<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5969214752145540669</id><updated>2012-02-11T09:27:09.835-08:00</updated><title type='text'>Olhando o Universo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://olhandoouniverso.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5969214752145540669/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olhandoouniverso.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alberto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01600809895368243731</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__LH__o24fUY/StTdjwuIUoI/AAAAAAAAAAg/I4DhHVeK83g/S220/untitled.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5969214752145540669.post-5628549739694139385</id><published>2010-03-16T16:20:00.000-07:00</published><updated>2012-02-11T09:27:09.904-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;OLHANDO O UNIVERSO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;DESVENDANDO OS MISTÉRIOS DO UNIVERSO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;UM UNIVERSO LÓGICO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;NÃO EXISTIU O BIG BANG&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;ENERGIA ESCURA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O UNIVERSO É UMA ILUSÃO DE ÓTICA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Primeiro registro: 13/04/2007 n°: 401.117 - liv.747 fl. 227&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Último registro: 28/01/2011 n°: 518 - lv. 984 fl. 167 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Idealizado em 10 de&amp;nbsp;novembro 2009&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Ultima modificação em&amp;nbsp;&amp;nbsp; Janeiro de 2012&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5440486014645901298" src="http://2.bp.blogspot.com/__LH__o24fUY/S4B9NJRzF_I/AAAAAAAAACw/t734JK4snZw/s320/2.jpg" style="display: block; height: 204px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;Experimento do satélite COBE, Divulgado em Abril de 1992 por George Fitzgerald Smoot III (1945 -), da Universidade da Califórnia em Berkeley&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Este blog está sofrendo modificações mensalmente, a fim de se tornar atualizado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;CAPÍTULO - 1&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Frase de Einstein: Todas as teorias físicas deveriam se prestar a uma descrição tão simples que até uma criança pudesse entender.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O universo deve ser mais simples do que se imagina. Alguma coisa está errada. Não é possível que não consigamos desvendar este mistério, que é o universo. O problema, a meu ver, está na teoria do big bang. Esta teoria tem prejudicado, em muito, o raciocínio lógico e levado a erros, impossibilitando desvendar muitos segredos do universo.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Basta um pouco de imaginação para perceber, por exemplo, que o universo gira e não se expande. É tudo uma questão de ilusão de ótica. A primeira vista, parece um absurdo total, principalmente para quem está preso à antiga teoria. Observemos as evidencias: Quanto ao movimento giratório: a ciência não aprova esta possibilidade, porém as evidências são tão claras, que não podemos desprezar com facilidade. As teorias mudam, mas as evidências não. Podem apenas serem mal interpretadas. Como podemos observar, existem teorias que foram comprovadas matematicamente e que não foram aceitas por falta de evidências observáveis. A verdade é que o universo tem rotação, inclusive sua periferia, como nas galáxias. O universo pode ser comparado a uma gigantesca galáxia. Devido à complexibilidade de entendermos o universo temos a tendência de atribuir sua existência ao sobre natural. Se o universo é criação de Deus, então quem criou Deus? Tudo tem um início. Com este pensamento não chegaremos a lugar nenhum. Como a rotação do universo não tinha nenhuma relação com o big bang (se convencionou que o universo não tinha um centro), isto foi esquecido.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Existem três possibilidades de provar que o universo não se expande. A primeira delas é provar que o universo gira, muito embora isto, na prática, não possa ser usado para provar a não expansão do universo; a segunda é provar que o universo se contrai e a terceira, talvez a mais provável, é o problema da poeira cósmica que ofusca o brilho dos corpos celestes. Esta poeira cósmica filtra os raios azuis e ultravioletas, impedindo a sua passagem e deixa passar o vermelho e o infravermelho, com bastante facilidade, enganando o observador. Quanto mais distante está um brilho celeste, mais poeira cósmica encontra-se a sua frente e mais vermelho&amp;nbsp;ele é visto.&amp;nbsp;O universo está inundado de poeira cósmica.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A poeira cósmica dispersa no universo não pode ser detectada e sim,&amp;nbsp;somente nos aglomerados.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;"O universo é uma ilusão de ótica".&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Primeiramente tentaremos provar a rotação do universo, para mostrar que ele tem um centro&amp;nbsp;&amp;nbsp; (a teoria padrão nega isto).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;1 – Observemos o formato elíptico do universo. Este formato é idêntico ao de uma galáxia. Se não girasse, seu formato seria o esférico e quanto mais girar, mais se achatará (veja ilustração acima). Quando os corpos se aglutinam e se fundem, seu formato tende para o arredondado e quando não se fundem e ficam juntos pela força da gravidade eles tendem para o formato elíptico, de um aglomerado (redondo) ou de um disco, dependendo da rotação. Comportar-se-ia como se fosse um líquido.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;2 - As galáxias mais próximas do centro do universo fazem seu movimento de translação mais curto que as mais distantes e sendo observadas deste centro veremos, grosso modo, as galáxias mais distantes se afastando mais rápido, causando a ilusão da expansão do universo e quanto mais distante, mais acentuada será essa ilusão de ótica, por que giramos mais rápido. É como os planetas em torno do sol. A nossa galáxia está próxima deste centro. Infelizmente este argumento não é usado para indicar o afastamento das galáxias (será visto mais adiante).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;3 - No universo tudo gira e se atrai. Verificamos isto, em partículas subatômicas, em átomos, em meteoros, em planetas, em estrelas, em sistemas planetários, em galáxias, em buracos negros e por suposição, no universo. O movimento giratório faz parte da natureza, como a gravidade faz parte dos corpos. Essa associação enche todo o espaço ocupado pela matéria. A rotação se opõe à gravidade e as duas se equilibram, mantendo esta harmonia que vemos. No espaço, onde existe gravidade existirá a rotação e quanto mais forte for a gravidade, maior será a rotação. É como os opostos: positivo e negativo, norte e sul, matéria e antimatéria, etc. Não existe a força antigravitacional ou antigravidade que afastaria as galáxias para o infinito.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Os escombros cósmicos se aglomeram para formar planetas e satélites que ficam girando em torno de um centro gravitacional (estrela). Uma galáxia também mantém suas estrelas girando em torno de um centro gravitacional (buraco negro). O universo, da mesma forma funde seus aglomerados de galáxias e ficam girando em torno de um centro gravitacional (centro do universo). Isto parece ser uma condição natural e repetitiva do universo e ainda temos o universo atômico e subatômico.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Mesmo que a rotação do universo não seja confirmada, as evidencias são muito positivas para serem desprezadas com facilidade. veja: "Nasa's imagine the universe" (rotação do universo). Não estariam as leis físicas "distorcidas" dificultando esta compreensão?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Dizem que o universo não tem um centro. Isto é um absurdo, todo corpo tem um centro, que pode ser: o centro geométrico, centro gravitacional e até mesmo centro virtual, como o caso de um corpo em forma de anel (rosquinha). O mesmo ocorre com um conjunto de corpos unidos pela força da gravidade (aglomerado de estrelas, galáxias, etc.). A gravidade total se concentra em um centro comum (buraco negro). "O universo pode ser comparado a uma gigantesca galáxia". Isto será entendido melhor com o decorrer deste relatório. É necessário que se comprove a rotação do universo, porque isto ajudará&amp;nbsp;a explicar a matéria escura.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;4 - Por que não podemos ver a rotação do universo? A rotação do universo, talvez não possa ser notada, devido ao movimento de rotação e translação da Via Láctea. Se o sentido do movimento de rotação for ao sentido inverso da translação, o céu será visto como se não girasse, para um observador na terra, como acontece agora. Um movimento se opõe ao outro e se anulam. É tudo uma ilusão de ótica. Talvez seja aí que o astrônomo inglês, Paul Birch, possa recuperar sua credibilidade com esta nova hipótese, pois ele afirmava que "o universo além de se expandir girava em torno&amp;nbsp;de seu eixo, na decada de 80".&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Sua teoria foi descartada por falta de provas observáveis, muito embora tivesse comprovação matemática. Este fenômeno só é percebido durante alguns milhares de anos, dependendo do ponto em que nosso planeta está ocupando na galáxia no momento. Acredito que a teoria padrão esteja errada e que o universo realmente gire; inclusive sua periferia. Se a rotação do universo for comprovada, está tudo resolvido. O universo praticamente não se expande; apenas gira e aumenta de tamanho por acreção de matéria em sua periferia, exatamente como uma galáxia (será visto mais adiante). Estas cinco comprovações da rotação do universo e as dez seguintes se opõem as duas evidencias da não rotação. Os motivos para se negar a rotação são: 1º se girasse induziria um tipo de mudança cósmica na temperatura da "microwave background", que não foi observado e 2º a presença da rotação implica que as localizações ao longo do eixo de rotação fossem de alguma forma "especial", o que viola a nossa compreensão da relatividade que o universo parece o mesmo, independente da localização do observador. Cabe agora julgarmos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;5 - Se estas comprovações não forem&amp;nbsp;&lt;span style="line-height: 31px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;suficientes, partiremos para outra diferente e mais provável, a fim de mostrar que o universo não se expande. A poeira cósmica está presente em todo o universo e&amp;nbsp;têm sua origem na periferia&amp;nbsp;(será explicado mais adiante).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Esta poeira filtra os raios de luz azul e ultravioleta e deixam passar os vermelhos e infravermelhos com bastante facilidade. É possível que galáxias próximas,&amp;nbsp; sejam&amp;nbsp;vistas como galáxias distantes. Esta poeira dispersa,&amp;nbsp;não pode ser detectada.&amp;nbsp;Só pode ser&amp;nbsp;percebida quando se aglomera.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Todas as galáxias distantes têm uma camada de poeira mais acentuada a sua frente, que outra mais próxima, porque o espaço está cheio de poeira cósmica e outros corpúsculos como neutrinos. Isto confunde a percepção correta da galáxia e pode nos levar a erros de interpretação,&amp;nbsp;interferindo no raciocínio e causar a impressão de que todas as galáxias estão se afastando por serem mais vermelhas e causar a sensação de expansão do universo. Foi publicado por &lt;a href="mailto:newsletter@sciencedaily.com"&gt;newsletter@sciencedaily.com&lt;/a&gt;: "Algumas galáxias possuem mais nuvens interestelares que outras" e "As galáxias jovens têm mais poeira que uma galáxia antiga" e isto deve contribuir para que sejam vistas mais vermelhas, sem indicar que se afastam.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Quero mostrar com isto que podemos estar vendo galáxias se afastando, sem que isto esteja realmente acontecendo. Esta hipótese eliminaria a tão discutida "energia escura" As galáxias podem não estarem se afastando. Um exemplo disto é a estrela "Zeta Ophiuchi", uma estrela azul cercada de poeira espacial e que é vista vermelha. Neste caso foi percebida esta anomalia. Existem mais argumentos para provar a não expansão do universo, como veremos mais adiante.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Frase de Einstein: Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Caso a rotação do universo seja descartada e nenhuma das sugestões apresentada aqui seja aceita, partiremos para outra solução mais radical, porém&amp;nbsp;muito provável de ter acontecido.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na formação do universo, houve uma "IMPLOSÃO" de energia para gerar matéria e uma contração de partículas que deram origem a todos os astros (continua acontecendo até hoje) e isto não é um big crunch (será mostrado adiante).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Quanto à contração do universo parece um absurdo maior ainda, mas não custa especular. O importante é provar que não aconteceu o big bang e que o universo não se expande aceleradamente. Isto continuará sendo tentado agora.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Observemos as 10 evidências seguintes que contradizem uma expansão e comprovam uma rotação e ou uma contração do universo. Existiria uma espécie de contração que faz com que as galáxias fiquem cada vez mais distantes da periferia, pelo nascimento de outras galáxias nesta periferia. Isto não é um big crunch (será mostrado adiante).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;1 - Se aconteceu o big bang, as galáxias da periferia deveriam ser as mais antigas, por que as matérias que lhe deram origem foram as primeiras a serem arremessadas para o espaço e as mais centrais, as mais novas, pois seriam as ultimas a serem arremessadas. Não é isto que vemos e sim justamente o contrário. As galáxias mais jovens são vistas mais distantes e deveriam ser vistas também, bem mais velhas que as mais centrais, devido ao tempo que elas levaram para chegar até lá e o tempo que sua luz levou para chegar até nós. O que vemos são galáxias jovens, com 13.7 bilhões de anos luz, tempo que sua luz levou para chegar até nós. Não está incluído o tempo de viajem até lá. Isto é, não viajaram até lá; apenas nasceram lá. Isto sugere que não aconteceu o big bang, que o universo não está em expansão, que as galáxias nascem na periferia e caminham para o centro por ação da gravidade do centro do universo numa espécie de contração, como acontece com as estrelas de uma galáxia (isto será explicado mais adiante).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;2 –&amp;nbsp;A via láctea é uma galáxia bem antiga e ocupa praticamente o centro do universo, ou seja, a cerca de 100.000 anos luz deste centro (há controvérsias na distância), onde existe um massivo aglomerado&amp;nbsp;de estrelas antigas, denominado :&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;“Grande Attractor Vigor” (centro de gravidade do universo) e nossa galáxia parece ser atraída por ele (isto será visto mais adiante). Se isto é verdadeiro, há duas hipóteses: a nossa galáxia caminha no espaço, cada vez mais rápido à medida que se aproxima deste centro e veremos as outras galáxias se afastando cada vez mais rápido de nós, dando a ilusão de expansão acelerada do universo ou giraria mais rápido, também dando a ilusão de expansão. Se juntarmos as duas, o resultado final será bem acentuado, O efeito red shift, observado na expansão do universo, continua acontecendo na contração ou rotação. Imaginemos 3 pontos em uma reta: O, A e B.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv2107620242MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O é o centro do universo, A e B são galáxias (A, seria a via láctea). Se A se afasta de O e B se afasta mais rápido que A, teremos uma expansão acelerada como é vista atualmente de A. Se A se aproxima de O mais rápido que B, teremos também uma expansão acelerada vista de A, mas neste caso elas caminham para o centro do universo (contração), ao contrário da anterior (expansão), que caminham para o infinito. No caso da contração ou rotação, após a galáxia B, nasce a galáxia C, a D, E etc, fazendo com que as galáxias existentes fiquem cada vez mais afastadas da periferia e isto não seria um big crunch ou a expansão do universo não existe. Isto sugere também um crescimento contínuo do universo e justificaria toda a matéria existente. A expansão acelerada do universo é mais bem explicada, na contração (e não um big crunch) ou na rotação e dispensa naturalmente a energia escura fazendo com ela não exista, pois não existiria a expansão&lt;/b&gt; &lt;b&gt;do universo para o infinito. As galáxias distantes sofrem pouca influência e caminham mais lentamente e explicaria a expansão acelerada de uma maneira mais lógica e eliminaria a energia escura além de ajudar a comprovar a rotação do&amp;nbsp;universo.