda, transformando-se em nebulosa. Quanto mais velha é uma estrela mais chance tem de ser destruída, devido ao tempo que ficou exposta. Entretanto existem estrelas que parecem mais velhas que o universo e continuam inteiras. "Isto pode significar que estamos errados e que as teorias que conhecemos precisam ser revisadas" declarou Avishay Gay Yam, do instituto Weizmann de ciência, em Israel, sobre a explosão de uma estrela junto com a teoria. Veja na internet: "explosão de uma estrela junto com a teoria".  Estas descargas devem conter também antimatéria que causaria uma grande explosão ao se chocar contra a matéria.
Veja na internet: "Por que nossas supernovas não explodem?" Não vejo porque uma estrela que se condensa pela força de sua gravidade deva explodir. Ela pode se condensar e até mesmo se tornar uma estrela de nêutrons ou diamante, mas explodir por este motivo não vejo lógica. Se fosse assim, poderíamos explodir matérias usando-se uma prensa gigantesca (não se falam em criar mini buracos negros?). Existem corpos celestes solitários, monstruosos, apagados e frios, vagando pelo universo como buracos negros planetários ou estrelares e isto poderia ser o fim das estrelas que não explodiram. Esses buracos negros captam matérias do universo à medida que caminham no espaço e vão aumentando de tamanho. Podemos notar uma atmosfera muito densa à sua volta. São esses buracos negros que podem explodir ao se chocarem com outros astros do universo (veja a nebulosa IC4406). Ao que parece, foi um choque entre dois corpos sólidos ou semi sólidos.
 Veja na internet: "astrônomos descobrem uma nova classe de buracos negros". Por que existem tantas diferenças na aparência entre as explosões de supernovas? Deveriam seguir um padrão próprio. 

Estamos numa zona privilegiada do universo, isto é, afastado dos raios gama mais perigosos do espaço extra universo e longe das radiações do centro da galáxia. Esta região da galáxia é propícia para a vida.
Em 1985, foi observada, pela primeira vez, uma super nova de 140 anos de idade, pelo professor de física, Stephen P. Reynolds da universidade estadual da Carolina do norte, nos EUA. Esta observação sugere que não são só estrelas vel
has e ou massivas que explodem. Há pouco tempo foi descoberta uma espécie de bolha cósmica (como bolha de sabão), provavelmente explosão de uma estrela recém nascida. A meu ver, uma nebulosa originada de uma estrela jovem tem um aspecto limpo e esférico, com possibilidades de desaparecer mais rápido; já o originado por uma estrela velha, apresenta-se disforme e sujo, como as nebulosas da formiga, olho de gato, ampulheta, hélice, etc., pois apresentam mais matérias complexas em seu interior. Não são só estrelas que podem explodir; planetas e buracos negros planetários (ou estelares) também podem sofrer estes danos. Veja o que foi publicado em 12/10/2010 por newsletter@sciencedaily.com, uma estrela gigante de uma galáxia distante, recentemente terminou a sua vida envolta com um pó em vez dos típicos bangs. Note que a nebulosa "IC4406", com uma aparência de um quadrado e muito densa, tem um aspecto de que era um corpo sólido que explodiu.
Foi publicado em 5/3/2010 em ciência hoje, um artigo que diz: nebulosas de estrelas jovens descobertas na constelação de “Orion” -- o european southern observatory apelidou-a de “morcego cósmico”.
Estas descargas (raios gama) cuja temperatura  chega a uns poucos trilhões de graus centígrados, se comportam como raios, penetrando fundo no universo, mas raramente chegam com perigo ao nosso planeta. Nem todas as explosões de raios gama, provocam estas catástrofes, muitas delas, as de mais curta duração, são apenas descargas el
etro magnéticas normais que não encontraram um grande obstáculo a ponto de impedir seu trajeto, ao centro do universo. São, portanto dois tipos principais de supernovas: nº 1 e nº 2 (existem outros), dependendo do que for encontrada a sua frente. O satélite Beppo,em 1977 foi o primeiro a observar que os GRB's longos, acontecem na direção de galáxias, sugerindo que encontraram um corpo celeste. Nossa galáxia está situada a uma distancia segura dessa irradiação extra universo. No passado esteve mais próxima. Isto seria um impedimento para a vida em galáxias distantes (periferia).
Recentemente a NASA detectou um forte som no espaço profundo, que desafia crenças ou qualquer explicação, segundo Alan kogut, do centro espacial Goddard, nos EUA. Eles não sabem a origem deste estrondo. Segundo explicações, eles esperavam ouvir um fraco som da radiação de fundo e ouviram um estrondo seis vezes maior que o esperado. Isto, em minha opinião, é o ruído de uma descarga de raios gama, que por coincidência foi direcionado para o detector e foi registrado pela primeira vez. Mais detalhes no Google, em: mais mistérios na cosmologia e NASA mais mistérios na cosmologia.
Capitulo - 8
Bóson de higgs
Buraco negro (grávitons)
Matéria escura

Acharam um boson em dezembro de 2013. Seria o boson de Higgs? Pode ser um similar. O boson de higgs foi uma das grandes motivações para a construção do HLC. Encontra-lo seria uma grande justificativa para a despesas feitas. 
O que é o boson de Higgs?
O boson de Higgs seria como uma piscina, que criaria as dificuldades para que um corpo ganhasse velocidade, ou uma roda girando em alta rotação, se oporia a mudanças de direções. Para mim, o boson de Higgs, ainda está indefinido.
A energia eletro magnética que geram os raios gama (primeira força básica da natureza), provocam uma interação, que faz nascer à força nuclear forte, que serve para unir fortemente as partículas e a força nuclear fraca, responsável pela instabilidade das partículas, como decaimento, radioatividade, etc. Estas duas forças são a 2ª e a 3ª forças básicas da natureza, responsáveis pela criação da matéria e da gravidade (a quarta força básica da natureza). São criados aí, os raios cósmicos. Estas partículas atômicas viajam em altas velocidades pelo universo. Esta condição de campo elétrico, campo magnético, vácuo e alta temperatura (descargas eletromagnéticas), a meu ver poderia ser um dos motivos para o surgimento do bóson de higgs, o campo que dá origem as partículas com massa. É assim que a teoria padrão define o boson de higgs (uma partícula que dá massa às outras partículas). Se é assim, o que dá massa ao boson de higgs?
Sabemos que as partículas têm um movimento giratório (spin) e isto cria uma força centrífuga e, portanto uma gravidade (força centrípeta). A força gravitacional  daria massa às partículas e isto poderia ser o "bóson de higgs". Partículas subatômicas sem massa não devem ter rotação (spin). Quanto mais veloz você está, mais pesado você fica.
Seriam três condições para que uma energia agisse como matéria e causasse mistérios. Seriam elas: a força gravitacional do universo, uma energia responsável pela ilusão da matéria escura (será mostrado a seguir). A energia gravitacional de uma galáxia, que seria o buraco negro (aparentemente maciço sem ter massa) com seus supostos grávitons. Seria um centro oco com uma forte força gravitacional e magnética e o spin de uma partícula subatômica, que seria o bóson de higgs, uma energia que agiria como uma força gravitacional eletro magnética ou gravidade quântica  que daria massa às partículas. Grávitons, bóson de higgs, matéria escura, buracos negros, seriam a mesma coisa em escala de tamanhos diferentes.
Bóson de higgs - Gravidade quântica
Buraco negro - Gravidade galáctica
Matéria escura - Gravidade do universo.