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Infelizmente isto não pode ser usado para comprovar a expansão do universo, pois o tempo para observação seria muito longo, além de não podermos ver a rotação do universo.&amp;nbsp;A que tem mais probabilidade de explicar a energia escura, é a idéia da poeira cósmica. Veja na internet: "Lado escuro do universo é posto em dúvida por astrônomos". Talvez com o descobrimento do que cause o efeito da matéria escura, se descubra a interferência de uma sobre a outra. Veremos mais adiante que o campo magnético interfere no fóton e tem um campo magnético que&amp;nbsp; tem sua origem no centro do universo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;, como existe no buraco negro, em uma galáxia, tornando este centro escuro. Isto também poderia interferir na luz dos corpos celeste do universo e ser responsável pelo efeito da energia escura.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O centro do universo é o centro de gravidade deste universo. Embora não se comente, é claro que o universo tem massa. Seria como o buraco negro de uma galáxia. "O universo seria como uma gigantesca galáxia". Como estamos girando em órbita ao redor do centro do universo e tudo ao nosso redor também gira, não percebemos esta rotação. No universo é tudo uma ilusão de ótica. Talvez a expansão do universo seja uma ilusão causada pela poeira cósmica ou por efeito de algum componente desta poeira (neutrinos, áxions, campos magnéticos, etc). &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O ruido de fundo detectado deveria ser todo da mesma cor, pois se trataria de microondas, no entanto se apresenta nas cores: vermelho, amarelo verde e azul, como foi detectado pelo satélite WMPA ou no vídeo mostrado abaixo, dando a impressão que se trata de um plasma que vai se esfriando com o tempo e mais plasma surge, para substituir o anterior e vai assim eternamente (entraremos em detalhes mais adiante). A cor vermelha indica o momento da descarga de raios gama (será explicado mais adiante). &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;3 - Em uma explosão, ou big bang, o centro estaria praticamente vazio e toda a massa estaria na periferia, (como a super nova 1987 A). Quando existem matérias na parte central (excetuando-se o núcleo), estas matérias têm menos massa que as matérias da periferia. Isto também pode ser visto em nebulosas, granadas militares, em fogos de artifício, etc. Está tudo invertido; o universo tem muita matéria com muita massa em seu interior e poucas matérias com menos massa na periferia, semelhante a uma galáxia. Isto é uma contradição a regra de uma explosão e sugere que o universo não se expande e que não aconteceu um big bang. Uma galáxia não&amp;nbsp; é fruto de uma explosão e sim de uma aglomeração de estrelas,&amp;nbsp;que adquirem um movimento de rotação e se achata, formando uma galáxia.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Seguindo este caminho lógico, entendemos que está tudo errado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;4 - Sabemos que os corpos celestes se formam pela união de corpos menores, que por sua vez são formados por união de corpos menores ainda e assim sucessivamente, pela força da gravidade. Portanto, para haver união, é necessário que estes corpos se aglutinem e não pode haver aglutinação com expansão e sim com contração do universo. Seria como o corpo humano, formado por centenas de quatrilhões de células vivas. Fala-se que as galáxias se afastam, mas o que se observa é que elas se aglomeram e se fundem desde os primórdeos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;“Descoberto aglomerado de galáxias mais distantes da terra”. Redação do site Inovações Tecnológicas – 23/10/2009.&lt;br /&gt;“Astronomos observam colisão de aglomerados de galáxias”- junho de 2011 &lt;br /&gt;&amp;nbsp;”Astrônomos descobrem aglomerado de galáxias 'gordo' e distante”- 13/01/12&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Os aglomerados existentes, não eram aglomerados nos primórdios. Como&amp;nbsp;chegou a esta condição? Com afastamentos? Isto em meu entender, está muito mal explicado.&amp;nbsp; O que se observa é que no universo tudo se atrai, se choca e se funde. Ver na internet:&amp;nbsp;"O &amp;nbsp;universo pode não está&amp;nbsp;em rítmo acelerado de expansão".&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;5 – Com o big bang, as galáxias jamais se chocariam ou se aglomerariam.&amp;nbsp; Viajariam&amp;nbsp;do centro para a periferia em linha reta, afastando-se cada vez mais umas das outras, como em todas as explosões no espaço. Deveriam se espalhar uniformemente pelo espaço. Não existe esta uniformidade no universo; há espaços vazios e espaços repletos de galáxias. Dizem que o universo está em expansão acelerada. Porque tudo se choca o tempo todo? Isto não deveria acontecer em uma expansão acelerada.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;6 - A concentração maciça de estrelas no centro do universo pode ser restos de galáxias que chegaram ao seu destino final. Isto também provaria a contração do universo. O centro do universo é pouco estudado; ninguém tem interesse nisso por que ainda não perceberam a possibilidade deste centro ser o centro de gravidade do universo (se convencionou o absurdo de que o universo não tem um centro). Talvez o Grande Attractor Vigor, nem seja o cluster que puxe todas as galáxias e nem é preciso que ele exista, mas alguma coisa puxa conforme ficou comprovado pelos "sete samurais" (astrônomos americanos encarregados de estudar este assunto em 1989). Isto seria o centro de gravidade do universo. Este centro não precisa ter massa em seu interior (seria como uma roda de carroça). Como o buraco negro é o centro gravitacional de uma galáxia, o universo (uma gigantesca galáxia), pelo mesmo motivo também tem um centro gravitacional.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;7 - Se tivesse acontecido o big bang, o centro seria a parte mais quente e a periferia, a parte mais fria, como acontece em todas as explosões. Não existe este centro quente e a periferia emite uma radiação térmica, a bem mais de 13 bilhões de anos. Como é possível? Isto é atribuído erradamente, a meu ver, à radiação de fundo ou eco do big bang (Isto será visto mais adiante). A idade do universo é bem superior ao estimado, isto é: cerca de centenas de bilhões de anos (isto será explicado a seguir). Com a idade tão elevada, o ruído de fundo não deveria ser mais percebido. Tudo isto foi uma adaptação para justificar o big bang, como muitas outras. Esperavam encontrar uma coisa e se encontrou outra, igualmente satisfatória, que nos enganou por décadas (entraremos em detalhes mais adiante).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;8 - A maior concentração de galáxias se encontra no centro do universo e se tornando mais rarefeitas na periferia, exatamente como as estrelas de uma galáxia. Esta característica se opõe a um big bang, que é justamente o contrário. Isto parece ser repetitivo no universo. Podemos concluir que isto não é expansão e reforça a suspeita de contração e ou rotação do universo (veja ilustração abaixo).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;9 – Pelo exposto, as galáxias nascem na periferia e caminham para o centro, em um processo de contração contínua do universo, exatamente como as estrelas de uma galáxia. Como é possível? Isto será explicado mais adiante. A via láctea tem cerca de 12 bilhões de anos de existência e está localizada no centro do universo como várias outras galáxias antigas. Na periferia só existem galáxias novas e o tempo que sua luz levou para chegar até nós é cerca de 13.7 bilhões de anos e é assim que a vemos. Não vemos galáxias antigas na periferia.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;10 - O universo é gigantesco, ele tem mais de 100 bilhões de galáxias.&amp;nbsp;Sabemos hoje, que o tamanho do universo é de 78 bilhões de anos luz, de ponta a ponta. &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NYZNTsFTZ5w" rel="nofollow"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=NYZNTsFTZ5w&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Se houve o big bang e se as galáxias caminhassem na velocidade da luz (coisa aparentemente impossível de acontecer), elas levariam cerca de 40 bilhões de anos luz para chegarem onde estão e neste caso deveriam ser vistas bem mais velhas e ainda temos que acrescentar o tempo que sua luz levou para chegar até nós. Se isto tivesse acontecido, as galáxias estariam tão afastadas que dificilmente as veríamos. A idade do universo seria bem superior a centenas de bilhões de anos e o ruído de fundo não estaria mais presente, para ser detectado ou não aconteceu o big bang. A inflação cósmica nunca existiu (este absurdo será visto mais adiante). Veja na internet: O ponto zero - por Jomar Morais repórter (há quanto tempo o cosmo explodiu?).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A fotografia acima tirada pelo satélite "COBE", não é uma foto do universo primitivo (primordial), como se supõe e sim do universo mais atual possível, visto após bilhões de anos (tempo que a luz levou para chegar até nós) e se mostra com centenas de bilhões de anos de idade. Ela mostra o universo com um tamanho de 78 bilhões de anos luz de ponta a ponta. Isto não é um universo primordial e sim atual (grande). O que é antigo é pequeno, é claro. Ele nasceu pequeno e foi crescendo com o tempo (será mostrado a seguir). Esta interpretação está invertida. A inflação cósmica, não aconteceu. Realmente, a comprovação de que o universo não se expande, é o caso da "poeira cósmica", partículas subatômicas, efeitos magnéticos etc. Talvez esteja aí a grande descoberta e neste caso o universo poderia até voltar a ser considerado estático.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Existem mais evidências, porém estas já são suficientes para provar minhas suspeitas. Veja mais evidencias em: http://bigbangneverhappened.org --- erros do big bang --- Problemas com o big bang ----a questão controversa da cosmologia moderna, etc.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Como podemos notar, existem muitas comprovações da não expansão do universo. Temos, portanto que pensar nesta possibilidade, principalmente para provar que a energia escura não existe e seria, portanto uma ilusão de ótica.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Até agora se acreditava que só um big bang, seria a única maneira de explicar o início de tudo, mas existe alternativa, como veremos a seguir:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Quando se nega o big bang, temos que ter outra explicação para o início de tudo. Aqui é apresentada uma proposta para tentar explicar este problema.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Frase de Einstein: Há duas coisas infinitas: O Universo e a tolice dos homens.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wwYt17a52Hc/TkcMdEYRs5I/AAAAAAAAAFM/hfmtiu5p_qY/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img border="0" naa="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-wwYt17a52Hc/TkcMdEYRs5I/AAAAAAAAAFM/hfmtiu5p_qY/s1600/1.jpg" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/center&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Distribuição de Galáxias medidas pelo 2dF Galaxy Redshiffht Pesquisa, Cobrindo 6 bilhões de anos luz.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Esta explanação será feita de maneira bem fácil, a fim de abranger as pessoas com menos conhecimentos de cosmologia. Não serão usados cálculos matemáticos para comprovar nada. Apenas comentários. A intenção é provar que o universo é mais simples do que se imagina. Não necessita de cálculos matemáticos complexos, nem de dimensões extras, assim como leis físicas desconhecidas, distorcidas e adaptadas e nem recorrer à teoria quântica.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;strong&gt;Veja: “&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida".&amp;nbsp; &amp;nbsp;Por&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Erik Andrulis, professor de biologia molecular e microbiologia da Universidade Case Western, nos Estados Unidos.&amp;nbsp; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Assim como eu (em 2009) e&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;o&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;“&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Dr.Andrulis” (em 2012),&amp;nbsp;também concorda que a solução é simples, não matemática, e experimentalmente verificável.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A teoria do big bang complicou demais a compreensão do universo e precisa ser descartada. Antes de ler todo este relatório é muito importante que se veja na internet o vídeo: "Um tour por todas as galáxias que conhecemos até hoje".&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-4cc2dbd757b21acb" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v18.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D4cc2dbd757b21acb%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331250772%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D27EB6B2143F0BE78C3CEED076FB7D7C3DB094503.90B9FC48B78AF0091B5EE15AD19087FA104CD0D%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D4cc2dbd757b21acb%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dz03rzR0Y9TXMKmpD8Oz2JkpuOtQ&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v18.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D4cc2dbd757b21acb%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331250772%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D27EB6B2143F0BE78C3CEED076FB7D7C3DB094503.90B9FC48B78AF0091B5EE15AD19087FA104CD0D%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D4cc2dbd757b21acb%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dz03rzR0Y9TXMKmpD8Oz2JkpuOtQ&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;span class="hps" title="Clique para mostrar traduções alternativas"&gt;&lt;span style="background-color: #666666;" title="Clique para mostrar traduções alternativas"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Veja o que foi publicado em Qua, 24 de Agosto de 2011 02:05 = Da redação de Brasília Acessos: 1169: “Astrônomos dizem que o Universo gira como um carrossel desde o Big Bang”. (procure este título na internet).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Se ele gira, tem um eixo e se tem um eixo, tem um centro. Se o universo gira, a força centrifuga deveria jogar todas as galáxias para fora (isto poderia ser a energia escura). Isto não acontece, porque existe uma força gravitacional puxando tudo para dentro, como no caso das estrelas de uma galáxia.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Frase de Einstein: Nenhum cientista pensa com fórmulas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Na época de Einstein, o universo era considerado estático e era limitado apenas a nossa galáxia. Quando Edwin Hubble descobriu que existiam outras galáxias, que elas se afastavam, que tudo se originou num big bang e se descobriu a radiação cósmica de fundo, foi uma euforia total. Tinha sido descoberta uma nova teoria, desmentindo tudo o que existia antes. Ninguém supunha que tudo isto era apenas uma tremenda coincidência que nos enganou por décadas. Quando apareceram as primeiras dificuldades para se entender alguns fenômenos da natureza, Einstein estava lá para solucionar, inventando novas leis que se moldavam perfeitamente e aparentemente resolvia a questão. Ele era realmente um gênio e estava convencido da nova teoria do big bang e até reconheceu seu erro da força cosmológica. Não se opôs a nada. Só que ele faleceu e agora temos um monte de mistérios que precisam ser solucionados e ele não está mais aqui para resolver. Ninguém se acha capaz de contrariar o grande mestre. Os cientistas temem colocar sua reputação em jogo e não podemos continuar nesta situação. Foi necessário usar aceleradores de partículas para tentar desvendar os mistérios, ainda baseados na antiga teoria do big bang, que muitos insistem em não se opor. Só agora umas poucas&lt;/b&gt; &lt;b&gt;pessoas inovadoras começaram a contestar estas idéias, como a do tecido espaço tempo, da relatividade, da singularidade, etc. Já se fala em separar o tempo do espaço. Veja a revista "Scientific American, de janeiro de 2010, pag. 12" (é o que diz o físico Petr Horava sobre o espaço-tempo).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Talvez alguns destes itens sejam descartados. Se não adotarmos outra física, não resolveremos nada. Temos que admitir que a física cosmológica esteja errada. Enfim temos&amp;nbsp;que modificar a teoria do big bang. Quem se atreve? Poucas pessoas têm esta intenção. As teorias físicas em uso estão baseadas no big bang e&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;na expansão do universo. Se&amp;nbsp;não existiu o big bang e&amp;nbsp;se o universo não se&amp;nbsp;expande, tudo terá que ser repensado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Alguns artigos expostos aqui contrariam a teoria padrão, mas foi necessário para ser possível pensar diferente, Em caso contrário não sairemos da mesmice de sempre. Além do mais, sabemos que a teoria padrão, também não esclarece muitas dúvidas e está sendo reavaliada. Veja em inovações tecnológicas ou na internet: Dimensões evaporam-se na gravidade quântica.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Sabemos que os modelos cosmológicos atualmente aceitos, dependem da gravitação de "Newton". Mas há um erro que põe em dúvida esta teoria da gravitação ou a teoria padrão. Diz respeito ao número de galáxias orbitando a via láctea e uma das duas tem que ser modificada. Talvez esta proposta de teoria apresentada aqui, ajude a solucionar este impasse.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Veja na internet: 7 perguntas que tiram o sono dos físicos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;“O que os homens realmente querem não são conhecimentos, mas certezas". &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Bertrand Russell”.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;CAPITULO - 2&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;A ORIGEM DO UNIVERSO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; TEORIA DO TUDO &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; MATÉRIA ESCURA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; ELETROMAGNETISMO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Frase de Einstein: Todo homem que lê demais e usa o cérebro de menos, adquire a preguiça de pensar. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Definições&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Existem várias interpretações para o nada, para o vácuo e para o espaço. O nada o vácuo e o espaço, podem até serem sinônimos. Uma explicação mais detalhada do nada está escrita no capitolo 12.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Serão propostas agora algumas modificações na teoria padrão, que vão interferir no modelo da criação do universo apresentada aqui. São apenas meus protestos quanto aos pensamentos a respeito da teoria padrão. Como disse o astrônomo João Magueijo, não acredite em tudo o que lhe ensinaram na escola.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Para começar, vamos afirmar&amp;nbsp;que a energia eletromagnética sempre existiu, pois ela não pode ser criada nem destruída, apenas transformada (diz a física). Esta energia não poderia ser criada no big bang (ela sempre existiu)&amp;nbsp;e poderia fazer o papel do "eter", isto é: serviria de meio condutor da luz, no vácuo e é responsável pela existência da matéria (será visto a seguir).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Vamos admitir também que o universo tem um centro (a teoria padrão nega isto). Todo corpo tem um centro. Que o espaço e o tempo sempre existiram (não foram criados no big bang) como sugere também Petr Horava, fisico da University of California, em Berkeley. O espaço é ilimitado; se existisse limites, depois dos limites deste espaço, sempre existe alguma coisa, que é mais espaço. Uma explosão ou expansão do espaço só pode ocorrer se houver espaço para isso. O espaço não se cria, ele já existe. Vamos admitir também que não aconteceu o big bang, a inexistência da singularidade, a inflação cósmica, etc. A teoria do espaço tempo, em meu entender, só poderá ser usada em determinados casos. Veja: Espaço tempo e além, de Jean Michel Jarre. Seria o mesmo que dizer: antes de eu nascer, o tempo não existia.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Uma equipe de astrofísicos na Austrália e na Inglaterra descobriu recentemente, evidências de que as leis da física são diferentes em diferentes partes do universo. Veja na internet: "Leis da física podem variar ao longo do universo". Isto, talvez ajudasse a entender a diferença de tempo fora da terra. "As leis físicas foram elaboradas, imaginando-se um universo em expansão". Existem casos em que usamos quatro dimensões para nos localizarmos (ex: encontre-me às duas horas no quarto andar do prédio de esquina das ruas W com Y). Em outros usamos apenas uma (ex: eu moro na ultima casa desta rua) e no caso da localização de um corpo no espaço infinito, não usamos nenhuma, pois não existe nenhum ponto de referencia. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Nada pode ser mais rápido que a luz, dizia Einstein. Como se explica velocidades superior a da luz, em galáxias distantes? Para explicar isto foi usada a teoria do espaço tempo, como se fosse possível explicar que o tecido espaço tempo pode se expandir em velocidades superior a da luz e as galáxias não. O caso da inflação cósmica é um absurdo. Está sendo estudada a possibilidade de se separar o tempo do espaço e o caso da órbita de mercúrio é mais bem explicada pela mecânica quântica, segundo Petr Horava. A inflação cósmica é um grande absurdo. Porque não foi possível reconciliar a teoria da relatividade de Einstein, com a teoria quântica? Por que alguma coisa está errada, é claro. A interpretação do tecido espaço-tempo para demonstrar a gravidade é a deformação causada por um peso colocado em cima de um tecido imaginário. Uma força de gravidade vinda de baixo causa a deformação deste tecido (que não é feito de matéria). É preciso uma força gravitacional para demonstrar que a gravidade é uma curvatura do espaço (Isto é uma aberração). Somente matéria possui gravidade. Gravidade agindo sobre o espaço é totalmente errado. Matéria atrai matéria. Vai ser difícil provar que espaço-tempo não existe ou existe em casos especiais. A ciência admite a existência de átomos do espaço tempo (como é possível). Eu sempre fui contra a existência do espaço tempo. Sem a opinião do cientista Petr Horava, eu nunca teria coragem de escrever o que estou escrevendo. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;CAPITULO - 3&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;- Velocidade da luz. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;Foi publicado no dia 18/08/2011, em inovação tecnológica:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;"Luz supera velocidade máxima da luz-duas vezes"(Será visto a seguir).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A luz se transmite no vácuo do universo, a uma velocidade aproximada de 300.000 Km/s, na água seria de 225.000Km/s, no vidro de 200.000Km/s e no diamante de 125.000km/s, etc. Sabemos que o vácuo perfeito ou absoluto não existe em nosso universo. O vácuo é relativo, isto é: existem matérias em baixa pressão e em muito baixa pressão no universo e o fóton&amp;nbsp;sofre influencia da densidade. A gravidade influencia na densidade, pois pode concentrar partículas em um meio, com mais ou menos densidade (leis físicas podem variar ao longo do universo).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Outra explicação para este fenômeno.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A energia eletromagnética ou uma centelha salta de um ponto a outro, mais facilmente se estiver em baixa pressão. Isto quer dizer que os fótons podem viajar mais devagar nas altas pressões ou densidades mais elevadas e mais rápidas nas baixas pressões ou baixas densidades (no vácuo).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;No centro do universo o vácuo tem uma densidade máxima, enquanto na periferia tem uma densidade mínima. No centro do universo, existe mais matéria e mais gravidade, ao contrário da periferia. Portanto a velocidade da luz na periferia seria mais rápida que no centro do universo. Isto explicaria a "velocidade da luz das galáxias distantes", de maneira mais simples e sem usar o artifício do espaço tempo, neste caso. A velocidade da luz varia de acordo com a distância do centro do universo. Sendo assim, é possível que longe do centro, onde a densidade e a gravidade tendem para praticamente zero, a velocidade da luz seja superior a 300.000 km/s (isto precisa ser comprovado)"leis físicas podem variar ao longo do universo". &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Foi publicado no dia 18/08/2011, em inovação tecnológica: "luz supera velocidade máxima da luz - duas vezes".&amp;nbsp;É claro que isto pode não ser verdade, mas há muitas polêmicas com relação&amp;nbsp;á luz (veja a seguir).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O desvio da luz das estrelas pela gravidade do sol, que contribuiu para confirmar a teoria da relatividade geral de Einstein, em minha opinião, não prova que foi só a gravidade do sol que desviou a luz. O fóton, praticamente não tem massa e não deveria sofrer influencia da gravidade. Pode apenas sofrer deflexão ao atravessar um ambiente com densidade diferente (isto já foi provado). &amp;nbsp;Sabemos que a superfície do sol é mais quente que o ambiente do universo a sua volta, tem matérias muito densas sendo ejetadas de sua superfície, uma grande força magnética e uma forte força gravitacional. Enfim, é um ambiente com uma densidade elevada e podem desviar a luz e não a gravidade que não deveria afetar os fótons (embora não pareça, ainda não sabemos o suficiente sobre a luz e pode ter novidades; sobre a densidade não temos dúvidas). Exemplo de novidades: "brasileiros criam técnica para medir a rotação da luz" e "cientistas dão nó na luz", e Nasa anuncia plano de enviar sonda para estudar atmosfera do sol. "Redução da velocidade da luz é obtida dentro de um chip de silício"."Paradoxo da massa do fóton (centro de deduções lógicas)". Veja também na internet: "Magnetismo da luz é medido diretamente pela primeira vez" "Luz supera velocidade máxima&amp;nbsp;da luz, duas vezes".&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O campo magnético pode ter influência no fóton e ser responsável pelo escuro do buraco negro, como é pelas manchas negras do sol. O campo magnético pode desviar a luz (fóton) e ser responsável pela ilusão da energia escura. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;As galáxias têm uma nuvem de poeira e gás à sua volta e sua gravidade somada à gravidade imposta pela matéria escura, influi nesta densidade. O mesmo ocorre nos aglomerados de galáxias.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Tudo isto poderia produzir o efeito de "lentes gravitacionais"(não comprovado ainda).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Segundo Stephen Hawking (para justificar a impossibilidade de um big crunch), somente o espaço pode retroceder, o tempo não. Neste caso o tempo estaria separado do espaço, cada um com sua função. Pergunto: Como retroceder um espaço infinito? Se o espaço tiver limites, somente os limites deste espaço podem se deslocar e ficaria o espaço deste deslocamento por que o espaço não pode desaparecer. Conclusão: não se pode mexer no espaço. Ele é infinito, sem limites, como o tempo, energia, etc. "Einstein elaborou suas teorias, supondo um universo em expansão". &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O Dr. Peter Hayes, defende que a teoria da relatividade não é ciência, mas uma ideologia, como o Marxismo. Conservapédia, a enciclopédia on line criada pelo advogado conservador Andrew Schlafly, sugere que a teoria da relatividade de Einstein faz parte de um complô liberal (ver na revista scientific American de nov. de 2010 pag. 14)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Não estou apoiando este pensamento. Apenas citando o que encontrei por aí. Também não entendo o excesso de testes que fazem até hoje para comprovar esta teoria. Será que ainda existem dúvidas? Porque Einstein não ganhou o premio Nobel por isto?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;strong&gt;CAPITULO - 4&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;- GRAVIDADE:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Não sabemos o que é a gravidade, mas sabemos que seu oposto é a força centrífuga - não existe a força centrípeta -&amp;nbsp;( ver centro de deduções lógicas). Uma se opõe a outra e é isto que torna possível toda a matéria espalhada no universo. Estudando uma, saberemos da outra.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A gravidade não apresenta o seu lado negativo, não conhecemos a gravidade negativa. Seria como o caso dos monopolos magnético ou magnetricidade (apresentado por inovações tecnológicas). Ver na internet: "Material exótico revela surpresas spintrônicas". Segundo o modelo de "Donoghue", pode haver uma chance de que a velocidade da gravidade seja maior do que a velocidadeda luz. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O QUE DÁ MASSA AS PARTÍCULAS?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;“ O MODELO PADRÃO TEM UM ENORME PODER EXPLICATIVO. TODA A NOSSA CIÊNCIA E A NOSSA TECNOLOGIA FORAM CRIADAS A PARTIR DELE. MAS OS CIENTISTAS SABEM DE SUAS DEFICIÊNCIAS . ESSA TEORIA COBRE APENAS O QUE CHAMAMOS DE "MATÉRIA ORDINÁRIA", ESSA MATÉRIA DA QUAL SOMOS FEITOS E QUE PODE SER DETECTADA POR NOSSOS SENTIDOS. O MODELO PADRÃO TAMBÉM NÃO EXPLICA A GRAVIDADE”.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;MAS, SE ESSA TEORIA NÃO EXPLICA PORQUE TEMOS MASSA, FICA CLARO QUE O MODELO PADRÃO CONSEGUE DAR BOAS RESPOSTAS SOBRE COMO "A COISA FUNCIONA", MAS AINDA SE CALA QUANDO A PERGUNTA É "O QUE É A COISA". O MODELO PADRÃO TAMBÉM NÃO EXPLICA A GRAVIDADE. E NÃO PRETENDE DAR CONTA DOS RESTANTES 95% DO NOSSO UNIVERSO, PRESUMIVELMENTE PREENCHIDOS POR OUTRAS DUAS "COISAS" QUE NÃO SABEMOS O QUE SÃO: A ENERGIA ESCURA E A MATÉRIA ESCURA” &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(parágrafo copiado de um artigo do &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;rct=j&amp;amp;q=boson%2Bde%2Bhiggs&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=10&amp;amp;ved=0CHQQFjAJ&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fiupe.webnode.com%2Fnews%2Fem-busca-do-boson-de-higgs%2F&amp;amp;ei=bFW2TtKGN4qCtgfCuO3uCQ&amp;amp;usg=AFQjCNFoG_IRe2F1924EAFl8KWR-4PONUQ&amp;amp;sig2=JnpUt-yecANP1lHFlS7tow"&gt;&lt;span style="color: #ffc000;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Instituto Univérsico de Pesquisa e Educação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; por&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt; &amp;nbsp;&lt;span style="font-size: small;"&gt;EDUARDO GERAQUE).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Leia mais: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;a href="http://iupe.webnode.com/news/em-busca-do-boson-de-higgs/?utm_source=copy&amp;amp;utm_medium=paste&amp;amp;utm_campaign=copypaste&amp;amp;utm_content=http%3A%2F%2Fiupe.webnode.com%2Fnews%2Fem-busca-do-boson-de-higgs%2F"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;http://iupe.webnode.com/news/em-busca-do-boson-de-higgs/&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;“Velocidade da gravidade pode ser maior que velocidade da luz?”(veja na internet).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;(Baseado em texto de Graeme Stemp-Morlock - FQXi - 12/10/2011) - John Donoghue, um físico da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A gravidade surgiu, quando surgiu a matéria. Matéria atrai matéria.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A energia gravitacional não é como a luz, isto é: Não viaja a 300.000 km/s. Sua ação&amp;nbsp;deve ser&amp;nbsp;instantânea, contínua e não por ondas. Não existem os grávitons e nem as ondas gravitacionais que não foram e nem serão detectadas. Seria como uma corda unindo dois corpos que giram um em torno do outro, mantendo a corda esticada pela força centrífuga.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A corda seria a força de gravidade. &amp;nbsp;Se esta corda se partir, os dois corpos serão lançados para o espaço instantaneamente, independente do ponto em que a corda foi cortada (seria como se faltasse a gravidade)&amp;nbsp;ou&amp;nbsp;da distância entre os corpos. Esta ação instantânea da gravidade poderia talvez explicar o caso das partículas separadas por bilhões de anos luz uma da outra e responder instantaneamente a inversão de rotação (entrelaçamento quântico, ação assustadora a distância, etc.). Esta suposta experiência feita recentemente para provar a deformação do tecido espaço tempo, com o giroscópio, pode ter sido mal interpretada.