Com o surgimento da segunda e terceira forças básicas da natureza, surgiu a matéria e portando a gravidade.
Agora sim, temos a matéria primordial; matéria sem antimatéria. Não existe a paridade neste caso. O universo não nasceu da desintegração de um átomo. É disto que nosso universo é feito; só de matéria; não adianta procurar antimatéria em nosso universo porque ela não existe normalmente. Existe sim, na periferia dos buracos negros (nas galáxias), onde existem colisões entre partículas de alta energia c²=e/m (por alta rotação) e isto geraria também "antimatéria" (não comprovado ainda). Esta antimatéria desapareceria em contato com a matéria existente no universo, logo que é produzida e é emitida em forma de jatos de energia pelo horizonte de eventos (falta comprovação). Falaram ha pouco tempo que foi descoberto um cinturão de antimatéria ao redor do planeta terra (este absurdo ainda carece de confirmação). Matéria convivendo com antimatéria é coisa impossível de acontecer; só se a antimatéria for confinada em um ambiente especial. O campo magnético da terra também abriga matéria espacial, não entendo como isto é possível.


Criada à massa, surge à gravidade; a quarta e ultima força básica da natureza. Assim, foi responsável pela aglutinação das partículas recém-formadas no universo. Não existiu a superforça. Com a gravidade surgiram as estrelas, as galáxias, os buracos negros, os planetas, os asteroides, os cometas, os meteoritos, o movimento giratório e com isto a força centrífuga, responsável pela modificação do formato do universo de redondo para elíptico (ver figura).
No interior do universo, uma grande parte destas micro partículas livres se uniram para formarem partículas cada vez maiores, até chegarmos aos quarks, que se uniram para formarem prótons e nêutrons, que se associaram aos elétrons, dando origem aos primeiros átomos. O próton se uniu ao elétron dando origem ao átomo de hidrogênio; o verdadeiro átomo primordial; este átomo é o mais abundante na natureza. Deste ponto em diante conhecemos toda a história, mas não custa recordar. Para isso faremos um breve comentário: o átomo de hidrogênio é tido, aqui, como átomo primordial, porque ele é o mais simples dos átomos, com apenas um próton e um elétron em sua órbita, sendo um dos primeiros átomos a se formarem na natureza e em grande quantidade. Uma nuvem destes átomos, quando adquire certo volume, a força da gravidade atua e concentra este gás em um núcleo que se aquece a milhares de graus centígrados e formam as estrelas. Esses sóis fundem o hidrogênio no interior de seus núcleos transformando-o primeiramente em hélio, depois em carbono e em todos os átomos existentes na natureza e assim, responsável por tudo que existe no universo, inclusive a vida. É isto que diz a teoria padrão, mas pode não ser verdade. As matérias pesadas são produzidas na periferia do universo com os raios cósmicos (ver inicio no capítulo 7).

Capitulo - 9

 BURACO NEGRO


As estrelas se formam e se atraem, formando um aglomerado de estrelas. As estrelas deste aglomerado possuem movimento de rotação e translação, como consequência natural das leis do universo. Pode ser comparado a peixes girando, formando um cardume esférico. As estrelas se formam devido à concentração de gases e partículas, mesmo no interior das galáxias. 