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #0070c0; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A gravidade atrai gases e poeira &amp;nbsp;cósmica e&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #0070c0; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;causam a deformação percebida,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #0070c0; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;dando a impressão de que a terra está&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #0070c0; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;mergulhada no mel (o espaço não é vazio).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Não existe a deformação do tecido espaço tempo, não existe buraco de minhoca nem viajem no tempo. Dizer também que a gravidade curva o espaço a sua volta é o mesmo que dizer que o espaço tem gravidade e isto é fantasioso. O certo é: a gravidade curva as matéria (gases) a sua volta, ou seja: a gravidade só interage entre matérias. O espaço parece curvo, porque o universo não é plano e sim arredondado. Por que a gravidade é uma incógnita até hoje? &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #ffc000; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri;"&gt;Porque a teoria padrão não tem explicação para isto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A massa de um corpo pode se alterar, apenas aumentando sua velocidade ou rotação. Isto poderia ser o Boson de Higgs. O campo (energia) que dá massa às partículas (com seu spin),&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;gerando uma&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;força centrífuga, uma espécie de gravidade. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A&lt;span style="color: red; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ssim, o bóson não seria uma partícula e sim uma energia &amp;nbsp;(gravidade eletromagnética ou gravidade quântica) e por este motivo não pode ser detectada como&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;o buraco negro, (com seus imaginários grávitons)&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;sua&amp;nbsp;rotação,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;dá massa (gravidade) ao centro &lt;span style="color: #ffc000; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;oco&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;da galáxia, iludindo a percepção e aparentando ser um corpo massivo, sem ter massa.&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 20pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O mesmo acontece com o centro do universo. Sua rotação dá massa. O mesmo acontece com o centro do universo.&amp;nbsp;Sua rotação dá massa&lt;/span&gt; (gravidade) ao seu centro oco&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 20pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;dando a ilusão&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;da matéria escura (será&amp;nbsp;visto adiante). O boson de higgs&amp;nbsp;é uma energia gravitacional&amp;nbsp;e não uma partícula.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;A gravidade é gerada pela rotação das partículas. É&lt;/b&gt; &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;UMA ENERGIA E POR ISSO NÃO PODE SER DETECTADA (boson de higgs, buraco negro e matéria escura).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Devem existir muitas coisas estranhas escritas aqui neste blog, mas existem muitas coisas estranhas escritas por aí. Veja na internet o que diz Wun-Yi Shu, da Universidade Nacional Tsinghua, em Taiwan: "E se o Universo fosse infinito? "&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;"O universo não é apenas mais estranho do que supomos; ele é mais estranho do que somos capazes de supor"(John Haldane, biólogo inglês,1892-1964).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Veja na internet: "sete perguntas sobre o big bang". Muitas adaptações foram feitas para justificar o big bang, conforme podemos observar.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Frase de Einstein: Todas as coisas devem ser feitas de forma mais simples possível, porém não mais simples que o possível.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;CAPITULO - 5&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&amp;nbsp;- COMO SURGIU O UNIVERSO?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O que existia antes do big bang?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Absolutamente nada.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O nada será explicado melhor no item 12.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O nada cosmológico, ou seja: Um espaço infinito com características extremas: um vácuo absoluto, uma temperatura de zero grau também absoluto e&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;ausência total de luz. Vácuo absoluto é como o zero absoluto; impossível de se obter em nosso Universo. O tempo é outra coisa que também é infinito e tanto o espaço quanto o tempo não foram criados no big bang. Eles sempre existiram como a energia eletromagnética. Existem três exigências para a criação do universo: energia espaço e tempo (infinitos). Esta idéia não é pior que o dito abaixo:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Veja o absurdo que diz a teoria padrão: - O big bang, não foi uma explosão e sim uma expansão de um conteúdo que se inchou junto com o espaço criado na hora e surgindo também o tempo. Isto não faz sentido. O conteúdo ocupa um espaço que por menor que seja, é um espaço. Se não existir espaço, nada pode existir (para uma coisa existir é necessário espaço). Depois dos limites deste espaço sempre existe alguma coisa, que é mais espaço ou o nada e o nada é espaço. O espaço não pode desaparecer, senão vira espaço vazio, que tambem é espaço. O espaço sempre existe, como o tempo (que é como a numeração), pode ser contado em ordem decrescente e que tambem vai ao infinito. O tempo pode ser apenas uma referencia ( Ex. Antes de Cristo e depois de Cristo). Assim, a energia, o espaço e o tempo, são infinitos , isto é: sempre existiram, como a escuridão o frio, etc . O tempo começou a ser contado a partir deste momento (nascimento do universo), em ordem crescente que pode ir ao infinito , mas tambem pode ser contado em ordem decrescentes que tambem vai ao infinito. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Existem três condições para a criação do universo que são: energia espaço e tempo. Tendo espaço e tempo infinitos, a energia acaba se transformando em matéria (M=E/C²). Três condições infinitas para gerar um universo com um início e sem um fim, como o nosso universo.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;smallfrac m:val="off"&gt;&lt;dispdef&gt;&lt;lmargin m:val="0"&gt;&lt;rmargin m:val="0"&gt;&lt;defjc m:val="centerGroup"&gt;&lt;wrapindent m:val="1440"&gt;&lt;intlim m:val="subSup"&gt;&lt;narylim m:val="undOvr"&gt;&lt;/narylim&gt;&lt;/intlim&gt;&lt;/wrapindent&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;De acordo com Einstein e a primeira lei da termodinâmica, existe no universo uma quantidade fixa de energia e matéria.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Isto pode não ser verdade. O que deve existir é uma quantidade infinita de energia eletromagnética que vai sendo convertida em matéria, infinitamente. Isto foi concebido, admitindo-se o big bang . Se não aconteceu o big bang, tudo terá que ser modificado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;. A matéria está sendo criada a cada instante. Não existia uma quantidade determinada de matéria no universo. Antes de surgir o universo, não existia matéria.&amp;nbsp; O universo é a criação da matéria.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/defjc&gt;&lt;/rmargin&gt;&lt;/lmargin&gt;&lt;/dispdef&gt;&lt;/smallfrac&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Muita atenção para não se&amp;nbsp;empregar as regras da teoria padrão quando julgar esta explanação feita aqui. As teorias físicas baseadas na teoria padrão, foram feitas, supondo-se um universo em expansão. Se o universo não se expande, tudo terá que ser repensado, ou não entenderemos o que foi exposto. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Quanto tempo levou para ser criada a matéria (o nascimento do universo)? O&amp;nbsp;"ESPAÇO"&amp;nbsp;e a "ENERGIA"&amp;nbsp;sempre estiveram lá, por um&amp;nbsp;"TEMPO" infinito a espera deste acontecimento. O início do nascimento do universo é apenas uma referencia para se começar a contar o tempo, como no caso do nascimento de Cristo. Apenas uma referencia. O tempo não é uma dimensão. Não há lógica nem necessidade de se saber quanto tempo levou para dar início ao nascimento do universo (apenas um tempo infinito). Este seria o instante zero.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Este é o espaço sideral, onde nada existe nem mesmo o fóton. Talvez, devido às condições extremas e propícias, favoreceu o aparecimento da ENERGIA ELETROMAGNÉTICA, a primeira das quatro forças básicas da natureza, de onde se originaram as outras três (isto será explicado mais adiante). Entendemos com isto, que o nada absoluto não existe, pois ele estaria saturado de energia eletromagnética. Portanto, seria o nada só de matéria.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Usando-se a idéia de que o espaço tempo nasceu com o big bang, não seria possível a pré-existência da energia eletromagnética (a energia responsável pelo tudo) e não existiria absolutamente nada. Tudo teria que ser criado do nada absoluto e isto seria impossível de acontecer. Não existiria o átomo primordial, o espaço e o tempo, a singularidade, as quatro forças básicas da natureza, etc. A força eletromagnética teria que ser criada, como aparentemente&amp;nbsp;foi, junto com as outras três (a super força), assim como o átomo primordial (na teoria do big bang). Teríamos também que admitir o artifício da singularidade, onde as leis da física falham. A teoria do espaço tempo já está sob suspeita e uma série de outras incoerências. Tudo isto quer dizer que fora do universo existe um espaço infinito. O universo está localizado em um ponto sem referencias e que não pode ser localizado por alguém neste espaço infinito. Neste caso não se usará nenhuma dimensão para localizá-lo. Veja na revista Scientific&lt;/b&gt; &lt;b&gt;American (Especial) n° 41 (fev. mar.de 2011): "O tempo é uma ilusão" e veja também "O tempo pode acabar". &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Diz a física: a energia eletromagnética não pode ser criada nem destruída, apenas transformada. Logo, não poderia ser criada no big bang; ela teria que sempre existir. A energia eletromagnética seria o “Deus” da ciência, criador de todas as coisas e que não precisa ser adorado nem exige sacrifícios de ninguém ( uma incógnita a ser desvendada). &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Energia eletromagnética é uma existência imaterial capaz de produzir mudanças e, como tal, pode produzir matéria ou vice-versa (E=MC² ou M=E/C²). Esta energia é a energia primordial, substituta do átomo primordial da ilógica teoria do Big Bang. A energia é uma incógnita para os cientistas, a começar pela definição. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Desta suposta força eletromagnética do espaço extra- universo, pouco ou nada sabemos: como ela é (carga, radiação, spin,&amp;nbsp;energia monopolo,&amp;nbsp;etc.), como surgiu, como se comporta no espaço extra-universo infinito, onde esta energia também é infinita. Isto parece uma coisa impossível, mas não é. Todo espaço vazio é ocupado por energia eletromagnética e pela energia gravitacional, se existir matéria. A energia é eterna. Tudo depende, talvez, de uma nova teoria: a teoria do espaço extra-universo, como a lei da teoria quântica para o universo atômico e as leis de Newton para a mecânica do nosso Universo (três leis básicas universais, no mínimo).&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Três leis básicas universais, três cores fundamentais, quatro sabores básicos, quatro forças básicas da natureza, quatro aminoácidos para a formação do DNA, etc. A natureza faz combinações de 3 ou 4 coisas, para obter uma infinidade de efeitos diferentes. Assim ela usa dois quarks up e um quark down para obter um próton e um quark up e dois downs para obter um nêutron e a união dos dois originam o núcleo de um átomo e os átomos, compõem toda a matéria do nosso Universo. Observemos os três enigmas da natureza: a origem do universo, da vida e da inteligência e os três itens abstratos: a energia, o espaço e o tempo para a criação do universo, que em minha opinião talvez, sempre existiram. Veja também os três casos para obtenção de vida: aminoácidos, energia e água (ou outro líquido), etc.&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Note que nestes casos, a preexistência da energia e ou do tempo e ou do espaço estão sempre presentes em qualquer dos eventos, pelo menos uma vez nos três itens abaixo:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Energia espaço e tempo = universo.&lt;br /&gt;Energia aninoácidos e água = vida&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Vida evolução e tempo = inteligencia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;CAPITULO - 6&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;- COMO SURGIU A MATÉRIA.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como surgiu toda essa matéria do universo, se no início não existia nada? De acordo com a teoria do Big Bang, o átomo primordial sempre existiu (do nada) e este pequenino átomo se desintegrou (não se sabe como), transformou-se em energia que se transformou novamente em matéria e encheu todo o universo e tendo que se levar em conta, a matéria e a antimatéria que se aniquilaram por ocasião do Big Bang e uma quantidade extra de matéria que sobrou desta explosão (não se sabe como) e que encheu todo o universo de uma maneira milagrosa. Ainda temos a matéria escura que esta teoria quer também acrescentar neste evento, além das quatro forças básicas da natureza. Como pode caber tanta matéria em um pequeno átomo primordial? Que força esmagadora seria necessária para comprimir ao máximo tanta matéria? O universo é extremamente gigantesco. De onde surgiu esta força? Que tipo de força é esta e qual o seu nome? Sabemos que, se eliminássemos todo o espaço inter atômico de uma pessoa, teríamos o equivalente a um grão de areia pesando cerca de 80 quilos; toda a população do mundo seria do tamanho de uma laranja, com cerca de 100 milhões de toneladas; todo o universo seria como um planeta muito maior do que júpter. Eliminar todo este espaço inter atômico é uma coisa praticamente impossível .&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;De onde surgiu tanta força para fazer este serviço? Além do mais, desintegrar um átomo é muito complicado para ocorrer casualmente. Como surgiu o átomo primordial? Milagre ou magia? Não há como aceitar tal justificativa. Para passar do nada para o tudo só há uma explicação: a energia eletromagnética do espaço extra-universo (o nada é energia, o tudo é matéria). "A teoria do big bang é limitada para justificar a massa do universo e o seu equilíbrio térmico", diz Hugo Carneiro Reis, doutor em física de partículas da Universidade de Campinas (SP) e autor de um estudo sobre a produção de matéria no universo primordial. "Seria necessário um ajuste fino nas equações que demonstram a teoria, a fim de conciliá-la com o que é observado hoje no cosmo" (Mais uma adaptação). Veja mais detalhes em: "O ponto zero" - Jomar Morais repórter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a fórmula de Albert Einstein E=MC², donde M=E/C²; para obtermos energia da matéria (E=MC²) como no caso do Big Bang, teremos que desintegrar o átomo e isto cria MATÉRIA E ANTIMATÉRIA que se aniquilam e gera uma explosão de energia, que é a finalidade do Big Bang. Isso é destruição da matéria e não criação. Na fórmula M=E/C² não temos explosão; mas, talvez sim, uma implosão. C² significa uma centelha elétrica. Sabemos que tendo energia eletromagnética em um vácuo, logicamente haverá centelha e, após uma centelha, desencadeia-se uma série infinita delas - uma mega implosão eletromagnética - o verdadeiro Big Bang, transformando energia (E) em matéria (M), isto é: M=E/C². Veja na internet: "Cientistas transformam energia em matéria" e "cientistas usam luz para criar partículas". Neste experimento, chocaram-se fotos de raios gama com luz lazer verde de alta potencia, usaram-se campos magnéticos extremamente fortes, numa atmosfera de um vácuo extremo, etc. Foi aproximadamente naquelas condições citadas acima (espaço extra universo).