A força de gravidade de cada estrela interage entre si, e interfere no somatório geral, que se reflete no centro do aglomerado, dando a este, uma aparência de super maciço sem ter massa. É apenas um espaço vazio denominado buraco negro com grande força centrífuga e uma grande força centrípeta (gravidade). O centro de gravidade de um corpo é o somatório das gravidades de todas as partículas que compõem este corpo e um aglomerado de estrelas ou uma galáxia pode ser comparado a um corpo sólido, neste aspecto. Aí surgem as dúvidas: por que gira? Qual o sentido de rotação? Tudo isto é devido à força gravitacional. Não entraremos em detalhes. Isto não tem o menor interesse no momento.
A força de gravidade, maior no centro, faz este centro girar com velocidade maior e arrasta o restante do aglomerado de estrelas. Esta rotação faz o aglomerado se achatar pela força centrífuga, inclusive o buraco negro, transformando-o em galáxia e o movimento giratório, mais intenso no centro, faz surgir um vazio devido à força centrífuga. Este centro, totalmente oco é denominado buraco negro, aparentemente maciço sem ter massa (no caso do buraco negro galáctico). Isso também gera um campo magnético que pode influir no fóton e causar a escuridão do buraco negro. Seria como as manchas solares (manchas escuras) que são provocadas pelos campos magnéticos do sol. O olho de um furacão também é visto escuro. Quanto maior a rotação, maior será a força magnética, maior será a força centrífuga e a centrípeta,  maior será o desvio da luz e mais forte será a mancha escura e a gravidade. 
A força centrífuga empurra as matérias da borda do buraco negro contra as matérias a sua frente (horizonte de eventos), causando um choque entre matérias que se desintegram e se transformam num jato de gases, energia e matérias que são enviados para o espaço (um LHC natural). Aí sim, existe a paridade. Isto é mais intenso enquanto este astro ainda é  recém-formado (um quasar) e é atenuado a seguir. Enquanto a periferia do buraco negro, não atingir um equilíbrio ou uma velocidade correta em relação ás estrelas da galáxia; as matérias continuarão se chocando, se desintegrando gerando "antimatéria" e emitindo jatos de gases e energia para o espaço (c²=e/m). Mesmo em equilíbrio, emitem uma névoa de raios gama e raios x (em forma de bolhas), como acontece com a via láctea. Os buracos negros crescem, conforme aumenta a velocidade de rotação destes buracos negros, ou seja: aumento da massa ou aumento da galáxia (pode ser por choque de galáxias). A força de gravidade é uma energia eterna, que pode fazer girar um buraco negro indefinidamente, fazendo da galáxia, um moto contínuo, da mesma forma que a energia eletro magnética cria a matéria infinitamente.
Se você cair no centro de um buraco negro será girado a uma velocidade muito grande, se despedaçará e seus pedaços serão  arremessados, pela força centrífuga, em direção ao horizonte de eventos. Serão desintegrados e enviados para o espaço em forma de jatos de luz e energia. A luz sai sim de um buraco negro. A gravidade não impede a saída da luz. Esta é impedida pelo campo magnético do centro do buraco negro, que desvia a luz, como as manchas negras do sol. 
A força gravitacional de um buraco negro é mais intensa na periferia, devido sua alta rotação. O formato do buraco negro galáctico não é esférico e sim achatado. Este tipo de buraco negro seria um buraco negro galáctico. Outro tipo de buraco negro seria o formado por corpos celestes mortos, como planetas errantes, estrelas de neutros, etc. Pode até atrair poeira cósmica, gases, detritos espaciais, estrelas, etc e transformar-se numa galáxia com núcleo esférico e maciço. Este tipo de buraco negro pode até explodir por excesso de rotação. Foi publicado em 21/06/2013 um artigo que diz: "Poeira ejetada de buraco negro desafia teorias". Este artigo publicado recentemente, vem confirmar minhas suspeitas.  
Um terceiro tipo de buraco negro é o virtual. Quando dois ou mais corpos celestes se atraem eles podem criar um centro de gravidade virtual entre eles e giram ao redor deste centro. Com isto, não quer dizer que corpos celestes girando ao redor de um ponto invisível, estejam girando em torno de um buraco negro. Pode ser que seja apenas um centro de gravidade virtual, criados por eles. Outro exemplo de centro de gravidade virtual é o centro de gravidade de um corpo em forma de anel. Veja na internet: "NASA coloca sondas espaciais orbitando lugar nenhum".
Outro ponto importante é dizer que a densidade de um buraco negro tende para o infinito (singularidade). Isto contraria as leis da física e dizer que o tempo para em seu interior é prematuro. Ainda se supõe que um choque entre buracos negros galácticos, causaria uma explosão e que provocaria uma onda gravitacional no universo e que poderá ser detectada, como também se pretende detectar a grande explosão do big bang, só que até hoje não se conseguiu detectar nada. Tudo isto, em minha opinião, é só especulação. O buraco negro galáctico não tem matéria em seu interior; tem uma forte força gravitacional e tem um campo magnético perpendicular à galáxia, exatamente como o   universo. (estou comparando o universo a uma gigantesca galáxia). Só que as galáxias são feitas de estrelas e o universo de galáxias. Assim também seria o mega-verso, um conjunto de universos.
 Este campo magnético do universo, poderia interferir na luz das estrelas e fazer com que fique mais escuro (vermelho) e causar a ilusão da energia escura e ainda poderia ser também responsável pelo fluxo escuro, quando visto da terra.
Não é possível que uma estrela, que tem certa gravidade, aumente esta gravidade após se transformar num buraco negro. Pode acontecer que reduza seu volume, mas a gravidade permaneça a mesma. Isto só seria possível se aumentasse, em muito, sua rotação. Pode até explodir. Isto é mais lógico.
O buraco negro é outra coisa que sofre muitas interpretações e especulações. Existem pessoas que acreditam que todo buraco negro é composto por um corpo sólido, esférico e com muita massa. Existem outras que supõem que se pode formar um buraco de minhoca e até ser possível viajar no tempo e para outros universos, etc. Tudo isto são apenas especulações, não se tem comprovação de nada. Temos que ter muito cuidado para não se deixar levar para o lado religioso ou sobrenatural, devido ao fato de não se entender o universo. Um exemplo disto é o que diz o físico Lee Smolin do Perimeter Instituto, no Canadá: "No interior de um buraco negro o tempo e o espaço acabam". A ideia de Smolin, então, é que estamos do outro lado de um buraco negro que existe em outro universo (pura especulação, em minha opinião). Nós habitamos uma região próximo a um buraco negro que é o centro do universo. As galáxias mais antigas estão no centro do universo. Este campo magnético do centro do universo poderia interferir na luz  e causar também a ilusão da energia escura e do fluxo escuro.
Quando se encontram resquícios de explosões de supernovas, se supõe, atualmente, que foi de uma explosão de estrela; caso contrário foi de um buraco negro. Outro fenômeno correlacionado é o caso observado em anéis de metal, em que existe uma pequena corrente circulando continuamente em seu interior. Existe, portanto um fenômeno observado em centros ocos, que causam estranhas interferências, como por exemplo a vibração de um elétron colocado em seu centro, o comportamento estranho do hélio líquido colocado em seu centro ou numa bacia, etc.  
Compare agora esta explicação aqui apresentada, sobre buracos negros e a explicação clássica sobre este mesmo assunto. Para começar, a explicação é feita, usando-se a mecânica quântica. Esta explicação é muito complicada, não esclarece nada, deixa muitas dúvidas e se baseia em interpretações duvidosas (revista scientific american edição especial nº 41, pag.61).
Frase de Einstein: "Todas as coisas devem ser feitas de forma mais simples possível, porém não mais simples que o possível".
Tudo isto é só a minha opinião e pode ser descartado, porque quase tudo é especulação no universo; além do mais, muita coisa escrita aqui ainda não foi comprovada.
Temos que ter uma coisa em mente: nada é definitivo no universo. Tudo muda. O que se diz hoje pode ser diferente amanhã. É assim que a cosmologia evolui.
Atualmente está se usando a teoria quântica para se tentar explicar segredos sobre o buraco negro, ainda não se conseguindo resultados satisfatórios.
Nem toda matéria primordial seguiu a evolução normal até o átomo de hidrogênio. Muitas destas matérias ficaram estáticas em várias fases desta evolução, ocupando o espaço intergaláctico do universo; assim como muitos átomos de hidrogênio que não se transformaram em estrelas, poeiras cósmica e matérias complexas, lançadas por explosões de estrelas. Isto altera a densidade do espaço e causa interferência no fóton.
O processo de criação do universo não cessou; continua acontecendo descargas eletromagnéticas (raios gama) e a produzir matéria de vários tipos, na periferia, indefinidamente.
As galáxias crescem se alimentando de gases e poeira cósmica de sua periferia; isto foi publicado em 14/10/2010, por newsletter@sciencedaily,com. 
Isto está sendo atribuída à formação de matéria escura.
O universo também cresce, absorvendo matérias recém formadas na periferia do universo.
As descargas eletromagnéticas na periferia do universo produzem uma larga gama de irradiação do espectro eletromagnético, como “raios gama” com descargas super potentes em pontos aleatórios do universo, gerando campos magnéticos muito intensos, raios x, ondas de rádio, neutrinos, uma quantidade enorme de fótons e estes fótons podem gerar partículas e, portanto, matéria. As matérias muito energéticas geradas com estas descargas, como as magnéticas (ferro), são arremessadas com violência pelos campos magnéticos fortíssimos e seriam os raios cósmicos, alguns deles de altíssima energia. Veja na internet: "Os raios cósmicos formam matérias pesadas que abastecem as galáxias da periferia do universo".
Segundo o físico Gustavo Medina Tango, do instituto de astronomia atmosférica da USP: acredita-se que as partículas muito energéticas poderiam ser aceleradas pela ação de campos magnéticos muito intensos, em grandes regiões do espaço, mas são poucos os objetos cósmicos conhecidos que preencham tais condições (até agora). Artigo extraído da revista Galileu nº 160 de nov. De 2004 pg. 58. Para maiores detalhes, sugiro a leitura da revista scientific american ano 6, nº68, de janeiro de 2008. - universo extremo, pg. 44.
Essas descargas eletromagnéticas (raios gama) são responsáveis pela criação da matéria e pelo ruído de fundo detectado por Arno Penzias e Robert Wilson (coco de pombo) e atribuído erradamente, a meu ver, ao eco do big bang. Isto foi apenas uma coincidência. Procuravam por uma radiação e se encontrou outra igualmente satisfatória, que nos enganou por décadas. Essa irradiação permanece até hoje em atividade e para sempre. Veja na internet: "lado escuro do universo é posto em dúvida por astronomos".