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Essas super descargas eletromagnéticas (raios gama) vieram de todas as direções, inicialmente em torno de um ponto de polaridade supostamente oposta (mutante), que logo se transformo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;u em uma esfera de plasma, que continuou aumentando lentamente e infinitamente de diâmetro, se expandindo por acreção de matéria, muito rápido no início e se tornando cada vez mais lenta à medida que crescia, quando as descargas eletromagnéticas se tornaram mais espaçadas e a bola de plasma atingiu um tamanho descomunal (seria como uma estrela criando matérias complexas em seu interior). À medida que o universo crescia, a parte central foi se esfriando (&lt;span style="color: black;"&gt;veja&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; vídeo&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt; do satelite WMPA), &lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;transformando-se em gases e micro partículas que foram se aglutinando pela força da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;gravidade e deu-se início às estrelas, aos aglomerados de estrelas, aos quasares e as galáxias etc (entropia). Hoje este plasma está presente na periferia do universo e é confundido com o eco do big bang (veja figura no início deste blog). Portanto não existe a singularidade, a expansão do universo, a inflação cósmica,&amp;nbsp;além de outras incoerências. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;De acordo com a fotografia em microondas tirada pelo satélite COBE (vide figura), a periferia do universo apresenta uma série de manchas vermelhas e azuis. A cor vermelha é a parte mais quente e a cor azul a parte mais fria. Esta temperatura, talvez, não possa ser medida corretamente por que tudo é rarefeito na periferia do universo, como nas galáxias. O mesmo pode ser visto com mais detalhes na foto do satélite WMPA (ver video). &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;CAPITULO -&amp;nbsp;7&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;- RAIOS GAMA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: rgb(255, 255, 250); margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Os raios gama geram os raios cósmicos que formam matérias pesadas que abastecem as galáxias da periferia. Veja o que foi publicado em 2/1/2011. "Galáxias distantes na era da reonização". Veja na internet:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;rct=j&amp;amp;q=Observa%25c3%25a7%25c3%25b5es%2BVLT%2Bde%2Bexplos%25c3%25a3o%2Bde%2Braios%2Bgama%2Brevelam%2Bingredientes%2Bsurpreendentes%2Bem%2Bgal%25c3%25a1xias%2Bprimordiais&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CCMQFjAB&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fastropt.org%2Fblog%2F2011%2F11%2F02%2Fobservacoes-vlt-de-explosao-de-raios-gama-revelam-ingredientes-surpreendentes-em-galaxias-primordiais%2F&amp;amp;ei=stnETvPwGdOUtwfIr7zTCg&amp;amp;usg=AFQjCNFWye2KEJOBHZ6tthEMQCj2vnMFhA"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;"Observações VLT de explosão de raios gama revelam ingredientes".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Estas descargas eletromagnéticas (raios gama) são responsáveis pelos clarões nos confins do Universo. São cerca de 30.000.000 por ano, ou aproximadamente uma descarga a cada segundo, com uma energia variável, sendo as mais potentes, equivalente a cerca de mais de 200 bilhões de estrelas para cada descarga. Estas descargas estão se tornando cada vez mais intermitentes com o tempo (no início seriam contínuas) e são o que existe de mais energético na natureza. Acredito que, como não se sabia exatamente a sua origem, foram atribuídos a vários fatores como: explosões de super novas, de buracos negros super massivos, por choques entre estrelas de nêutrons, etc. Isto está acontecendo a cerca de bem mais de 13 bilhões de anos (idade não corrigida do universo) e se fosse verdade, não restaria mais nenhum corpo celeste para ser destruído atualmente e não teríamos tantas descargas registradas e tantos astros no céu. Isto acontece desde o início do universo e são essas descargas que dão origem as explosões de estrelas, transformando-as em nebulosas. Afinal não nascia uma estrela a cada segundo (principalmente supernova), cada estrela leva bilhões de anos para se formar. Em um berçário estelar, as estrelas não se formam ao mesmo tempo, Embora se formem muitas estrelas, ha um intervalo muito grande de nascimento entre elas. Além do mais, leva bilhões de anos para que ela atinja uma idade certa para explodir (na atual teoria padrão). O universo começou pequeno, é claro. Tudo começa pequeno e no início, destruir uma estrela por segundo era mais do que a quantidade que nascia. Isto seria destruidor para o universo. E ele não teria crescido, não teríamos tantas estrelas no céu e não estaríamos aqui. É bem verdade que os astros podem explodir e emitir raios gama, porém são de mais baixa intensidade e com menor freqüência. Sabe-se que uma estrela não tem energia suficiente para explodir e esta energia foi atribuída aos neutrinos, devido a sua detecção, em um experimento feito na época da explosão da supernova 1987A. Será que não foi um alarme falso. “Estes neutrinos chegaram meses depois de quando se esperava, lembra Ronald Shellard". A ultima pesquisa a esse respeito, atribui as explosões à efeitos sonoros (revista Scientific American -Especial- Via Láctea, out.nov. de 2010, pag. 36). A minha proposta aqui apresentada, de serem os raios gama, responsável pelas explosões, não está fora das conjecturas e parece mais lógica. Talvez seja mais de uma causa.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: rgb(255, 255, 250); margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Veja na internet: simulação 3D mostra explosão de supernova, onde diz: É muito raro se observar uma supernova de verdade - foi só uma em 380 anos. Toda vez que houver transformações, haverá emissão de raios gama, raios cósmicos, antimatéria, neutrinos, etc. e= mc²(desintegração de matéria), m=e/c² (explosão de raios gama) e c²=e/m (ação de buracos negros). Esta parte do comentário é a mais polemica, mas não poderia ser diferente. Nada está totalmente explicado ainda. Existem muitas dúvidas sobre supernovas que ainda não foram esclarecidas. Segundo Avishay Gay-Yam, nós realmente não sabemos muito sobre supernovas. Veja na internet: Fermi detects chocking surprise from supernova´s "little cousin".&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: rgb(255, 255, 250); margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Por que as nebulosas são diferentes umas das outras? Toda explosão tem um padrão próprio. Isso, em meu entender, se deve ao ponto em que os raios gama atingem as estrelas (polar ou meridional), sua rotação, sua idade, tamanho, etc.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;As descargas de raios gama, são o que existe de mais energético no universo e isto seria o que conhecemos por big bang. Portanto, existe uma infinidade de "bigs bangs" responsáveis pela criação e manutenção do crescimento do universo. Cada descarga de altíssima energia transforma-se em plasma e depois em micro partículas de matéria que se aglomeram, enquanto outras descargas iniciam outros processos semelhantes e interferem uns nos outros e seguem a entropia normal do universo, isto é, formam-se&amp;nbsp;estrelas, aglomerados de estrelas, galáxias, etc.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Estas descargas eletromagnéticas, com grandes quantidades de raios gama e talvez antimatéria (a confirmar), geram campos de energia sob intenso calor (emite muitos fótons) e campos magnéticos muito intensos que provocam uma interação capaz de transformar energia em matéria. Talvez seja capaz também, de esterilizar galáxias próximas, impossibilitando a vida nestas regiões, desintegrar corpos celestes próximos, explodir estrelas, novas ou velhas (super novas), transformando-as em nebulosas e ainda provocar pequenas explosões solares, a distancia como acontece com nosso sol (tormentas, tsunami solares, super flash, etc.) e é bem possível que sejam responsáveis por algumas extinções em massa, ocorridas no passado do planeta terra, assim como pela explosão mal explicada de Tungusca, na Sibéria Central em 1908, pelos Sprits, Elvis, etc. (raios superiores às nuvens), pelos fenômenos lunares transitórios (clarões lunares), criar magnetáris, pelas rochas magnetizadas da lua, que é atualmente um mistério, chamados de dynamo lunar. Seriam também responsáveis pelas indecifráveis bolas de fogo (ou bolas de luz), Existem fotografias de queda de raios, em que aparecem, por frações de segundos, dezenas de bolas de luz no ambiente. Só que, com raios gama a permanência destas bolas é bem maior. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Seria responsável também, pela explosão da baleia (cachalote), em Taiwan, ovni (ufo), nevoeiro eletrônico (apelido dado a uma energia misteriosa e muito forte que foi detectado, quando um piloto atravessou o triangulo das bermudas), acidentes aeronáuticos misteriosos não explicados convenientemente, danificando bussolas, computadores e instrumentos, causando descontrole das aeronaves (ex: talvez o voo da aeronave 447 da air France 2009 e outros) acidentes de transmissão de energia elétrica (apagões), terremotos, o caso da morte mal explicada de Jeannie Saffin, que sofreu combustão espontânea em frente a testemunhas. Neste e em outros casos parecidos, a combustão espontânea se deu de dentro para fora do corpo, preferencialmente nas gorduras corporais. Isto sugere que se trata provavelmente de microondas, provenientes de raios gama. Atravessa paredes sem deixar vestígios, são feixes concentrados, de diâmetro e intensidade variados e não fazem barulho como os raios atmosféricos. Veja na internet: combustão espontânea.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Veja também o caso que apareceu no dia 4 de maio de 2007 na aldeia de Kurmagram, no estado indiano de Bengala ocidental. Foram encontrados cinco elefantes mortos de maneira misteriosa, agrupados em uma clareira, próximo de um rio. Eles estavam com os corpos chamuscados pelo calor, olhos congestionados, sem marcas de raios pelo corpo e não foram envenenados. Veja na internet: Misteriosa morte de cinco elefantes em bengala ocidental. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 22pt; line-height: 115%;"&gt;O caso da”morte de peixes no rio acre”, não deixa dúvidas. Abriram um ainda vivo, agonizando e descobriram queimaduras internas. Isto só pode acontecer com&amp;nbsp;microondas. Enviado por oaltoacrenoticias em 26/07/2010.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Aconteceu tambem com pássaros, rebanho de ovelhas,etc.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&amp;nbsp;Veja também; o caso dos terremotos do céu, isto é: gases aparentemente mais quentes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;(com temperturas acimade 400 graus centigrados),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="font-size: 22pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;que aparecem por poucos segundos. Existem muitos incêndios sem causa aparente. Talvez seja responsável também pelo caso do lago nyos, em camarões na África, sobre a eliminação de CO² do fundo do lago, pois muitas pessoas apareceram com queimaduras na pele. Também a eliminação de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;hidreto de metano do fundo do mar no triângulo das bermudas, provocados, talvez, pelas descargas de raios gama&amp;nbsp;e serem responsáveis pelo afundamento de navios.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Tem muitos mais casos não catalogados. Várias pessoas relatam que sofreram queimaduras por luzes estranhas vinda do céu.&lt;br /&gt;Pode ser que seja responsável também pela aparição de vida na terra e pelas transformações nos seres vivos (modificações no DNA), etc. Especulando um pouco mais, podemos dizer que também seria capaz de ter explodido o nosso sol, parcialmente, lançando no espaço um anel de matéria que mais tarde daria origem aos planetas como provavelmente aconteceu com "ETA CARINA". Muitos destes casos são encontrados na internet.&lt;br /&gt;Dizem que estrelas velhas e supermassivas entram em colapso, explodem e geram buracos negros. Como foi dito, isto seria destruidor para o universo. Quando uma explosão deixa como consequência uma nebulosa, acredita-se que foi uma estrela que explodiu e quando não, foi um buraco negro. Além do mais, existem estrelas velhas e monstruosas que não desabaram sobre si, ao passo que estrelas menores e mais jovens já desapareceram. Isto não faz sentido. Veja na internet: "Estrela magnética desafia teoria dos buracos negros", ou seja:&lt;br /&gt;Em 18/08/2010, foi publicado que os astrônomos europeus mostraram, pela primeira vez, que uma estrela magnética se formou a partir de uma estrela com pelo menos 40 vezes a massa do sol. O resultado desafia as atuais teorias da evolução estelar. Até então se acreditava que uma estrela com massa desta magnitude deveria virar um buraco negro. Veja o caso de uma estrela que se transformou em um diamante de 10 bilhões de trilhões de quilates. É isso que deveria acontecer com uma estrela que desabasse sobre si e não se transformar em um buraco negro ou explodir. Não vejo lógica nisto. &lt;br /&gt;É provável que quando uma estrela jovem ou velha seja atingida por raios gama, ela exploda, transformando-se em nebulosa. Quanto mais velha é uma estrela mais chance tem de ser destruída, devido ao tempo que ficou exposta. Entretanto existem estrelas que parecem mais velhas que o universo e continuam inteiras. "ISTO PODE SIGNIFICAR QUE ESTAMOS ERRADOS E QUE AS TEORIAS QUE CONHECEMOS PRECISAM SER REVISADAS" declarou Avishay Gay Yam, do instituto Weizmann de ciência, em Israel, sobre a explosão de uma estrela junto com a teoria. Veja na internet: "Explosão de uma estrela junto com a teoria".&lt;br /&gt;Parecem que as explosões são causadas pelos confrontos entre os fortes campos magnéticos das descargas dos raios gama e o campo magnético das estrelas. Estas descargas poderiam causar contrações e expansões das estrelas antes da explosão final dependendo da polaridade magnética das estrelas encontradas no momento do confronto.&amp;nbsp;Veja na internet: "Porque nossas supernovas não explodem?"&lt;br /&gt;Não vejo porque uma estrela que se condensa pela força de sua gravidade deve explodir. Ela pode se condensar e até mesmo se tornar uma estrela de nêutrons ou diamante, mas explodir por este motivo não vejo lógica. Se fosse assim, poderíamos explodir matérias usando-se uma prensa gigantesca (não se falam em criar mini buracos negros?). Existem corpos celestes solitários, monstruosos,&amp;nbsp;apagados&amp;nbsp;e frios,&amp;nbsp;vagando pelo universo como buracos negros planetários ou estelares&amp;nbsp;e isto poderia ser o fim das estrelas que não explodiram. Esses buracos negros captam matérias do universo à medida que caminham no espaço e vão aumentando de tamanho. Podemos notar uma atmosfera muito densa à sua volta. São esses buracos negros que podem explodir ao se chocarem com outros astros do universo (veja a nebulosa IC4406) . Ao que parece, foi um choque entre dois corpos sólidos.&amp;nbsp;Veja na internet: "Astrônomos descobrem uma nova classe de buracos negros". Porque existe tantas diferenças na aparencia entre as explosões de supernovas? Deveriam seguir um padrão próprio.&lt;br /&gt;Estamos numa zona privilegiada do universo, isto é, afastado dos raios gama mais perigosos do espaço extra universo e longe das radiações do centro da galáxia. Esta região da galáxia é propícia para a vida.&lt;br /&gt;Em 1985, foi observada, pela primeira vez, uma super nova de 140 anos de idade, pelo professor de física, Stephen P. Reynolds da Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos EUA. Esta observação sugere que não são só estrelas velhas e ou massivas que explodem. Há pouco tempo foi descoberta uma espécie de bolha cósmica (como bolha de sabão), provavelmente explosão de uma estrela recém nascida. A meu ver, uma nebulosa originada de uma estrela jovem tem um aspecto limpo e esférico, com possibilidades de desaparecer mais rápido; já o originado por uma estrela velha, apresenta-se disforme e sujo, como as nebulosas da formiga, olho de gato, ampulheta, hélice, etc, pois apresentam mais matérias complexas em seu interior. Não são só estrelas que podem explodir; planetas e buracos negros planetários (ou estelares)&amp;nbsp;também podem sofrer estes danos. Veja o que foi publicado em newsletter@sciencedaily.com: Em 12/10/2010, uma estrela gigante de uma galáxia distante, recentemente terminou a sua vida envolta com um pó em vez dos típicos bangs. Note que a nebulosa "IC4406", com uma aparência de um quadrado e muito densa, tem um aspecto de que era um corpo sólido que explodiu.