A NASA está fazendo estudos atualmente, sobre esta radiação cósmica de fundo.Veja na internet: "nuvens de pó frio rodeiam nossa galáxia" e "plank revela primeira luz do universo".               
Acho que seria impossível detectar o eco do big bang agora. Seria como querer detectar agora, o eco da explosão nuclear ocorrido no Japão, durante a segunda guerra mundial. Isto só seria possível, hoje, se o observador estivesse a cerca de setenta anos luz de distancia da terra. Se ocorrer uma explosão numa determinada região, não mais será possível observar esta explosão desta região em um tempo futuro e sim somente seus efeitos deixados no local. A via láctea está localizada bem próxima do centro do universo, onde teria ocorrido o suposto big bang.
Em uma explosão como a do big bang, a parte central seria mais quente que a periferia, que se resfria rapidamente e se não temos nenhum sinal deste aquecimento, no centro do universo, e se esta periferia estiver aquecida, por bem mais de “15 bilhões de anos”, não podem ser atribuídas ao eco do big bang e sim aos resquícios das descargas eletromagnéticas sugeridas aqui (é tudo uma questão de interpretação).
O universo cresce continuamente, por acreção de matéria recém-formada na periferia, como em uma implosão contínua, ou como uma galáxia. As coisas mais antigas estão no centro, enquanto as mais recentes estão na periferia, como acontece com as galáxias (isto é repetitivo no universo). Os buracos
negros destroem a matéria, transformando-a em energia que é compensada pela criação de matéria em dose maior, nas bordas do universo. Com isso, o universo está em constante criação e destruição (se transformando). É girante e continua ativo indefinidamente; é eterno --- teve um início e nunca terá fim --- é alimentado por energia eletro magnética infinita, proveniente do espaço extra-universo, também infinito. Existe, portanto, uma eterna transformação de energia em matéria (m=e/c²). Tudo o que existe no universo, foi gerado pela energia eletro magnética, portanto, nós não somos poeira das estrelas e sim oriundos da energia eletro magnética do espaço extra-universo (até agora).
Com este novo pensamento, acredito que muitas dúvidas cosmológicas serão sanadas, como aparentemente sanei algumas delas e também será possível fazer algumas correções ou acrescentar estas e novas ideias em outras teorias mais lógicas.
Frase de Einstein: o único homem que está isento de erros, é aquele que não arrisca acertar.  
A idade do universo tem que ser repensada.
Nada impede a existência de outros universos.
Quanto às palavras em destaque como: matéria e antimatéria, raios cósmicos e bóson de higgs, sugiro ver artigo da revista Galileu n°160, de nov. De 2004 pag. 57. Estes itens continuam sem solução, até agora (talvez).
As quatro forças básicas da natureza, pelo visto, nunca estiveram unidas em uma única força (a super força), como diz a teoria padrão e sim, foram oriundas da força eletro magnética, como exposto.
Como este modelo de teoria, é baseado em muita especulação, sugiro descartar os itens que discordar e só se concentrar na parte mais importante que é: a criação do universo.
Nota: tudo isto que acabamos de ler, é só a minha opinião de acordo com a minha interpretação dos fatos. Tudo isso precisa ser comprovado. Talvez seja apenas mais umas das teorias apresentadas, como por exemplo: a teoria das cordas, estado estacionário, teoria M e outras. O importante é participar com novas ideias, a fim de decifrar este mistério tão antigo quanto à humanidade.
Se esta proposta for comprovada, concluiremos que, para termos as partículas iniciais da formação da matéria, não é necessário o uso do acelerador de partículas (LHC) e sim uma descarga eletro magnética, de onde estas partículas são formadas. As partículas obtidas pelo LHC, talvez não sejam as mesmas geradas pela descarga eletromagnéticas, pois uma é proveniente da desintegração da matéria e a outra é da criação da matéria. A energia e a matéria escuras, a exótica, a força cosmológica, etc., talvez possa ser abolida de vez. Muita coisa pode mudar. Não estou querendo provar nada; apenas mostrar outro caminho para solucionar este mistério que é o universo.
O problema da expansão ou contração do universo, só poderá ser percebido corretamente, por um observador do lado de fora do universo. Se estiver do lado de dentro, que é o nosso caso, ele terá dupla interpretação, porque não terá um ponto fixo de referencia. Este é o caso de dois trens parados em uma estação. Se um deles começar a andar, você não saberá qual está andando e qual ficou parado; após aparecer a estação, como fonte de referência, saberemos a verdade. 

Frase de Einstein: "Toda a nossa ciência, comparada com a realidade, é primitiva e infantil. É, no entanto, é a coisa mais preciosa que temos".

Capitulo - 10

- Matéria Escura.
Matéria escura é uma forma de matéria que só interage gravitacionalmente. Como foi dito acima, a gravidade de um corpo é o somatório das gravidades de todas as partículas que compõem este
corpo. Podemos ver também que o centro de gravidade de uma galáxia (buraco negro) é, grosso modo, o somatório das gravidades de todas as estrelas que compõem esta galáxia. O mesmo se aplica ao universo, ou seja: o centro de gravidade do universo seria grosso modo, o somatório das gravidades de todas as galáxias que compõem este universo. Portanto, teremos um fortíssimo campo gravitacional, que agiria proporcionalmente em todas as galáxias, influindo em seu movimento giratório, justificaria a gravidade total dos aglomerados de galáxias e explicaria outros fenômenos correlacionados. Isto seria uma gravidade extra, interferindo na gravidade das galáxias. Assim, seu efeito seria como se fosse uma massa extra, imaginária, denominada matéria escura, que é nada mais nada menos que a força de gravidade do universo e por este motivo não pode ser detectada, pois se trata de uma energia. A força de gravidade do universo está concentrada no centro do universo. Seria como o centro de um saco de batatas. Cada batata tem seu centro gravitacional, mas a soma destes centros gravitacionais seria o centro gravitacional do saco de batatas.
 Este centro gravitacional do universo, atrai todas as galáxias para este ponto (Grande Atrator Vigor). A gravidade é mais forte no centro do universo e menos intensa na periferia. Este é um dos motivos para que as leis físicas sejam diferentes para cada ponto do universo.
Esta força de gravidade extra (matéria escura) pode ser usada para, talvez, tentar explicar o caso do "efeito casemir".
Agora, aparecem astrônomos dizendo que a matéria escura pode não existir. Isto foi citado no "boletim eletrônico em inovações tecnológicas", no dia 30/11/09, sob o título de: “a lei da gravidade revisada pode dispensar a matéria escura”.
Eu já dizia isto ha muito tempo e talvez agora isto esteja sendo confirmado.

Capitulo - 11
- Energia Escura
Como não existe a expansão do universo (as galáxias não se afastam para o infinito), também não existe a tal da energia escura. A energia escura, em minha opinião, pode ser devido aos efeitos da poeira cósmica, como explicado acima, ou uma espécie de sub partícula, praticamente invisível, gerada por ocasião da formação da matéria (exemplo: neutrinos, gazes e outros), que aumentaria a densidade do universo e ou efeitos magnéticos, por isso indetectável e que faça parte da poeira cósmica e que filtraria os raios azul e ultra violeta. Como podemos observar, não existe a energia escura e temos que arranjar um meio de provar que este redshift é uma ilusão de ótica. Veja em: 
science daily (1 de fevereiro de 2008) - na universidade de St Andrews os astrônomos acreditavam que o problema da matéria e energia escuras seria resolvido ao mesmo tempo. Isto acaba de acontecer aqui (acredito). O fluxo escuro pode ser uma visão através do campo magnético da nossa galáxia que desviaria o fóton e tornaria esta visão mais escura (mais vermelha), daquela área.
Frase de Einstein: “grandes almas sempre encontraram violenta oposição de mentes medíocres”.
Agora tudo parece muito simples e sem grandes mistérios.
Basta adotar outra teoria da criação do universo e uma nova interpretação dos fatos e tudo parece se resolver.
Será que estou certo?
Não espero receber elogios e sim críticas e severas, estou contrariando muitos cientistas, teorias estabelecidas e conceitos padronizados. É como a introdução do heliocentrismo, substituindo o geocentrismo. Ainda bem que estamos no século 21.
Como aconteceu com outros autores, também não verei o final deste debate e acho que esta teoria também não dará em nada. Por este motivo, dispensei cálculos matemáticos, tornando o mais simples possível para ser abandonado em caso de ser descartado este modelo de teoria. Quantos cálculos complexos foram feitos a troco de nada com outras teorias? 
Realmente, os  cálculos aqui não foram necessários. Pode-se usa-los, se convier, para provar erros desta teoria. Acho mais interessante.
Existem teorias que levaram décadas para serem reconhecidas e outras que apesar de serem comprovadas matematicamente não foram aceitas por falta de evidências observáveis. Aqui só foi usada uma fórmula básica (e=mc²) e muitas evidencias com outras interpretações e outra física mais lógica.
Devo ter cometido alguns erros, porque me estendi demais em certos assuntos. No universo, nada é definitivo, tudo pode ter várias interpretações.

Muitos erros já foram cometidos e continuam acontecendo. Devem ser necessários alguns ajustes para melhorar este relatório.  A minha principal intenção é mostrar que não existiu o big bang e que o universo não se expande. O resto são detalhes para justificar minha proposta e pode ser descartado, pois não interfere na ideia principal (o nascimento do universo).
Frase de Einstein: quem nunca errou, nunca experimentou nada de novo.
Será que o universo é realmente mais simples do que se imagina? Temos que pensar num universo lógico, simples, com leis lógicas e não complexas e indecifráveis.
Por que a teoria do big bang é a mais aceita no momento?
Porque ela é a que melhor atende as necessidades, muito embora não possa resolver todos os mistérios do cosmos e se complica demais. Já a teoria exposta aqui é uma teoria bem modificada, que parece solucionar estes mistérios. 

Capitulo - 12

- Conclusão:
Se você não concordar com alguma coisa escrita aqui, pode descartá-la e seguir o que achar lógico, porque não deve interferir na ideia principal que é: 
O universo teve sua origem do nada. O nada absoluto não existe, pois se existisse, não estaríamos aqui. Sempre existe alguma coisa para originar outra. Nada se cria nada se perde, tudo se transforma. Portanto o nada seria a inexistência de qualquer coisa palpável (matéria). A inexistência tem uma definição: é a existência de coisas abstratas e ausentes como, por exemplo: a inexistência de calor  (seria o frio extremo), da pressão (o vácuo) e da luz (escuridão), além do espaço, do tempo, etc. São coisas não palpáveis que deram origem a energia potencial extra universo (talvez devido a micros universos inferiores).
O universo pode  ser definido como originado da não existência, que originou a sua existência.
A inexistência da umidade ocasiona u
m excesso de descargas eletromagnéticas no ambiente.
Esta  energia concentrada em um espaço infinito, por um tempo também infinito, acabou gerando um mutante desta energia (isto é comum acontecer na natureza), que deu origem a uma centelha (ou uma explosão por antimatéria), que por sua vez deu início a uma super forte “implosão” eletro magnética (raios gama), transformando energia em matéria, (m=e/c²).  Estas descargas uma vez iniciadas, não mais cessaram. O calor da primeira descaga ajudou às descargas eletromagnéticas subsequentes. 
Acontecem até hoje e para sempre. Foi como se a matéria formada fosse o polo oposto da energia extra universo, atraindo as descargas de raios gama, como o planeta terra atrai os raios atmosféricos, formados nas nuvens e dando a impressão de que estes surgiram do nada.