&lt;br /&gt;Foi publicado em 5/3/2010 em Ciência Hoje, um artigo que diz: Nebulosas de estrelas jovens descobertas na constelação de “Orion” -- O European Southern Observatory apelidou-a de “morcego cósmico”. &lt;br /&gt;Estas descargas (raios gama) cuja temperatura chega a uns poucos trilhões de graus centígrados, se comportam como raios, penetrando fundo no universo, mas raramente chegam com perigo ao nosso planeta.&lt;br /&gt;Nem todas as explosões de raios gama, provocam estas catástrofes, muitas delas, as de mais curta duração, são apenas descargas eletromagnéticas normais que não encontraram um grande obstáculo a ponto de impedir seu trajeto, ao centro do universo. São, portanto dois tipos principais de supernovas: nº l e nº 2 (existem outros), dependendo do que for encontrada a sua frente. O satélite Beppo,em 1977 foi o primeiro a observar que os GRBs longos, acontecem na direção de galáxias, sugerindo que encontraram um corpo celeste. Nossa galáxia está situada a uma distancia segura dessa irradiação extra universo. No passado esteve mais próxima. Isto seria um impedimento para a vida em galáxias distantes (periferia).&lt;br /&gt;Recentemente a NASA detectou um forte som no espaço profundo, que desafia crenças ou qualquer explicação, segundo Alan Kogut, do Centro Espacial Goddard, nos EUA. Eles não sabem a origem deste estrondo. Segundo explicações, eles esperavam ouvir um fraco som da radiação de fundo e ouviram um estrondo seis vezes maior que o esperado. Isto, em minha opinião, é o ruído de uma descarga de raios gama, que por coincidência foi direcionado para o detector e foi registrado pela primeira vez. Mais detalhes no Google, em: mais mistérios na cosmologia e NASA mais mistérios na cosmologia.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;CAPITULO - 8&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;- BOSON DE HIGGIS, GRAVITONS,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&amp;nbsp;BURACO NEGRO E MATÉRIA ESCURA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Essas descargas eletromagnéticas (raios gama) provocam uma interação, que faz nascer a FORÇA NUCLEAR FORTE, que serve para unir fortemente as partículas e a FORÇA NUCLEAR FRACA, responsável pela instabilidade das partículas, como decaimento, radioatividade, etc. Estas duas forças são a 2ª e a 3ª forças básicas da natureza, responsáveis pela criação da matéria. São criados aí, os RAIOS COSMICOS, estas partículas atômicas que viajam em altas velocidades pelo universo. Esta condição de campo elétrico, campo magnético, vácuo e alta temperatura (descargas eletromagnéticas), a meu ver poderia ser um dos motivos do surgimento do BOSON DE HIGGS, o campo que dá origem as partículas com massa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Sabemos que as partículas têm um movimento giratório (spin) e isto cria uma&amp;nbsp;força centrífuga e, portanto uma espécie&amp;nbsp;força gravitacional que daria massa às partículas e isto também poderia ser o "BOSON DE HIGGS". Partículas sem massa não devem ter rotação (spin).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Seriam três condições para que uma energia agisse como matéria e causasse mistérios. Seriam elas: a força gravitacional do universo, uma energia responsável pela ilusão da matéria escura (será mostrado a seguir). A energia gravitacional de uma galáxia que seria o buraco negro, massivo sem ter massa com seus supostos grávitons. Seria um centro oco com uma forte força gravitacional e magnética&amp;nbsp;e o spin de uma partícula subatômica, que seria o boson de higgs, uma energia que agiria como uma força gravitacional eletromagnética&amp;nbsp;ou gravidade quântica&amp;nbsp;&amp;nbsp;que daria massas as partículas. Grávitons, boson de higgs, matéria escura, buracos negros, &amp;nbsp;seriam a mesma coisa em escala de tamanhos&amp;nbsp;diferentes.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;BOSON DE HIGGS - Gravidade quântica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;BURACO NEGRO - Gravidade galáctica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;MATÉRIA ESCURA - Gravidade universal&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Com o surgimento da segunda e terceira forças básicas&amp;nbsp;da natureza, surgiu a matéria e portando a gravidade.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Agora sim, temos a matéria primordial; MATÉRIA SEM ANTIMATÉRIA. Não existe a paridade. O universo não nasceu da desintegração de um átomo.&amp;nbsp;É disto que nosso Universo é feito; só de matéria; não adianta procurar antimatéria em nosso Universo porque ela não existe normalmente. Existe sim, no centro dos buracos negros (nas galáxias), onde existem colisões entre partículas de alta energia C²=E/M e isto geraria "ANTIMATÉRIA" (não comprovado ainda). A produção de matéria é superior a da antimatéria. Esta desaparece em contato com a matéria existente no universo, logo que é produzida e é emitida em forma de jatos de energia pelo horizonte de eventos (falta comprovação). Falou-se ha pouco tempo que foi descoberto&amp;nbsp;um cinturão de antimatéria ao redor do planeta terra (este absurdo&amp;nbsp;ainda carece de confirmação).&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Criada a massa, surge a gravidade; a quarta e ultima força básica da natureza. Assim, foi responsável pela aglutinação das partículas recém formadas no universo. Não existiu a superforça.&amp;nbsp;Com a gravidade surgiram as estrelas, as galáxias, os buracos negros, os planetas, os asteróides, os cometas, os meteoritos, o movimento giratório e com isto a força centrífuga, responsável pela modificação do formato do Universo de redondo para elíptico (ver figura).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;No interior do Universo, uma grande parte destas micro-partículas livres se uniram para formarem partículas cada vez maiores, até chegarmos aos quarks, que se uniram para formarem prótons e nêutrons, que se associaram aos elétrons, dando origem aos primeiros átomos. O próton se uniu ao elétron dando origem ao átomo de hidrogênio; o verdadeiro átomo primordial; este átomo é o mais abundante na natureza. Deste ponto em diante conhecemos toda a história, mas não custa recordar. Para isso faremos um breve comentário: o átomo de hidrogênio é tido, aqui, como átomo primordial, porque ele é o mais simples dos átomos, com apenas um próton e um elétron em sua órbita, sendo um dos primeiros átomos a se formarem na natureza e em grande quantidade. Uma nuvem destes átomos, quando adquire certo volume, a força da gravidade atua e concentra este gás em um núcleo que se aquece a milhares de graus centígrados e formam as estrelas. Esses sóis fundem o hidrogênio no interior de seus núcleos transformando-o primeiramente em hélio, depois em carbono e em todos os átomos existentes na natureza e assim, responsável por tudo que existe no Universo, inclusive a vida (é isto que diz a teoria padrão).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;CAPITULO - 9&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;BURACO NEGRO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt; &lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;As estrelas se formam e se atraem, formando um aglomerado de estrelas. As estrelas deste aglomerado possuem movimento de rotação e translação, como conseqüência natural das leis do universo. Pode ser comparado a peixes girando, formando um cardume esférico. As estrelas se formam devido à concentração de gases e partículas, mesmo no interior das galáxias (é isto que diz a teoria padrão).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A força de gravidade de cada estrela interage entre si, e interfere no somatório geral, que se reflete no centro do aglomerado, dando a este, uma aparência de super massivo sem ter massa. É apenas um espaço vazio denominado buraco negro com grande força de gravidade. O centro de gravidade de um corpo é o somatório das gravidades de todas as partículas que compõem este corpo e um aglomerado de estrelas ou uma galáxia pode ser comparada a um corpo sólido, neste aspecto. Ambos têm muito espaço entre as matérias. Aí surgem as dúvidas: porque gira? Qual o sentido de rotação?&amp;nbsp;Tudo isto é devido&amp;nbsp;à força gravitacional.&amp;nbsp;Não entraremos em detalhes. Isto não tem o menor interesse no momento.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A força de gravidade, maior no centro, faz este centro girar com velocidade maior e arrasta o restante do aglomerado. Esta rotação faz o aglomerado se achatar pela força centrifuga, transformando-o em galáxia e o movimento giratório, mais intenso no centro, faz surgir um vazio devido à força centrífuga. Este centro, totalmente oco é denominado buraco negro, massivo sem ter massa. Isso também gera um campo magnético que pode influir no fóton e causar a escuridão do buraco negro. Seria como as manchas solares (manchas escuras) que são provocadas pelos campos magnéticos do sol. Quanto maior a força magnética, maior será a mancha escura e maior será o desvio da luz.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A força centrífuga empurra as matérias da borda do buraco negro contra as matérias a sua frente (horizonte de eventos), causando um choque entre matérias que se desintegram e se transformam num jato de gases e energia que é enviado para o espaço. Aí sim existe a paridade.&amp;nbsp;Isto é mais intenso enquanto este astro ainda é&amp;nbsp; recém formado (um quazar)&amp;nbsp;e é atenuado a seguir. Enquanto a periferia do buraco negro, não atingir um equilíbrio, uma velocidade correta em relação ás estrelas da galáxia, as matérias continuarão se chocando, se desintegrando gerando "ANTIMATÉRIA" e emitindo jatos de gases e energia para o espaço (C²=E/M). Mesmo em equilíbrio, emitem uma névoa de raios gama (em forma de bolhas). Os buracos negros crescem, conforme aumenta a velocidade de rotação destes buracos negros, ou seja: aumento da massa ou aumento da galáxia. A força de gravidade é uma energia eterna, que pode fazer girar um buraco negro indefinidamente, fazendo da galáxia, um moto contínuo, da mesma forma que a energia eletromagnética cria a matéria infinitamente.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Este tipo de buraco negro seria um buraco negro galáctico. Outro tipo de buraco negro seria o formado por corpos celestes mortos, como planetas errantes, estrelas de neutros, etc. Um terceiro tipo de buraco negro é o virtual. Quando dois ou mais corpos celestes se atraem eles podem criar um centro de gravidade virtual entre eles e giram ao redor deste centro. Com isto, não quer dizer que corpos celestes girando ao redor de um ponto invisível, estejam girando em torno de um buraco negro. Pode ser que seja apenas um centro de gravidade virtual, criados por eles. Outro exemplo de centro de gravidade virtual é o centro de gravidade de um corpo em forma de anel. Veja na internet: Nasa coloca sondas espaciais orbitando "lugar nenhum". &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Outro ponto importante é dizer que a densidade de um buraco negro tende para o infinito (singularidade). Isto contraria as leis da física e dizer que o tempo para em seu interior é prematuro. Ainda se supõe que um choque entre buracos negros galácticos, causaria uma explosão e que provocaria uma onda gravitacional no universo e que poderá ser detectada, como também se pretende detectar a grande explosão do big bang, só que até hoje não se conseguiu detectar nada. Tudo isto, em minha opinião, é só especulação. O buraco negro galáctico não tem matéria em seu interior; tem uma forte força gravitacional e tem um campo magnético perpendicular à galáxia, exatamente como o universo (estou comparando o universo a uma gigantesca galáxia). Só que as galáxias são feitas de estrelas e o universo de galáxias.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&amp;nbsp;Este campo magnético poderia interferir na luz e causar a ilusão da energia escura. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O buraco negro é outra coisa que sofre muitas interpretações e especulações. Existem pessoas que acreditam que todo buraco negro é composto por um corpo sólido, com muita massa. Existem outras que supõem que se pode formar um buraco de minhoca e até ser possível viajar no tempo e para outros universos, etc. Tudo isto são apenas especulações, não se tem comprovação de nada. Temos que ter muito cuidado para não se deixar levar para o lado religioso ou sobrenatural, devido ao fato de não se entender o universo. Um exemplo disto é o que diz o físico Lee Smolin do Perimeter Institute, no Canadá: "No interior de um buraco negro o tempo e o espaço acabam". A idéia de Smolin, então, é que estamos do outro lado de um buraco negro que existe em outro universo (pura especulação). Nós habitamos um buraco negro que é o centro do universo. As galáxias mais antigas estão no centro do universo. Este campo magnético poderia interferir na luz&amp;nbsp; e causar a ilusão da energia escura.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Quando se encontram resquícios de explosões de supernovas, se supõe, atualmente, que foi de uma explosão de estrela; caso contrário foi de um buraco negro. Outro fenômeno correlacionado é o caso observado em pequenos anéis de metal, em que existe uma pequena corrente circulando continuamente em seu interior&amp;nbsp;(talvez&amp;nbsp;induzido por algum campo magnético do espaço). &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Existe portanto um fenômeno observado em centros ocos, de objetos com massa.&lt;br /&gt;Compare agora esta explicação aqui apresentada, sobre buracos negros e a explicação clássica sobre este mesmo assunto. Para começar a explicação é feita, usando-se a mecânica quantica. Esta explicação é muito complicada, não esclarece nada, deixa muitas dúvidas e se baseia em interpretações duvidosas (revista Scientific American edição especial nº 41, pag.61).&lt;br /&gt;Frase de Einstein: "Todas as coisas devem ser feitas de forma mais simples possivel, porém não mais simples que o possivel.&lt;br /&gt;Tudo isto é só a minha opinião e pode ser descartado, porque quase tudo é especulação no universo; além do mais, muita coisa escrita aqui ainda não foi comprovada. Temos que ter uma coisa em mente: nada é definitivo no universo. Tudo muda. O que se diz hoje pode ser diferente amanhã. É assim que a cosmologia evolui.&lt;br /&gt;Atualmente está se usando a teoria quantica para se tentar explicar segredos sobre o buraco negro, ainda não se conseguindo resultados satisfatórios.&lt;br /&gt;Nem toda matéria primordial seguiu a evolução normal até o átomo de hidrogênio. Muitas destas matérias ficaram estáticas em várias fases desta evolução, ocupando o espaço intergaláctico do Universo; assim como muitos átomos de hidrogênio que não se transformaram em estrelas, poeiras e matérias complexas, lançadas por explosões de estrelas.&lt;br /&gt;O processo de criação do Universo não cessou; continua acontecendo descargas eletromagnéticas (raios gama) e a produzir matéria de vários tipos, na periferia, indefinidamente. &lt;br /&gt;As galáxias crescem se alimentando de gases em sua periferia; isto foi publicado em 14/10/2010, por newsletter@sciencedaily.com Isto está sendo atribuída à formação de matéria escura.&lt;br /&gt;O universo também cresce, absorvendo matérias recém formadas na periferia do universo.&lt;br /&gt;As descargas eletromagnéticas na periferia do Universo produzem uma larga gama de irradiação do espectro eletromagnético, como “raios gama” com descargas super potentes em pontos aleatórios do Universo, gerando campos magnéticos muito intensos, raios X, ondas de rádio,neutrinos, uma quantidade enorme de fotons e estes fotons podem gerar partículas e portanto, matéria. As matérias muito energéticas geradas com estas descargas, como as magnéticas (ferro), são arremessadas com violência pelos campos magnéticos fortíssimos e seriam os RAIOS CÓSMICOS, alguns deles&amp;nbsp;de altíssima energia. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: red; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Os raios cósmicos formam&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;matéria pesadas que abastecem as galáxias da&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;periferia douniverso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Segundo o físico Gustavo Medina Tango, do Instituto de Astronomia Atmosférica da USP: acredita-se que as partículas muito energéticas poderiam ser aceleradas pela ação de campos magnéticos muito intensos, em grandes regiões do espaço, mas são poucos os objetos cósmicos conhecidos que preencham tais condições (até agora). Artigo extraído da revista Galileu nº 160 de nov. de 2004 pg. 58. Para maiores detalhes, sugiro a leitura da revista Scientific American ano 6, nº68, de janeiro de 2008. - UNIVERSO EXTREMO, pg. 44.