 Assim começou a surgir a matéria que encheu todo o universo. Isto continua acontecendo até hoje e para sempre. Só que estas descargas tornaram-se cada vez mais intermitentes, a medida que após uma descarga, se formava um espaço rarefeito de energia que precisava de um certo tempo para se recompor (suposição minha). Portanto, o universo nasceu de uma centelha que se transformou em uma mega implosão eletro magnética (m=e/c²). Criou-se uma bola de plasma que cresceu continuamente e atingiu atualmente um tamanho descomunal. Hoje estas descargas, que eram continuas (não comprovado ainda) se transformaram em pulsantes a um intervalo de aproximadamente um segundo como descargas de raios gama. São cerca de 30.000.000 de descargas por ano. O universo seria como uma estrela, formando matérias diversas em seu interior. Seria também como uma cópia de uma galáxia. Seu interior se esfriou e o plasma ficou na periferia, mantido pelas descargas eletromagnéticas (raios gama) e hoje é visto como radiação cósmica de fundo ou eco do big bang (ver foto fornecida pelo
 satélite WMPA). Em seu interior as micro partículas recém formadas foram se aglutinando pela força da gravidade, formando principalmente gases como o hidrogênio que deram origem as estrelas, que por sua vez originaram os aglomerados de estrelas, que se transformaram em quasares e finalmente em galáxias, caracterizando a entropia do universo e justificando toda a matéria existente e o seu equilíbrio térmico.
Dizer que o vácuo quântico é capaz de gerar matéria é pura fantasia. O vácuo quântico não tem energia nem para acender um "led".
Nada impede que existam outros universos como o nosso, ou mesmo um multiverso ou megaverso (seria  uma continuação, pa
ra cima, do sistema de órbitas, como existe o para baixo).
Em fevereiro de 2007, iniciei este trabalho que foi sofrendo modificações até a condição atual. O blog foi lançado em novembro de 200
9, sofreu danos em março de 2010 e foi recuperado.
Frases de Einstein: 1- "a imaginação é mais importante que o conhecimento". 

2- "pouco conhecimento é uma coisa perigosa, muito conhecimento, também".
T
anto Einstein pode ter sido vítima deste excesso de conhecimentos quanto eu pelo pouco.
Este relatório está longe da perfeição, mas é um alerta para a necessidade de se pensar diferente e convidar as pessoas a aperfeiçoá-lo. A fim de evitar que este blog torne-se quilométrico, vou receber comentários pelo meu e mail: acarvalhal@oi.com.br
Pode acontecer de um e mail não ser recebido. Insista!
Após ter escrito meu blog, fui avisado por um físico que o leu e me falou do blog: "www.bigbangneverhappened.org - Fique muito contente, pois teria encontrado outro autor que teria a mesma ideia que eu, apenas com algumas diferenças. Acho mesmo que o caminho certo é este (sem o big bang).

Citarei agora um trecho do blog de Eric j. Lerner.     (é melhor ler artigo original, em inglês) 

BIG BANG NUNCA ACONTECEU


Em 1991, nunca meu livro, o big bang nunca aconteceu (vintage) provas, que apresentou a teoria do big bang foi contrariada por observações e que uma outra abordagem, plasma cosmologia, que a hipótese de um universo sem começar ou terminar, muito melhor explicou o que nós sabemos de o cosmos. O livro desencadeou um debate considerável. Desde então, as observações têm apenas confirmado essas conclusões, embora o big bang continua sendo de longe a teoria mais aceita da cosmologia.
Este site fornece uma atualização sobre as provas e do debate sobre o big bang, incluindo a última revisão técnica e uma resposta a uma crítica de grande circulação, bem como uma lista de leitura técnica, um relatório sobre um recente workshop e links para outros sites relevantes , incluindo um que descreveu o meu próprio trabalho sobre energia de fusão, que está intimamente ligada ao meu trabalho em cosmologia.


Quais são as evidências contra o big bang?

Abundância de elementos leves prever densidades contraditórias
a teoria do big bang prevê que a densidade de matéria comum no universo da abundância de elementos leves poucos. No entanto, as previsões de densidade feita com base na abundância de deutério, lítio-7 e hélio-4 estão em contradição uns com os outros, e essas previsões têm piorado a cada nova observação. A chance de que a teoria está certa é agora menos de uma em cem trilhões.
Em larga escala vazios são muito antigas


A teoria do big bang prevê que nenhum objeto no universo pode ser mais velho do que o big bang. No entanto, os vazios de grande escala observada na distorção de galáxias não pode ter sido formado no tempo desde o big bang, sem resultar em velocidades da atual galáxias muito acima dos observados. Dadas as velocidades observadas, esses vazios deve ter pelo menos 70 bilhões de anos para formar, cinco vezes desde que a teoria de tempo desde o big bang.

Brilho superficial é constante.
Uma das previsões marcantes da teoria do big bang é que a geometria ordinária não funciona em grandes distâncias. No espaço ao nosso redor, na terra, no sistema solar e da galáxia (não expansão do espaço), como objetos se afasta, eles se tornam menores. Uma vez que a distância se correlaciona com redshift, o produto de tamanho angular e desvio para o vermelho, de q a z, é constante. Da mesma forma o brilho da superfície de objetos, brilho por unidade de área no céu, medido como fótons por segundo, é uma constante com o aumento da distância de objetos semelhantes.
Em contraste, o universo em expansão do big bang prevê que o brilho de superfície, definido como acima, diminui à medida que (z +1) -3. Objetos mais distantes, na verdade deve aparecer maior. Mas as observações mostram que na verdade o brilho superficial das galáxias até um redshift de 6 são exatamente constante, como previsto por um universo em expansão e não em contradição flagrante com o big bang. Esforços para explicar essa diferença pela evolução - galáxias iniciais são diferentes daquelas hoje - levar a previsões de galáxias que são incrivelmente brilhante e denso ".
Demais entidades hipotéticas - matéria escura e energia, inflação
a teoria do big bang requer três entidades hipotéticas - o campo de inflação, não-bariônica matéria (escura) e o campo de energia escura para superar as contradições bruta de teoria e observação. No entanto, nenhuma prova foi confirmada a existência de qualquer uma dessas três entidades hipotéticas. De fato, tem havido muitos experimentos de laboratório nos últimos 23 anos que têm procurado não-bariônica matéria, todos com resultados negativos. Sem o hipotético campo inflacionário, o big bang não prevê um isotrópico (liso) radiação cósmica de fundo (CBR). Sem não-bariônica matéria, as previsões da teoria para a densidade da matéria estão em auto-contradição inflação, prevendo uma densidade 20 vezes maior do que qualquer predito por abundância de elementos leves (que estão em contradição uns com os outros).
Sem energia escura, a teoria prevê uma idade do universo mais jovem do que a de muitas estrelas em nossa galáxia.

Não há espaço para a matéria escura

Enquanto a teoria do big bang exige que haja muito mais matéria escura do que a matéria comum, descobertas de anãs brancas (estrelas mortas) no halo da nossa galáxia e de nuvens de plasma quente no grupo local de galáxias mostram que há bastante matéria comum para conta para os efeitos gravitacionais observados, portanto, não há espaço para a matéria escura extra.

Sem conservação de energia

O campo de energia escura hipotética viola uma das leis mais testado da física - a conservação de energia e matéria, uma vez que o campo produz energia a uma taxa Titanic do nada. Deixar de lado essa lei de conservação básica, a fim de preservar a teoria do big bang é algo que jamais seria aceito em qualquer outro campo da física.

Alinhamento do CBR com o superaglomerado local

Maior os Componentes escala angular das flutuações (anisotropia) do CBR não são aleatórias, mas têm uma forte orientação preferencial no céu. O quadrupolo e poder octopole está concentrada em um anel em torno do céu e são essencialmente zero ao longo de um eixo preferido. A direção deste eixo é idêntica com a direção em direção ao aglomerado de virgem e encontra-se exatamente ao longo do eixo do filamento superaglomerado local do qual nossa galáxia faz parte. Esta observação contradiz completamente a hipótese do big bang que originou o CBR longe do superaglomerado local e é na maior escala isotrópico sem uma direção preferencial no espaço. (teóricos big bang tem implausivelmente rotulados a coincidência da direção CBR preferenciais e direção de virgem a ser um mero acidente e que se esforçavam para produzir novas hipóteses ad-hoc, incluindo que o universo é finito só em uma direção espacial, uma suposição que inteiramente contradiz os pressupostos do modelo inflacionário do big bang, o único modelo geralmente aceito pelos defensores do big bang).

Evidência de plasma cosmologia

A teoria prediz corretamente plasma abundância de elementos leves

Plasma teoria filamentação permite a previsão da massa de objetos condensados formados em função da densidade. Isto leva a previsões da formação de um grande número de estrelas de massa intermediária, durante as formações de galáxias. As estrelas produzem e emitem para o ambiente os valores observados de 4he, mas muito pouco c, n e o. Além disso, raios cósmicos dessas estrelas pode produzir por colisões com ambiente h e ele os valores observados de d e 7li.

A teoria prevê plasma de física básica da estrutura em larga escala do universo.

No modelo de plasma, superaglomerados, clusters e galáxias são formadas a partir de filamentos de vórtices de plasma confinado magneticamente. O plasma abordagem cosmologia pode facilmente acomodar as estruturas de grande escala, e de fato firmemente prevê a partir de princípios básicos de física uma distribuição fractal da matéria, com densidade inversamente proporcional à distância de separação de objetos. Esta relação de escala fractal foi confirmada por muitos estudos em todas as escalas do universo observável. Naturalmente, uma vez que a abordagem plasma hipótese nenhuma origem no tempo para o universo, a grande quantidade de tempo necessário criar estruturas em larga escala não apresentam problemas para a teoria.

Plasma teoria de a CBR prever a absorção de ondas de rádio, que é observado

A alternativa plasma vê a energia para o ser, conforme previsto pela radiação liberada por primeiras gerações de estrelas no curso de produzir o 4He observados. A energia é termalizados e isotropized por um emaranhado de densa, filamentos de plasma confinado magneticamente que permeiam o meio intergaláctico. Tem acompanhado com precisão o espectro da CBR utilizando os dados de melhor qualidade, definido a partir do satélite cobe. Uma vez que esta teoria hipóteses filamentos que dispersam a radiação de forma eficiente mais do que cerca de 100 mícrons, que prevê que a radiação mais do que isso a partir de fontes distantes serão absorvidos, ou para ser mais preciso dispersos, e, portanto, vai diminuir mais rapidamente com a distância que a radiação menor que 100 mícrons . Tal absorção tem sido demonstrada uma comparando de rádio e de radiação infravermelha de galáxias em diferentes distâncias - a mais distante, maior será o efeito de absorção. Novas observações têm mostrado a absorção exatamente o mesmo comprimento de onda de 850 microns, tal como previsto pela teoria plasma.

O alinhamento da anisotropia CBR e superaglomerado locais confirma a teoria de plasma CBR

Se a densidade dos filamentos absorvendo segue a densidade total da matéria, como assumido por esta teoria, então o grau de absorção deve ser maior localmente na direção ao longo do eixo do superaglomerado (aproximadamente cilíndrico) local e inferior perpendicularmente a este eixo, onde menos matéria de alta densidade é encontrado. Este por sua vez significa que as concentrações dos filamentos fora do superaglomerado local, o que aumenta ligeiramente CBR poder, será mais obscurecida na direção ao longo do eixo superaglomerado e menos obscurecida em ângulo reto com este eixo, como observado.