&lt;br /&gt;Essas descargas eletromagnéticas (raios gama) são responsáveis pela criação da matéria e pelo ruído de fundo detectado por Arno Penzias e Robert Wilson (coco de pombo) e atribuído erradamente, a meu ver, ao eco do Big bang. Isto foi apenas uma coincidência. Procuravam por uma radiação e se encontrou outra igualmente satisfatória, que nos enganou por décadas. Essa irradiação permanece até hoje em atividade. Veja na internet: Lado escuro do universo é posto em dúvida por astrônomos.&lt;br /&gt;A NASA está fazendo estudos atualmente, sobre esta radiação cósmica de fundo. &lt;br /&gt;Veja na internet: "Nuvens de pó frio rodeiam nossa galáxia" e "Plank revela primeira luz do universo".&lt;br /&gt;Acho que seria impossível detectar o eco do big bang agora. Seria como querer detectar agora, o eco da explosão nuclear ocorrido no Japão, durante a segunda guerra mundial. Isto só seria possível, hoje,&amp;nbsp;se o observador estivesse a cerca de setenta anos luz de distancia da terra. Se ocorrer uma explosão numa determinada região, não mais será possível observar esta explosão desta região em um tempo futuro e sim somente seus efeitos deixados no local. A via láctea está localizada bem próxima do centro do universo, onde teria ocorrido o suposto big bang.&lt;br /&gt;Em uma explosão como a do Big Bang, a parte central seria mais quente que a periferia, que se resfria rapidamente e se não temos nenhum sinal deste aquecimento, no centro do universo, e se esta periferia estiver aquecida, por bem mais de “15 bilhões de anos”, não podem ser atribuídas ao eco do Big Bang e sim aos resquícios das descargas eletromagnéticas sugeridas aqui (é tudo uma questão de interpretação).&lt;br /&gt;O Universo cresce continuamente, por acreção de matéria recém formada na periferia, como em uma implosão contínua, ou como uma galáxia. As coisas mais antigas estão no centro, enquanto as mais recentes estão na periferia, como acontece com as galáxias (isto é repetitivo no Universo). Os buracos negros destroem a matéria, transformando-a em energia (talvez a energia escura), compensando a criação desta matéria nas bordas do Universo. Com isso, o Universo está em constante criação e destruição.&amp;nbsp;É girante e continua ativo indefinidamente; é eterno --- teve um início e nunca terá fim --- é alimentado por energia eletromagnética infinita, proveniente do espaço extra-universo, também infinito. Existe por tanto uma eterna transformação de energia em matéria (M=E/C²). Tudo o que existe no Universo, foi gerado pela energia eletromagnética, portanto, nós não somos poeira das estrelas e sim oriundos da energia eletromagnética do espaço extra-universo (até agora).&lt;br /&gt;Com este novo pensamento, acredito que muitas dúvidas cosmológicas serão sanadas, como aparentemente sanei algumas delas e também será possível fazer algumas correções ou acrescentar estas e novas idéias em outras teorias mais lógicas.&lt;br /&gt;Frase de Einstein: O único homem que está isento de erros, é aquele que não arrisca acertar. A idade do Universo tem que ser repensada.&lt;br /&gt;Nada impede a existência de outros Universos.&lt;br /&gt;Quanto às palavras em destaque como: MATÉRIA E ANTIMATÉRIA, RAIOS CÓSMICOS e BOSON DE HIGGS, sugiro ver artigo da revista Galileu n°160, de nov. de 2004 pag. 57. Estes itens continuam sem solução, até agora (talvez).&lt;br /&gt;As quatro forças básicas da natureza, pelo visto, nunca estiveram unidas em uma única força (a super força), como diz a teoria padrão e sim, foram oriundas da força eletromagnética, como exposto.&lt;br /&gt;Como este modelo de teoria, é baseado em muita especulação, sugiro descartar os itens que discordar e só se concentrar na parte mais importante que é: " A criação do universo".&lt;br /&gt;Nota: tudo isto que acabamos de ler, é só a minha opinião de acordo com a minha interpretação dos fatos. Tudo isso precisa ser comprovado. Talvez seja apenas mais umas das teorias apresentadas, como por exemplo: A teoria das cordas, estado estacionário, teoria M e outras. O importante é participar com novas idéias, a fim de decifrar este mistério tão antigo quanto à humanidade.&lt;br /&gt;Se esta proposta for comprovada, concluiremos que, para termos as partículas iniciais da formação da matéria, não é necessário o uso do acelerador de partículas (LHC) e sim uma descarga eletromagnética, onde estas partículas são formadas. As partículas obtidas pelo LHC, talvez não sejam as mesmas geradas pela descarga eletromagnéticas, pois uma é proveniente da desintegração da matéria e a outra é da criação da matéria. A energia e a matéria escuras, a exótica, a força cosmológica, etc., talvez possa ser abolida de vez. Muita coisa pode mudar. Não estou querendo provar nada; apenas mostrar outro caminho para solucionar este mistério que é o Universo.&lt;br /&gt;O Problema da expansão ou contração do universo, só poderá ser percebido corretamente, por um observador do lado de fora do universo. Se estiver do lado de dentro, que é o nosso caso, ele terá dupla interpretação, porque não terá um ponto fixo de referencia. Este é o caso de dois trens parados em uma estação. Se um deles começar a andar, você não saberá qual está andando e qual ficou parado; após aparecer a estação, como fonte de referência, saberemos a verdade. &lt;br /&gt;Frase de Einstein: "Toda a nossa ciência, comparada com a realidade, é primitiva e infantil. É, no entanto, é a coisa mais preciosa que temos".&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;CAPITULO - 10&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;- MATÉRIA ESCURA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria escura é uma forma de matéria que só interage gravitacionalmente.&lt;br /&gt;Como foi dito acima, a gravidade de um corpo é o somatório das gravidades de todas as partículas que compõem este corpo. Podemos ver também que o centro de gravidade de uma galáxia (buraco negro) é, grosso modo, o somatório das gravidades de todas as estrelas que compõem esta galáxia. O mesmo se aplica ao universo, ou seja: o centro de gravidade do universo seria grosso modo, o somatório das gravidades de todas as galáxias que compõem este universo. Portanto, teremos um fortíssimo campo gravitacional, que agiria proporcionalmente em todas as galáxias, influindo em seu movimento giratório, justificaria a gravidade total dos aglomerados de galáxias e explicaria outros fenômenos correlacionados. Isto seria uma gravidade extra, interferindo na gravidade das galáxias. Assim, seu efeito seria como se fosse uma massa extra, imaginária, denominada matéria escura, que é nada mais nada menos que a força de gravidade do universo e por este motivo não pode ser detectada, pois se trata de uma energia. A força de gravidade do universo está concentrada no centro do universo e este centro gravitacional atrai todas as galáxias para este ponto. A gravidade é mais forte no centro do universo e menos intensa na periferia. Este é um dos motivos para que as leis físicas sejam diferentes para cada ponto do universo.&lt;br /&gt;Esta força de gravidade extra (Matéria Escura) pode ser usada para, talvez, tentar explicar o caso do "Efeito Casemir".&lt;br /&gt;Agora, aparecem astrônomos dizendo que a matéria escura pode não existir. Isto foi citado no "boletim eletrônico em inovações tecnológicas", no dia 30/11/09, sob o titulo de: “A lei da gravidade revisada pode dispensar a matéria escura”.&lt;br /&gt;Eu já dizia isto ha muito tempo e talvez agora esteja sendo confirmado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPITULO - 11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ENERGIA ESCURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não existe expansão do universo (as galáxias não se afastam para o infinito), também não existe a tal da energia escura. A energia escura, em minha opinião, pode ser devido aos efeitos da poeira cósmica, como explicado acima, ou uma espécie de sub partícula, praticamente invisível, gerada por ocasião da formação da matéria(exemplo: neutrinos e outros), ou efeitos magnéticos, por isso indetectável e que faça parte da poeira cósmica e que filtraria os raios azul e ultravioleta. Como podemos observar, não existe a energia escura e temos que arranjar um meio de provar que o red shift é uma ilusão de ótica.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Science Daily (1 de fevereiro de 2008) - na universidade de St Andrews os astrônomos acreditavam que o problema da matéria e energia escuras seria resolvido ao mesmo tempo. Isto acaba de acontecer aqui (acredito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frase de Einstein: “Grandes almas sempre encontraram violenta oposição de mentes medíocres”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora tudo parece muito simples e sem grandes mistérios.&lt;br /&gt;Basta adotar outra teoria da criação do universo e uma nova interpretação dos fatos e tudo parece se resolver.&lt;br /&gt;Será que estou certo?&lt;br /&gt;Não espero receber elogios e sim criticas e severas, estou contrariando muitos cientistas, teorias estabelecidas e conceitos padronizados. É como a introdução do heliocentrismo, substituindo o geocentrismo. Ainda bem que estamos no século 21.&lt;br /&gt;Como aconteceu com outros autores, também não verei o final deste debate e acho que esta teoria também não dará em nada. Por este motivo, dispensei cálculos matemáticos, tornando o mais simples possível para ser abandonado em caso de ser descartado este modelo de teoria. Existem teorias que levaram décadas para serem reconhecidas e outras que apesar de serem comprovadas matematicamente não foram aceitas por falta de evidências observáveis. Aqui só foi usada uma fórmula básica (E=MC²) e muitas evidencias com outras interpretações.&lt;br /&gt;Devo ter cometido alguns erros, porque me estendi demais em certos assuntos. No universo, nada é definitivo, tudo pode ter várias interpretações. Muitos erros já foram cometidos e continuam acontecendo. Devem ser necessários alguns ajustes para melhorar este relatório.&lt;br /&gt;A minha principal intenção é mostrar que não existiu o big bang e que o universo não se expande. O resto são detalhes para justificar minha proposta e pode ser descartado, pois não interfere na idéia principal.&lt;br /&gt;Frase de Einstein: Quem nunca errou, nunca experimentou nada de novo. &lt;br /&gt;Será que o universo é realmente mais simples do que se imagina? Temos que pensar num universo lógico, simples, com leis lógicas e não complexas e indecifráveis.&lt;br /&gt;Porque a teoria do big bang é a mais aceita no momento?&lt;br /&gt;Por que ela é a que melhor atende as necessidades, muito embora não possa resolver todos os mistérios do cosmos e se complica demais. Já a teoria exposta aqui é uma teoria bem modificada, que parece solucionar estes mistérios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPITULO - 12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- CONCLUSÃO:&lt;br /&gt;Se você não concordar com alguma coisa escrita aqui, pode descartá-la e seguir o que achar lógico, porque não deve interferir na idéia principal que é:&lt;br /&gt;O universo teve sua origem no nada. O nada absoluto não existe. Sempre existe alguma coisa para originar outra. Portanto o nada seria a inexistência de qualquer coisa palpável (matéria). A inexistência tem uma definição: é a existência de coisas abstratas e ausentes&amp;nbsp;como por exemplo: o calor&amp;nbsp; (o frio&amp;nbsp;intenso), a pressão (o vácuo) e a luz (escuridão), alem&amp;nbsp;do espaço,&amp;nbsp;do tempo,&amp;nbsp;etc. São coisas não palpáveis que deram origem&amp;nbsp;a&amp;nbsp;&amp;nbsp;energia&amp;nbsp;&amp;nbsp;eletromagnética.&amp;nbsp;Esta&amp;nbsp; energia concentrada&amp;nbsp;em um espaço infinito, por um tempo também infinito, acabou gerando um mutante desta energia que deu origem a uma centelha, que por sua vez deu início a uma implosão eletromagnética (raios gama), transformando energia em matéria (M=E/C²).&amp;nbsp; Estas descargas uma vez iniciadas, não mais cessaram. Acontecem até hoje e para sempre. Foi como se a matéria formada fosse o oposto da energia, atraindo as descargas de raios gama, como o planeta terra atrai os raios atmosféricos, formados nas nuvens e parecendo&lt;br /&gt;surgirem do nada.&amp;nbsp;Assim começou a surgir a matéria que encheu todo o universo. Isto continua acontecendo até hoje e para sempre. Só que estas descargas tornaram-se cada vez mais intermitentes, a medida que após uma descarga, se formava um espaço rarefeito de energia que precisava de um certo tempo para se recompor. Portanto,&amp;nbsp;o universo nasceu de uma centelha que se transformou em uma mega implosão eletromagnética (M=E/C²). Criou-se uma bola de plasma que cresceu continuamente e atingiu atualmente um tamanho descomunal. Hoje estas descargas, que eram continuas (não comprovado ainda) se transformaram em pulsantes a um intervalo de aproximadamente um segundo como descargas de raios gama. São cerca de 30.000.000 de descargas por ano. O universo seria como uma estrela, formando matérias diversas em seu interior. Seria também como&amp;nbsp;uma cópia de uma galáxia. Seu interior se esfriou e o plasma ficou na periferia, mantido pelas descargas eletromagnéticas (raios gama) e hoje é visto como radiação cósmica&amp;nbsp;de fundo ou eco do big bang (ver foto fornecida pelo satélite WMPA). Em seu interior as micro partículas recém formadas foram se aglutinando pela força da gravidade, formando principalmente gases como o hidrogênio que deram origem as estrelas, que por sua vez originaram os aglomerados de estrelas, que se transformaram em quazares&amp;nbsp;e&amp;nbsp;finalmente em galáxias, caracterizando a entropia do universo e justificando toda a matéria existente e o seu equilíbrio térmico. Em fevereiro de 2007, iniciei este trabalho que foi sofrendo modificações até a condição atual. O blog foi lançado em novembro de 2009, sofreu danos em março de 2010 e foi recuperado. &lt;br /&gt;Frases de Einstein: "A imaginação é mais importante que o conhecimento".&lt;br /&gt;"Pouco conhecimento é uma coisa perigosa, muito conhecimento, também".&lt;br /&gt;Tanto Einstein pode ter sido vítima deste excesso de conhecimentos quanto eu pelo pouco. &lt;br /&gt;Este relatório está longe da perfeição, mas é um alerta para a necessidade de se pensar diferente e convidar as pessoas a aperfeiçoá-lo. A fim de evitar que este blog torne-se quilométrico, vou receber comentários pelo meu e mail: &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Pode acontecer de um e mail não ser recebido. Insista!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Após ter escrito meu blog, fui avisado por um físico que o leu e me falou do blog: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bigbangneverhappened.org/"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Calibri;"&gt;WWW.bigbangneverhappened.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt; . Fiquei muito contente, pois teria encontrado outro autor que teria a mesma idéia que eu e citarei agora um trecho deste blog, &lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;de Eric J. Lerner. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Big Bang Nunca Aconteceu &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Em 1991, Nunca meu livro, o Big Bang aconteceu (Vintage) provas, que apresentou a teoria do Big Bang foi contrariada por observações e que uma outra abordagem, plasma cosmologia, que a hipótese de um universo sem começar ou terminar, muito melhor explicou o que nós sabemos de o cosmos. O livro desencadeou um debate considerável. Desde então, as observações têm apenas confirmado essas conclusões, embora o Big Bang continua sendo de longe a teoria mais aceita da cosmologia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Este site fornece uma atualização sobre as provas e do debate sobre o Big Bang, incluindo a última revisão técnica e uma resposta a uma crítica de grande circulação, bem como uma lista de leitura técnica, um relatório sobre um recente workshop e links para outros sites relevantes , incluindo um que descreveu o meu próprio trabalho sobre energia de fusão, que está intimamente ligada ao meu trabalho em cosmologia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Quais são as evidências contra o Big Bang?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Abundância de elementos leves prever densidades contraditórias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A teoria do Big Bang prevê que a densidade de matéria comum no universo da abundância de elementos leves poucos. No entanto, as previsões de densidade feita com base na abundância de deutério, lítio-7 e hélio-4 estão em contradição uns com os outros, e essas previsões têm piorado a cada nova observação. A chance de que a teoria está certa é agora menos de uma em cem trilhões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Em larga escala Vazios são muito antigas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A teoria do Big Bang prevê que nenhum objeto no universo pode ser mais velho do que o Big Bang. No entanto, os vazios de grande escala observada na distorção de galáxias não pode ter sido formado no tempo desde o Big Bang, sem resultar em velocidades da atual galáxias muito acima dos observados. Dadas as velocidades observadas, esses vazios deve ter pelo menos 70 bilhões de anos para formar, cinco vezes desde que a teoria de tempo desde o Big Bang.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Brilho superficial é constante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Uma das previsões marcantes da teoria do Big Bang é que a geometria ordinária não funciona em grandes distâncias. No espaço ao nosso redor, na terra, no sistema solar e da galáxia (não-expansão do espaço), como objetos se afasta, eles se tornam menores. Uma vez que a distância se correlaciona com redshift, o produto de tamanho angular e desvio para o vermelho, de Q a Z, é constante. Da mesma forma o brilho da superfície de objetos, brilho por unidade de área no céu, medido como fótons por segundo, é uma constante com o aumento da distância de objetos semelhantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Em contraste, o universo em expansão do Big Bang prevê que o brilho de superfície, definido como acima, diminui à medida que (z +1) -3. Objetos mais distantes, na verdade deve aparecer maior. Mas as observações mostram que na verdade o brilho superficial das galáxias até um redshift de 6 são exatamente constante, como previsto por um universo em expansão e não em contradição flagrante com o Big Bang. Esforços para explicar essa diferença pela evolução - galáxias iniciais são diferentes daquelas hoje - levar a previsões de galáxias que são incrivelmente brilhante e denso ".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Demais entidades hipotéticas - Matéria Escura e Energia, inflação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A teoria do Big Bang requer três entidades hipotéticas - o campo de inflação, não-bariônica matéria (escura) e o campo de energia escura para superar as contradições bruta de teoria e observação. No entanto, nenhuma prova foi confirmada a existência de qualquer uma dessas três entidades hipotéticas. De fato, tem havido muitos experimentos de laboratório nos últimos 23 anos que têm procurado não-bariônica matéria, todos com resultados negativos. Sem o hipotético campo inflacionário, o Big Bang não prevê um isotrópico (liso) radiação cósmica de fundo (CBR). Sem não-bariônica matéria, as previsões da teoria para a densidade da matéria estão em auto-contradição inflação, prevendo uma densidade 20 vezes maior do que qualquer predito por abundância de elementos leves (que estão em contradição uns com os outros). Sem energia escura, a teoria prevê uma idade do universo mais jovem do que a de muitas estrelas em nossa galáxia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Não há espaço para a matéria escura&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Enquanto a teoria do Big Bang exige que haja muito mais matéria escura do que a matéria comum, descobertas de anãs brancas (estrelas mortas) no halo da nossa galáxia e de nuvens de plasma quente no grupo local de galáxias mostram que há bastante matéria comum para conta para os efeitos gravitacionais observados, portanto, não há espaço para a matéria escura extra.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Sem Conservação de Energia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O campo de energia escura hipotética viola uma das leis mais testado da física - a conservação de energia e matéria, uma vez que o campo produz energia a uma taxa titanic do nada. Deixar de lado essa lei de conservação básica, a fim de preservar a teoria do Big Bang é algo que jamais seria aceito em qualquer outro campo da física.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Alinhamento do CBR com o Superaglomerado local&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Maior os componentes escala angular das flutuações (anisotropia) do CBR não são aleatórias, mas têm uma forte orientação preferencial no céu. O quadrupolo e poder octopole está concentrada em um anel em torno do céu e são essencialmente zero ao longo de um eixo preferido. A direção deste eixo é idêntica com a direção em direção ao aglomerado de Virgem e encontra-se exatamente ao longo do eixo do filamento Superaglomerado local do qual nossa galáxia faz parte. Esta observação contradiz completamente a hipótese do Big Bang que originou o CBR longe do Superaglomerado local e é, na maior escala, isotrópico sem uma direção preferencial no espaço. (Teóricos Big Bang tem implausivelmente rotulados a coincidência da direção CBR preferenciais e direção de Virgem a ser um mero acidente e que se esforçavam para produzir novas hipóteses ad-hoc, incluindo que o universo é finito só em uma direção espacial, uma suposição que inteiramente contradiz os pressupostos do modelo inflacionário do Big Bang, o único modelo geralmente aceito pelos defensores do Big Bang).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Evidência de Plasma cosmologia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A teoria prediz corretamente Plasma abundância de elementos leves&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Plasma teoria filamentação permite a previsão da massa de objetos condensados formados em função da densidade. Isto leva a previsões da formação de um grande número de estrelas de massa intermediária, durante as formações de galáxias. As estrelas produzem e emitem para o ambiente os valores observados de 4He, mas muito pouco C, N e O. Além disso raios cósmicos dessas estrelas pode produzir por colisões com ambiente H e Ele os valores observados de D e 7Li.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A teoria prevê Plasma de física básica da estrutura em larga escala do universo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;No modelo de plasma, superaglomerados, clusters e galáxias são formadas a partir de filamentos de vórtices de plasma confinado magneticamente. O plasma abordagem cosmologia pode facilmente acomodar as estruturas de grande escala, e de fato firmemente prevê a partir de princípios básicos de física uma distribuição fractal da matéria, com densidade inversamente proporcional à distância de separação de objetos. Esta relação de escala fractal foi confirmada por muitos estudos em todas as escalas do universo observável. Naturalmente, uma vez que a abordagem plasma hipótese nenhuma origem no tempo para o universo, a grande quantidade de tempo necessário criar estruturas em larga escala não apresentam problemas para a teoria.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Plasma teoria da CBR prever a absorção de ondas de rádio, que é observado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A alternativa plasma vê a energia para o CBR, conforme previsto pela radiação liberada por primeiras gerações de estrelas no curso de produzir o 4He observados. A energia é termalizados e isotropized por um emaranhado de densa, filamentos de plasma confinado magneticamente que permeiam o meio intergaláctico. Tem acompanhado com precisão o espectro da CBR utilizando os dados de melhor qualidade, definido a partir do satélite COBE. Uma vez que esta teoria hipóteses filamentos que dispersam a radiação de forma eficiente mais do que cerca de 100 mícrons, que prevê que a radiação mais do que isso a partir de fontes distantes serão absorvidos, ou para ser mais preciso dispersos, e, portanto, vai diminuir mais rapidamente com a distância que a radiação menor que 100 mícrons . Tal absorção tem sido demonstrada uma comparando de rádio e de radiação infravermelha de galáxias em diferentes distâncias - a mais distante, maior será o efeito de absorção. Novas observações têm mostrado a absorção exatamente o mesmo comprimento de onda de 850 microns, tal como previsto pela teoria plasma.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O alinhamento da anisotropia CBR e Superaglomerado locais confirma a teoria de plasma CBR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Se a densidade dos filamentos absorvendo segue a densidade total da matéria, como assumido por esta teoria, então o grau de absorção deve ser maior localmente na direção ao longo do eixo do Superaglomerado (aproximadamente cilíndrico) Local e inferior perpendicularmente a esta eixo, onde menos matéria de alta densidade é encontrado. Este por sua vez significa que as concentrações dos filamentos fora do Superaglomerado local, o que aumenta ligeiramente CBR poder, será mais obscurecida na direção ao longo do eixo superaglomerado e menos obscurecida em ângulo reto com este eixo, como observado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Resposta a todos os comentários até o momento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Quanto aos elogios que recebi, só tenho a agradecer. Sinceramente não contava com isto e me deu ânimo para continuar e abusar um pouco mais em certos comentários.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Quanto às críticas enviadas, pouco ou nada aproveitei, pois algumas pessoas não discriminaram no que não concordam, apenas vandalizaram e isto não ajuda em nada. Pode ser que tenham escrito algum livro sobre o assunto, ou ter ideias religiosas, ou ainda com intuito e ridicularizar, etc.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A exceção foi de uma pessoa cujo nome se perdeu no ultimo dano sofrido no blog e que dizia que nos primórdios do universo não existiam galáxias para serem arremessada para o infinito. Eu corrigi, afirmando que foram as matérias que lhe deram origem que foram arremessadas para o espaço. Outro comentário, foi o do Wscitrin Junior, que alegou não entender sobre a dúvida da teoria da relatividade e eu concertei o erro dizendo que vi isto na internet e que está sendo constantemente posto a prova não sei por que. Quanto a gravidade que ele disse não entender, quem não entendeu fui eu. Na teoria padrão, é que a gravidade não é respeitada e é até transformada em repulsiva, mandando as galáxias para o infinito. Estou curioso e gostaria de debater este assunto. Procure-me. Quanto às criticas do Roger, não consigo entender tudo o que foi proposto. Está muito confuso, mas vou tentar responder.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Resposta 3:- Como assim? Detectaram neutrinos? Não, detectaram uma energia cósmica em microondas, além de neutrinos, raios cósmicos raios gama, etc.Os neutrinos foram apenas escolhidos para justificar a energia que faltava para causar as explosões das estrelas. Com suas críticas, melhorei a explicação. Obrigado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;É isto que eles chamam de eco do big bang. Continuo não entendendo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Resposta 4:- Não só a gravidade surgiu do nada. Tudo o que existe surgiu do nada (energia eletromagnética). Explicar como surgiu esta energia é o mesmo que explicar como surgiu o tempo e o espaço, a temperatura, a escuridão, etc. Tudo isso já existia. Mágica é o que propõe a teoria padrão com a existência do átomo primordial e sua detonação. Como a teoria padrão explica o surgimento das quatro forças básicas da natureza? Simplesmente não explica. A teoria das cordas, apesar de ser bem elaborada, com cálculos refinados, não deu em nada e é uma pena. Não quero chegar a este ponto. Seria decepcionante e dispendioso (eu teria que pagar um bom matemático) e ter que descartar uma teoria depois de tanto trabalho,como aconteceu com outras.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Resposta 5 - Nem no nosso universo. Conforme digo acima, no universo, tudo gira e se atrai. Por este motivo sou a favor da rotação do universo, como o astrônomo inglês Paul Birch. Realmente, sou contra a teoria padrão e devido a muitas reclamações por desrespeitar esta teoria padrão, resolvi colocar isso neste comentário. Quem se basear na teoria padrão, não sairá desta mesmice. Agora, quanto aos buracos negros, depende o que você acha dos buracos negros. Muita gente tem uma idéia errada dos buracos negros e até admitem que possam formar um buraco de minhoca.Agradeço a sua opinião e até modifiquei o blog, escrevendo a minha opinião sobre os buracos negros, em dezembro de 2010. Evitem comentários neste blog, por que ele se tornará quilométrico. Use o meu e mail. Um debate necessita de muitas perguntas e respostas. Essas críticas são muito construtivas. Já melhorei explicações mal feitas, cortei e acrescentei dados, etc. O importante é dizer no que você não concorda.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Quanto às pessoas que comentaram e resolveram retirar os comentários, eu entendo. Sei que é muito complicado se comentar um assunto tão polemico quanto este em público. Peço que qualquer comentário faça direto ao meu email, não utilizado a parte de comentário do blog desde já agradeço. Por este motivo aguardo comentários no meu e mail: &lt;a href="mailto:acarvalhal@oi.com.br"&gt;acarvalhal@oi.com.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Comentário Final:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Como existem os fanáticos religiosos, existem também os fanáticos pelo big bang. Geralmente estas pessoas já escreveram livros e não gostariam que seus escritos não fossem abandonados instantaneamente. A igreja, por exemplo, perderia seu confortável status. Os que estudaram astronomia e não gostariam que seus estudos, muito caros, fossem postos de lado causando lhes um grande prejuízo. Toda modificação deve ser lenta o suficiente, para não prejudicar estas pessoas. Até aí eu acho muito justo. Por outro lado eles podem ter razão, pois muitas teorias novas podem ser descartadas logo no início e podem voltar mais tarde, com algumas alterações. Devem ficar aguardando no armário. Leia acima a frase do Schopenhauer.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Por que o governo atura a religião, que&amp;nbsp;interferem&amp;nbsp;em suas decisões? Por enquanto espero uma tremenda oposição inicial, até que tudo se ajuste. Eu não estarei mais aqui para ver, mas quem viver verá. Como verá também a aprovação do aborto (nos países sub desenvolvidos) hoje usado nas nações de primeiro mundo. Tudo tem sua hora.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; tab-stops: 5.0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:acarvalhal@oi.com.br"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;acarvalhal@oi.com.br&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;.&lt;br /&gt;Preciso de opiniões para discuti-las e tentar melhorar este blog, como tenho feito sozinho até agora ou descartá-lo de vez. A intenção é fazer uma versão brasileira, se possível, do início do universo (coisa que ainda não temos). Se sua opinião for aprovada ou apenas citada aqui, como curiosidade para ser avaliado no futuro, seu nome poderá ser citado, se você autorizar. Como não tenho nada a perder (sou aposentado) posso me expor sem receio. &lt;br /&gt;Schopenhauer disse: "Toda verdade passa por três estágios:&lt;br /&gt;No primeiro, ela é ridicularizada.&lt;br /&gt;No segundo, é rejeitada com violência.&lt;br /&gt;No terceiro, é aceita como evidente por si própria".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta frase é confortante e animadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frase minha (acredito):&lt;br /&gt;Existem duas coisas muito importantes na natureza:&lt;br /&gt;O universo e a raça humana. O que seria um sem o outro? Absolutamente nada. A coisa mais importante é administrar a conservação da raça humana, já que o universo é indomável.&lt;br /&gt;Postado por Alberto Carvalhal Campos - Terça-feira, Novembro 10, 2009.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5969214752145540669-5628549739694139385?l=olhandoouniverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olhandoouniverso.blogspot.com/feeds/5628549739694139385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://olhandoouniverso.blogspot.com/2010/03/olhando-o-universo-desvendando-os_16.html#comment-form' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5969214752145540669/posts/default/5628549739694139385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5969214752145540669/posts/default/5628549739694139385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olhandoouniverso.blogspot.com/2010/03/olhando-o-universo-desvendando-os_16.html' title=''/><author><name>Alberto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01600809895368243731</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/__LH__o24fUY/StTdjwuIUoI/AAAAAAAAAAg/I4DhHVeK83g/S220/untitled.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__LH__o24fUY/S4B9NJRzF_I/AAAAAAAAACw/t734JK4snZw/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry></feed>