Este relato de Eric J. Lerner serviu como um grande reforço para minhas ideias.
Veja também: The Universe does not expand por Luis Bearge Baldellou.
Afim deste blog não se tornar quilométrico, vou receber os comentários através de meu e mail: acarvalhal@oi.com.br
COMENTÁRIO FINAL

 Como existem os fanáticos religiosos, existem também os fanáticos pelo big bang.
Geralmente estas pessoas já escreveram livros e não gostariam que seus escritos fossem abandonados instantaneamente. Os que estudaram astronomia não gostariam que seus estudos, muito caros, fossem postos de lado causando-lhes um grande prejuízo. Toda modificação deve ser lenta o suficiente, para não prejudicar estas pessoas. Até aí eu acho muito justo. Por outro lado eles podem ter razão, pois muitas teorias novas podem ser descartadas logo no início e podem até voltar mais tarde, com algumas alterações. Isto deve acontecer com esta teoria.
Quando eu não tiver mais condições de repor este blog, espero que tudo não volte como antes: Volta do big bang  e dos mistérios indecifráveis (A oposição às minhas ideias é muito forte no momento). Meu consolo são as frases de "Shopenhauer" e de "Bertrand Russell", (mostradas abaixo). Muitos vídeos e artigos foram retirados recentemente da internet, pelos seus autores, dificultando a comprovação do meu trabalho.
Preciso de opiniões, principalmente críticas, para discuti-las e tentar melhorar este blog, como tenho feito sozinho até agora ou descartá-lo de vez. Tenho recebido elogios ultimamente mas nenhuma crítica ou ajuda. 
A intenção é fazer uma versão brasileira, se possível, do início do universo (coisa que ainda não temos). Se sua opinião for aprovada ou apenas citada aqui, como curiosidade para ser avaliado no futuro, seu nome poderá ser citado, se você autorizar. Como não tenho nada a perder (sou aposentado) posso me expor sem receio.
Schopenhauer disse: "Toda verdade passa por três estágios:
No primeiro, ela é ridicularizada.
No segundo, é rejeitada com violência.
No terceiro, é aceita como evidente por si própria".
Esta frase é confortante e animadora.
Frase minha (acredito):
Existem duas coisas muito importantes na natureza:
o universo e a raça humana. O que seria um sem o outro? Absolutamente nada. A coisa mais importante é administrar a conservação da raça humana, já que o universo é indomável.

Frase de Bertrand Russell O que os homens realmente querem não são conhecimentos, mas certezas".
Postado por Alberto Carvalhal Campos. 
E mail: acarvalhal@oi.com.br
Terça feira, 10/11/2009.
Informações encontradas mais recentemente que confirmam minhas ideias: 
Supernova pode ser fonte de poeira que empalidece galáxias - Redação do Site Inovação Tecnológica - 07/01/2014
Novo estudo do conjunto da galáxia Perseus uso do Japão Suzaku satélite. (31 de outubro de 2013 ) detectado em fevereiro de 2014.
Telescópio Planck recalcula idade e composição do Universo
http://www.gallup.unm.edu/~smarandache/UnsolvedProblemsRelativity.pdf 
publicado em 2013.Foi detectado na internet em fevereiro de 2014.
"Poeira ejetada de buraco negro desafia teorias" Redação do Site Inovação Tecnológica - 21/06/2013 e detectado em fevereiro de 2014.
Ars Physica - detectado em fev. de 2014.
Mais próximo, supernova mais brilhante em décadas também é um pouco estranho. publicado por newsletter sciendaily , em 27/02/2014.  
http://kuantica.wordpress.com/2009/03/26/eventos-anteriores-ao-big-bang-continuam-um-misterio/













Este artigo a seguir, não é para ser lido. Ele está sendo elaborado.

MECÂNICA QUÂNTICA
No interior de um corpo sólido, existe muita matéria compactada. Se um átomo for submetido à vibração, esta vibração será transmitida mais rápido de um átomo para o outro, que no ar (que é muito elástico). Agora imaginemos infinitos grãos de energia no vácuo. Estariam tão unidos que existiria mais grãos que espaços. A vibração (informação ondulatória) seria transmitida instantaneamente para todos os grãos que o cercam, nas três dimensões. Isto seria uma transmissão de partículas  por ondas. Neste tipo de transmissão, as partículas não saem de seus lugares e viajam como ondas. Uma onda é exatamente igual à outra que a segue e que a precede e por este motivo, aparenta estar em vários lugares ao mesmo tempo. Um exemplo seria unir em uma mesa de bilhar, várias bolas, uma colada à outra, formando um círculo cheio de bolas em seu interior. Se forçássemos a colocação de uma bola neste centro, as outras bolas seriam empurradas para fora e imaginemos que se tirássemos esta bola elas voltariam para seus lugares anteriores. É mais ou menos isto que acontece na transmissão por ondas. É por este motivo que o fóton atravessa uma fenda e duas fendas de maneira aparentemente impossível de acontecer. Acontece que nas duas fendas, são partículas diferentes de fótons que vibram em sincronismo. Estas partículas estão alinhadas na dianteira de uma onda vibratória. Elas não se duplicaram como se pensava antes, apenas são empurradas ao mesmo tempo, num movimento de vai e vem. Se comportaria como se fosse duas fontes de luz independentes e sincronizadas.
TUNELAMENTO QUÂNTICO.
O tunelamento quântico seria um empurrão destes grãos através de matérias e podem não encontrar um caminho livre. Uma partícula passando de um ambiente para outro, seria atrapalhado por matéria e pode não haver coincidência de grãos como existe no mesmo ambiente e assim pode ou não encontrar um grão para ser empurrado. Como isto é um momento de vai e vem e não encontrando um grão a sua frente, seria um movimento sem continuidade e, portanto nem todas as  informações atravessariam este obstáculo.
 AÇÃO FANTASMAGÓRICA À DISTÂNCIA
No caso de uma partícula ser comandada a distancia (entrelaçamento quântico), pode não ser uma manifestação quântica. Muitos fenômenos estranhos são atribuídos a mecânica quântica, injustamente.  
 Imaginemos uma alavanca de um segundo luz de comprimento (por exemplo), apoiado pelo centro e perfeitamente equilibrado.  Se você levantar uma das extremidades, a outra será abaixada instantaneamente e se você torcesse esta alavanca, não apoiada pelo centro, esta ação seria transmitida instantaneamente para o outro lado. Você, estando em uma das extremidades, veria em ambos os casos, os resultados acontecerem do outro lado algum tempo depois, devido à velocidade da luz. Você veria esta alavanca se torcendo até atingir seu estado normal. Outro caso é o comportamento do hélio, liquefeito, colocado no centro gravitacional virtual, ou dentro de uma bacia. Este líquido ao ser girado, não pararia mais de girar. O atrito desapareceria. Seria como um buraco negro. O mesmo no caso de dois corpos unidos por uma corda, girando no espaço. A corda seria como a força de gravidade (força centrípeta). Se a corda se partir ou for cortada, os dois corpos serão lançados para o espaço  instantaneamente, independente do ponto onde a corda se partiu ou da distancia entre os corpos. Seria como se faltasse a gravidade. Você, estando em um dos extremos, verá algum tempo depois o outro corpo ser arremessado, devido a velocidade da luz. Neste caso a velocidade da luz não seria mais a mas veloz do universo e sim a  velocidade da gravidade.